Archive for the ‘Links’ Category
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100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico
Lançamento simultâneo no mundo todo em agosto de 2009, o livro 100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico chega também ao Brasil em sua primeira edição, pela Cosac Naify.
Jason Godfrey – o autor – é designer, bibliófilo, diretor da Godfrey Design, em Londres, e escreveu os comentários publicados no livro. A edição é organizada em seis seções: “Tipografia”, “Livros de referência”, “Didáticos”, “Histórias”, “Antologias” e “Monografias”.

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O Design de 2011 Tendências estéticas e conceituais para o design de 2011.
Sempre atentos às mudanças de padrões comportamentais, designers do mundo todo já antecipam algumas das principais tendências para 2011. Entre conceitos, formas, cores, texturas e funcionalidade; vemos que algumas das propostas já apresentadas nas últimas temporadas ainda serão trabalhadas e estarão mais acessíveis na virada da década.
Para as cores e padronagens as três macro-tendências até então apontadas por especialistas envolvem neutros coloridos, nudes, metálicos, off-whites, soturnos e cores com brilho intenso. O “mood” da alma – estado de espírito -, caseiro e a eletricidade urbana serão as temáticas que nortearão a coloração do arco-íris.
A novidade de padrões fica por conta da aproximação máxima das cores, literalmente. O Royal College of Art trabalhou sob o conceito do pixel e aplicou o resultado obtido em tecidos que estarão forrando, principalmente, sofás, bancos e cadeiras.

O design elaborado com base na tendência emotiva exigirá uma criatividade simples. Humilde, o luxo será concebido de forma mais clássica. A simplicidade estará em alta, já que a sociedade buscará viver a vida plenamente, valorizando novos preceitos. O vintage, a reutilização, a reinvenção e imaginação para criar produtos fora do convencional serão apreciados na fase em que o consumo será mais consciente.
Seguindo a preocupação ambiental; o design ecológico viverá uma de suas melhores fases. Arquiteturas, formas, produtos e materiais renováveis que exploram a natureza de maneira positiva serão trabalhados ilustrando que o espaço verde pode co-existir com a vida urbana das cidades modernas. No evento denominado TreeLife grandes nomes da arquitetura, arte e design modernos internacionais serão reunidos a fim de analisar as “casas na árvore” e integração entre esses ambientes distintos.
Do Portais da moda -
Universidades ensinam errado
A universidade (ou centro universitário, depende do status de cada um) tem como objetivo ensinar aos alunos o correto, não é? E quando acontece de uma estar ensinando métodos antiquado?
Eu estudo na Universidade Tuiuti do Paraná, curso de design gráfico. A UTP tem vários professores que trabalham há anos na área e são entendidos do assunto, nisto dou os devidos créditos. Mas faltam professores que estão a par das novas tecnologias. E isto inclui web. E não é só nesta universidade: outras fazem a mesma coisa.
Em um dos Encontros de Blogueiros Curitibanos, conversei com o Bruno Mendonça que estuda na PUCPR e descobri que ele tem o mesmo problema com alguns professores: eles simplesmente não estão atualizados! Não sabem o que é um Profissional de Mídia Social, não sabem o que é AdWords, não sabem o que é SEO, não sabem o que é CSS. E isso não é raro acontecer. Ouvi várias histórias de alunos que sabiam mais do que seus professores, ou cujos professores não admitiam que os alunos estivessem mais por dentro da atualidade que eles.
“Mas Canha, ninguém tem obrigação de saber destas coisas!” Ok, concordo com você. Ninguém tem obrigação de saber, exceto aqueles que devem nos ensinar estas coisas. Oras, se você está ensinando aos seus alunos como desenvolver um site, você vai ensiná-los seguindo as novas tecnologias. Você não vai mostrá-los como fazer sites em tabela, por exemplo. Por quê? Porque é errado!

“Ah, mas um designer só precisa fazer o visual do site. Ele não deve se preocupar em programar. O programador que se vire com isto!” Ah sim, pois o arquiteto não precisa saber como se constrói uma casa: ele só precisa saber desenhar. Mas é claro que precisa! Um web designer que não sabe programar o mínimo em HTML e CSS vai rapidamente perder mercado para um micreiro que saiba.
Que tipo de universidade que se preze vai fazer um site inteiramente em tabelas? Que tipo de departamento de design vai fazer o seu site ser incompatível com outros navegadores que não sejam o IE? Que não ensina o que é usabilidade e acessibilidade na web?

Por que é importante que o corpo docente da faculdade / universidade / curso técnico estejam atualizados? Mercado de trabalho, oras! Se você não sabe o que está acontecendo hoje em dia, você está atrasado!
Então está dado o recado: prezados reitores, coordenadores de cursos e professores: atualizem-se! Pois quem sai perdendo não é apenas o aluno, mas a instituição de ensino também!
(Por favor, se sua universidade está ensinando coisas erradas ou desatualizadas, recomende este post ao seu coordenador de curso ou reitor)
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Quando o design facilita
São Paulo, 20 de Agosto de 2008 – Graduado em arquitetura e profissional de design por vocação, o empresário gaúcho Luciano Deos vibra de alegria com detalhes que, para os leigos, passariam despercebidos. A conexão USB de seu notebook é um exemplo. “Olha aqui”, diz, enquanto aponta para o equipamento. “Tem um imã bem na entrada USB, é diferente do encaixe comum. É só colocar o cabo perto da entrada e pronto: imã faz funcionar. É sensacional!”.
Sócio da consultoria em design GAD, fundada no Rio Grande do Sul em 1984 e que atua também em São Paulo desde 2001 – e cujo faturamento em 2008 deve ser de R$ 20 milhões -, Deos cita o exemplo do notebook para demonstrar o grande desafio do setor de design hoje: mostrar que a atividade não é apenas uma ferramenta relacionada ao aspecto estético, como costuma ser associada, mas sim um instrumento que gera inovação e atua no desenvolvimento de produtos.
A grande cartada do setor para firmar essa nova imagem será dada no Brazil Design Week, feira de negócios que será realizada entre os dias 9 e 14 de setembro no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Organizado pela Associação Brasileira de Design (Abedesign), da qual Deos é vice-presidente, o evento está orçado em R$ 2 milhões e reunirá toda a cadeia de negócios da área de design.
Gazeta Mercantil – Como está organizada e quais os objetivos da Brazil Design Week?
O evento surgiu como parte do convênio que temos há dois anos com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), para promoção comercial dos serviços de design no exterior. Percebemos que, para vender nossos serviços em outros países, precisávamos qualificar ainda mais o mercado interno e criar musculatura. O convênio compreende um conjunto de ações no Brasil e no exterior.
Gazeta Mercantil – Essa é a primeira grande ação da parceria?
Sim. Sou vice-presidente da associação e coordeno esse convênio. O objetivo foi desenhar um evento que tivesse um foco diferente dos demais já realizados no setor de design, que geralmente são no formato de bienais. Buscamos uma estrutura que fosse voltada a negócios e que mudasse a dinâmica de relacionamento entre os agentes da cadeia – profissionais de design, a indústria e os agentes de fomento e financiamento. Objetivo é aproximar esses três agentes e mudar a percepção do mercado em relação à contribuição estratégica do design na área de inovação. A expectativa é que esse evento seja um marco para o setor.
Gazeta Mercantil – Por que a necessidade de mudar a percepção do mercado em relação ao design?
A maioria das empresas nacionais ainda vê o design como algo estético, enquanto as multinacionais mais sofisticadas o enxergam como um grande diferencial porque ele gera inovação quando está atrelado à estratégia da corporação. Ao gerar inovação, ele cria valor e diferenciação no mercado. Em resumo, queremos mostrar que design é a grande ferramenta para gerar inovação – e por um custo baixo. A inovação via design é mais barata que aquela proporcionada pela tecnologia. Para dar uma idéia, grandes empresas internacionais têm vice-presidente de design. É o caso da Nokia, Samsung, Procter & Gamble.
Gazeta Mercantil – Como mudar a percepção do mercado?
Um dos caminhos é divulgar, na Brazil Design Week, grandes casos nacionais e internacionais de companhias que criaram valor por meio da inovação em produtos e serviços. E também mostrar exemplos de empresas nacionais pequenas, porque design não é só para grandes corporações. Um exemplo disso é a Coza, de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, empresa de utilidades plásticas domésticas. Outro maneira de mostrar são os seminários por áreas da indústria, como a moveleira, plásticos, limpeza. Há também fóruns políticos, que discutirão políticas estratégicas de países em relação ao design. Queremos entender como algumas nações trabalham a questão do ponto de vista de estratégia governamental. Estamos trazendo a principal referência mundial no tema, que é a Inglaterra, por meio do British Design Council. Com mais de 50 anos, é o órgão mais relevante no mundo nessa área. Seus representantes vão contar como é a experiência do órgão e como o processo se deu na Inglaterra. Traremos também o Korea Institute of Design Promotion, que é o órgão coreano. Assim, traremos um país que trabalha a questão do design há muito tempo, desde o pós-guerra, e um mercado emergente, a Coréia, que deu uma arrancada impressionante nos últimos dez anos. Basta ver os exemplos de Hyundai, Samsung, LG. Como elas saíram de um contexto de mão de obra barata, produção de itens simples, de baixo custo e começam a criar valor por meio do design e inovação? Discutiremos também o caso da Espanha, que é um emergente do velho continente.
Gazeta Mercantil – Pode explicar melhor como o design pode ser alvo uma estratégia governamental ?
Tem tudo a ver com a estratégia de desenvolvimento do País. A Coréia tem uma política de eleger os grandes grupos e os principais setores para se tornarem grandes multinacionais. Nesses casos, as companhias estabelecem uma estratégia de negócios – capacidade de produção, comercialização em diversos países, inserção da tecnologia. Ou seja, primeiro eles ingressam no mercado com baixo preço. Depois passa a criar valor por meio da marca, inovação e design. É o que a China vai fazer também. Por enquanto China não vende marca e nem valor. Ela vende preço. Mas já iniciou o desafio de construir marca. A Coréia está um passo adiante, já fez isso com algumas marcas. Basta relembrar qual era a percepção de marca que tínhamos da Coréia há 10 anos. Um dos fóruns do congresso vai discutir só políticas de fomento. Isso porque todo dia lemos notícias de que existem recursos para isso e para aquilo, mas, na prática, não vemos as empresas obtendo verba para inovação e desenvolvimento de produtos. Pretendemos colocar todos os organismos que dizem que têm linhas de crédito para um debate que deixe claro os caminhos. Essas instituições também estarão presentes.
Gazeta Mercantil – Por que o design deve ser visto como algo estratégico para uma companhia?
Quando o assunto é design, pensamos em um instrumento para transformar as estratégias de negócios em produtos e serviços. A premissa do design é ser uma forma de projetar que contempla uma visão multidisciplinar orientada para o consumidor e para a inovação. É o design como processo, metodologia.
Gazeta Mercantil – Qual a contribuição da feira de negócios para a organização das empresas do setor?
Não tem como uma indústria crescer se não houver inteligência e maturidade. Ninguém faz nada sozinho. Não se pode enxergar o outro como concorrente, todo mundo é aliado. Está na hora de o setor se organizar e pensar de forma madura. E nossa indústria é um pouco cética em relação a isso. Por isso temos dificuldade em obter patrocínio da iniciativa privada para o evento. As empresas embarcam depois que o projeto acontece e vira sucesso. Mas digo nesses caso que, se não tivermos no setor empresas com departamentos de recursos humanos, comunicação e consultoria competentes, não teremos um mercado forte. Todo mundo precisa se ajudar nesse sentido.
Gazeta Mercantil – Como o senhor define o segmento de design hoje?
Esse segmento tem um perfil hoje profundamente multidisciplinar. Exige pessoas que tenham cultura de investigação e observação, visão de produto, varejo, inteligência em marketing e comunicação. Durante muito tempo estivemos preocupados em dizer para as companhias como elas deveriam fazer algo, a partir de suas demandas. O desafio hoje é ajudar as empresas a definirem suas demandas. A questão não é mais pensar em como as empresas fazem algo, mas sim o que elas fazem. Nosso trabalho é fundamentalmente de consultoria.
Gazeta Mercantil – Um dos setores que investem muito em design é o de celulares. Neste caso, o design combina o aspecto estético, que é fundamental para esse segmento, com o estudo das funcionalidades do produto?
O trabalho envolve estética e funcionalidades. O design necessariamente passa pela questão da funcionalidade, interface, meios para facilitar o uso. Vou citar um exemplo que não é celular, mas serve. Possuo um iMac, notebook da Apple. A entrada USB do equipamento tem um imã que possibilita o encaixe no notebook. Isso me faz lembrar daquele ditado “Deus está nos detalhes”. Todo dia acoplo essa USB com imã no notebook e sinto o maior prazer. Imagina o cara que projetou isso? Pode ser que ele tenha pensado nisso para baixar custo, não sei. É um exemplo da utilização do design para facilitar o uso pelo consumidor, melhorar a funcionalidade do produto.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 1)
(Clayton Melo) -
Fórum de Ensino em Design debate formação profissional no Brazil Design Week
Focado em design e inovação, o primeiro grande evento do segmento reúne os principais acadêmicos do país para discutir a formação profissional diante da realidade do mercado e da nova visão estratégica do design. A participação no Fórum será gratuita.
O profissional de hoje e do futuro, diante do crescimento dos cursos universitários de design no Brasil, que segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) possui cerca de 300 opções disponíveis e mais de 46 mil alunos matriculados, nas grandes capitais e no interior. Esse será a principal discussão do Fórum de Ensino em Design, que acontece no Brazil Design Week – A inovação como estratégia de negócio – no dia 13 de Setembro, das 12h30 às 16h30, com entrada gratuita. O evento acontece no MAM do Rio de Janeiro, de 09 a 14 de Setembro e inclui, além dos fóruns de debate, workshops, rodadas de negócios e seminários setoriais.
São presenças confirmadas grandes acadêmicos, que atuam nas principais universidades do país, como Alécio Rossi, do Senac São Paulo; Rodolfo Capeto, da ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial); e Julio Van Der Liden, da AEND Brasil (Associação de Ensino e Pesquisa de Nível Superior de Design do Brasil). Além de Priscila Farias, da SBDI (Sociedade Brasileira de Design da Informação); Solange Coutinho, a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco); e Auresdene Pires, da APS Design.
“O design brasileiro está pronto para criar valor e alavancar a exportação nacional. Vemos hoje importantes profissionais do segmento atuando fora do país para grandes empresas, o que mostra a competência da formação dos nossos designers. Por essa razão, essa atividade visa discutir num âmbito mais abrangente o trabalho que vem sendo desenvolvido pelas universidades e as ações previstas, a fim de aprimorar a capacidade técnica do universitário do futuro”, explica Giovanni Vannucchi, sócio-diretor da OZ Design e integrante do Conselho Consultivo da Abedesign.
Júlio Van der Linden, da AEND Brasil (Associação de Ensino e Pesquisa de Nível Superior de Design do Brasil), abordará a situação atual do ensino de design no Brasil. Também discutirá a questão de quantos e como os profissionais estão sendo formados hoje e qual papel irão desempenhar na sociedade. Segundo ele, a preocupação com o aumento do número de cidadãos com diploma superior não reside na formação técnica orientada a necessidades momentâneas de mercado. Implica na formação de sujeitos capazes de reconhecer os problemas da realidade e de propor respostas para esses problemas. Isso leva à necessidade de uma formação com lastro teórico, específico da área e também generalista, humanístico.
“Por falta de amadurecimento teórico da área de design, como disciplina profissional e campo de conhecimento, convivemos com diferentes concepções, mais ou menos fundamentadas, que levam a grandes confusões e a dificuldades de ordem prática. O caminho para a definição da área é longo, como ocorreu em outras, mas a contínua discussão sobre o tema certamente levará a uma visão de que, reconhecendo a complexidade, seja possível entender que o design tem uma identidade própria”, diz Linden.
E complementa: “talvez a maior contribuição que o design tenha a dar para o ensino seja a capacidade de aprender no processo “projetual”. Quem pretende se destacar diante de um número tão grande, e sempre maior, de profissionais, deverá ser capaz de construir um discurso sobre a realidade e sobre a sua prática”.
Já Alécio Rossi, do SENAC-SP, por exemplo, irá destacar em sua apresentação os diferenciais dos designers, as influências da arte contemporânea e o trabalho de excelência que o SENAC procura fazer. Além de discutir o desenvolvimento da sensibilidade para detectar e entender problemas e a importância das relações humanas e afetivas na produção do designer.
E Priscila Faria, coordenadora do Programa de Estudos Pós-graduados em Design do Centro Universitário Senac-SP e professora do Curso de Design da FAU-USP, lembra que o primeiro programa brasileiro de pós-graduação em design foi o da PUC-RIO, implantado em 1994. Em seguida, a UNESP de Bauru implantou o seu, e, até 2003, estas eram as únicas instituições a oferecer cursos de mestrado em design no país. Nos últimos cinco anos, outros oito programas foram implantados, totalizando 10, todos voltados a cursos de mestrado em design, e um deles (PUC-RIO) oferece também o doutorado.
“A perspectiva para os próximos anos é de que o número de programas e de cursos de doutorado aumente, o que é importante para consolidar e dar estatuto próprio para a área junto à CAPES/MEC. A pesquisa em design também amadureceu nos últimos anos, com maior número de titulados, de grupos de pesquisa e de pesquisadores apoiados pelo CNPq com bolsas de produtividade na área”, diz Priscilla. A profissional conclui dizendo que “o maior desafio para os próximos anos é ampliar o campo de atuação dos pesquisadores da área, incluindo sua participação em setores de pesquisa e desenvolvimento das indústrias nacionais”.
Perfil dos palestrantes.: Alécio Rossi, do SENAC SP – Formado em Letras e em Artes Plásticas pela UNESP e ECA/USP respectivamente, é designer e educador responsável pelo desenvolvimento de novos cursos de graduação nas áreas de Comunicação, Artes e Design do Senac São Paulo. É especialista em design de movelaria e mestre em comunicação e design, autor da dissertação “Comunicação e código de marcas na cultura contemporânea”. Atua como consultor para identidade corporativa e em projetos especiais de comunicação e design.
Rodolfo Capeto, da ESDI – Rodolfo Capeto (Niterói, 1956) é designer formado em 1980 pela Esdi (Escola Superior de Desenho Industrial), no Rio de Janeiro. Desde 1992 ensina na Esdi e é o atual diretor da Escola. Suas áreas principais de interesse e atuação são tipografia, design de tipos e design de informação. Tem trabalhado em áreas diversas, abrangendo desde instituições científicas até o cinema. Foi um dos pioneiros no uso de processos digitais no design visual no Brasil, tendo desenvolvido, já em 1982, um formato próprio de fonte digital, entre outros resultados. Entre os projetos de maior porte que realizou pode-se citar o design, em 2001, de uma nova família de tipos para o mais extenso dicionário da língua portuguesa.
Julio van der Linden, da Apdesign – O professor Júlio Carlos de Souza van der Linden é graduado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Pernambuco (1980), e tem mestrado, doutorado e pós-doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999, 2004 e 2008). É professor e pesquisador da Faculdade de Design do Centro Universitário Ritter dos Reis. Desde 2006, é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Desenho Cultura e Interatividade. Foi Presidente da Associação de Ensino e Pesquisa de Nível Superior de Design do Brasil (AEND|Brasil), na Gestão 2005/2007.
Priscila Farias, da SBDI – Priscila Lena Farias é Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Bacharel em Comunicação Visual pela FAAP. É coordenadora do Programa de Estudos Pós-graduados em Design do Centro Universitário Senac-SP e professora do Curso de Design da FAU-USP. Em 2002 recebeu o Prêmio Ouro ADG para o melhor trabalho na categoria ‘Tipografia’ na Mostra Seletiva da 6ª Bienal de Design Gráfico. Foi diretora da ADG (Associação dos Designers Gráficos) e coordenadora da Comissão de Design e Tecnologia da mesma instituição. Atualmente, é presidente da SBDI – Sociedade Brasileira de Design da Informação, editora do periódico científico InfoDesign – Revista Brasileira de Design da Informação, e vice-presidente eleita da AEND|Brasil.
Solange Coutinho, da UFPE – A professora Solange Galvão Coutinho é graduada em Comunicação Visual pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE (1980), professora e pesquisadora do Curso de Design desde 1984 e do Programa de Pós-Graduação em Design da UFPE desde sua fundação em 2001. Ph.D em Tipografia e Comunicação Gráfica pela Universidade de Reading, Inglaterra (1998). Atualmente é Pró-Reitora de Extensão da UFPE. Membro da Equipe do Centre de Recherche Images, Culture et Cognitions (CRICC) da Université Paris 1 – Panthéon Sorbonne. Foi presidente da Comissão de Especialista da área de Design junto a SESu-MEC e ao INEP-MEC.
Auresnede Pires, da APS – Auresnede Pires Stephan, mais conhecido como Professor Eddy, atualmente além das atividades didáticas exercidas na FAAP, Santa Marcelina e ESPM, ocupa o cargo de Assessor de Desenvolvimento Educacional no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Simultaneamente exerce o cargo de consultor de concursos como o Prêmio Tok&Stok de Design Universitário, Prêmio Mueller FIAT de Design e do 1o. Prêmio SEBRAE Minas Design. Formado na primeira turma de Desenho Industrial da Fundação Armando Alvares Penteado e pela ainda Escola Superior de Propaganda em 1970, hoje ESPM.
Brazil Design Week“ Fórum III – Ensino em Design “ dia 13 de setembro, das 12h30 às 16h30, no Espaço Cinemateca, no MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro, Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro (RJ). Mais informações sobre a programação no site www.brazildesignweek.com.br. A entrada é gratuita
O Brazil Design Week – A primeira edição do evento Brazil Design Week – A inovação como estratégia de negócio – acontece de 9 a 14 de Setembro de 2008, no MAM-RJ, numa área de 1.500 m². Fruto de um investimento de R$ 2 milhões e público estimado de três mil visitantes tem como objetivo expor a capacidade de inovação do design brasileiro e de inseri-lo definitivamente como um agente de transformação da indústria brasileira. O evento é promovido pela Associação Brasileira de Design (ABEDESIGN) em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Governo do Estado do Rio de Janeiro, Sebrae e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Está sendo formatado como uma grande feira de negócios por meio de um conjunto de atividades que englobam apresentação de cases internacionais e nacionais, seminários setoriais, rodadas de negócios, fóruns e workshops. Além da exposição “O design Brasil século XXI – Inovação na Indústria Brasileira”, que apresenta cerca de 80 trabalhos de designers brasileiros premiados nacionalmente e internacionalmente. O Brazil Design Week será realizado anualmente com o objetivo de fortalecer o setor e a expectativa é realizá-lo em Nova York, já em 2010. Trata-se de uma das grandes ações voltadas à promoção de exportação do design brasileiro conduzida pela Abedesign com o suporte da APEX-Brasil. Mais informações sobre o evento no site www.brazildesignweek.com.br.
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Brazil Design Week BRAZIL DESIGN WEEK
Brazil Design Week BRAZIL DESIGN WEEK
9 a 14 de setembro de 20081º EVENTO DE DESIGN FOCADO EM NEGÓCIOS NO BRASIL
Uma nova relação entre o setor de Design e as empresas.
Um marco para o segmento do Design e no Brasil.
O momento certo para empresas brasileiras saltarem.Investir em design é criar novas oportunidades.
O design é uma ferramenta capaz de aumentar a produtividade de uma empresa, o desempenho dos produtos e o valor da ligação emocional com os clientes, além de contribuir para uma compreensão global do consumidor.Venha descobrir como as empresas de sucesso fazem para inovar.
Pensando nisso, surgiu o BRAZIL DESIGN WEEK, uma iniciativa inédita que vai expor toda a capacidade de inovação do design brasileiro, para inseri-lo definitivamente como agente de transformação da nossa indústria.Participe deste grande encontro de negócios.
Brazil Design Week
Uma nova agenda para o design no Brasil. Uma nova dimensão para a indústria brasilieira. -
São Paulo vai ganhar sua semana oficial de Design
Assim como em Londres, que tem a semana 100% Design, São Paulo viverá 7 dias dedicados ao setor. A organização é da Secretaria Municipal de Relações Internacionais.Para quem ama design, abril é época de visitar Milão, palco do Salão Internacional do Móvel e de centenas de eventos paralelos. Em setembro, o destino é Londres, onde acontece a feira 100% Design (no ano passado, casa.com.br conferiu o evento. A idéia da prefeitura de São Paulo é transformar novembro no mês em que os apaixonados pelo assunto se dirigem à capital paulista, colocando a cidade no calendário dos grandes eventos internacionais do setor. Para isso, acaba de ser lançado o projeto KM.M.MM – Viver Design em São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Relações Internacionais (os símbolos KM, M e MM vêm de quilômetro, metro e milímetro, e indicam como o design está presente nas grandes e pequenas coisas).
A primeira semana Viver Design em São Paulo acontece de 3 a 9 de novembro deste ano e já tem parte da programação definida, dividida em cinco temas: Habitar (arquitetura, urbanismo e design de interiores), Vestir (moda), Comunicar (design gráfico), Usar (design de produto) e Pensar (educação).
Sob a curadoria da arquiteta Patrícia Anastassiadis, a área Habitar promoverá uma intervenção na região do Glicério, nas casas onde funciona o projeto Cor da Rua, que oferece a ex-moradores de rua e catadores de lixo a oportunidade de criar móveis e objetos de sucata, à venda na sede do projeto. “Não adianta requalificar as pessoas e não requalificar o entorno”, disse Patrícia. A área Usar, coordenada por Ernesto Harsi, presidente da Associação de Design de Produto, prevê três exposições no Conjunto Nacional: Objetos do Cotidiano, Vencedores do Prêmio Idea Brasil e Jóias do Artesanato Paulista (de jóias produzidas por designers que resgatam técnicas artesanais regionais). Na área Vestir, capitaneada pelo estilista Jum Nakao, a proposta é expor pela cidade roupas criadas especialmente por estilistas convidados, ao lado do molde e de instruções para que as pessoas possam copiá-las. Jum pretende dar início ainda ao projeto de um Museu Paulista de Moda. Exposições de design gráfico (Comunicar) e seminários em escolas de design (Pensar) completam esse primeiro desenho de programação.
Assim como acontece em Milão, a intenção é que o projeto cresça e ganhe eventos paralelos: mesmo que não sejam promovidos pela prefeitura, eles entrarão para o calendário do Viver Design. Neste primeiro ano, já teremos uma iniciativa assim: a exposição da obra do designer egípcio Karim Rashid, aberta a partir de 23 de outubro, no Instituto Tomie Ohtake, está anunciada na programação, e a prefeitura espera novas adesões à semana de design até novembro.NOTÍCIAS13/08/2008Por Lúcia Gurovitz -
Cinzeiro Ecológico
Ao redor do mundo, milhares de pessoas são fumantes e colocam a cabeça, o braço para fora, numa tentativa de reduzir a poluição no local onde estão fumando e ajudar a manter o ar menos “pesado” no ambiente. Por outro lado, milhões de pessoas que fumam dia e noite que não tem a menor preocupação com aqueles que não fumam . Embora não seja possível controlá-las, cada dia que se passa fica mais difícil fumar em lugares públicos, principalmente fechados. Podemos imaginar algumas maneiras em que o controle dos efeitos nocivos da fumaça de cigarro possam ser efetivos. A empresa Neo-Tec’s Iónica laçou o cinzeiro Iônico que pretende fazer exatamente isso.
Ela purifica o ar que a poluição é causada pelo fumo pelo fato de simplesmente quebrar partículas que transportam ions negativos, que eventualmente são atraídos pela carga positiva cúpula do cinzeiro.
O fator preço é perfeitamente aceitável de US$ 19,99.
Um boa razão para comprá-lo é que com um belo design em forma de porta cinzeiro e adaptador AC. Mas isso exige que você compre 4 pilhas AA para utilizá-lo.
Agora você tem pelo menos uma chance de salvar-se de toda a fumaça que você absorve como fumante passivo, graças ao Eco-friendly cinzeiro ionico Neo-Tec’s

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Logos e Designers das 10 marcas mais Poderosas de 2008.
Logos e Designers das 10 marcas mais Poderosas de 2008.
Por kriszha em World top BrandsDevido ao excesso de trabalho, me tornei mentalmente e fisicamente inquieto assim que eu pensei da tomada de descanso de uma semana ou duas. Durante esses dias, eu estava tomando uma xícara de café com um cigarro sentado no meu gramado. De repente, meus olhos revelaram a simplicidade do logotipo do Marlboro sobre o cigarro empacotado. Naquele momento, pensei, “Quem desenhou este logotipo?” Assim que eu fixei meu pensamento começei a olhar para ele. No que me chegou através da busca “Millward Brown’s top 100 marcas mais poderosas”, onde eu achei as 10 marcas top. Então, comecei a olhar para a história dos logotipos das 10 principais marcas e o resultado a minha pesquisa está logo abaixo.
Google
O actual logotipo oficial representa o nome “Google” no logotipo tipo baseado na tipográfia Catull que foi criada por Ruth Kedar. De vez em quando, a empresa utiliza diversas funcionalidades do logotipo que remetem para cumprimentos, e aniversários de personalidades famosas e feriados. Estas alterações tornaram-se conhecidas como Google Doodles e foram criadas pela primeira fondaters da empresa em 1999. O doodles estão atualmente concebidas por Dennis Hwang que criou mais de 150 doodles desde o ano de 2000.

GE (General Elétric)
A forma do logotipo é utilizada para transmitir um movimento em um sentido onde o principal objetivo é fazer com que o foco principal fica na letras inicais da empresa, sem desvirtuar a atenção da imagem. O logotipo tem uma dimensão e resolução suficientes para manter o foco destinado pela empresa ou organização, sem ser desnecessariamente de alto impacto. A imagem é utilizada para identificar a empresa General Electric, como um assunto de interesse público. O significado do logotipo é o de ajudar ao leitor a identificar a organização e ilustrar a imagem corporativa da organização enviando uma mensagem que de uma forma ou de outra, só não poderia transmitir.

Microsoft
O logotipo da Microsoft é o último exemplo de “De estilo reúne simplicidade”. O logotipo indica perfeitamente a missão da empresa de oferecer produtos de alta qualidade aos seus clientes. A 2 ª versão do logo da Microsoft foi feito com letras fantasia, aplicando um efeito só no ‘O’. Em 1987, Scott Baker implemetou o atual logótipo da Microsoft. Tal como foi concebido em fonte Helvetica itálico, o novo logotipo tinha uma barra entre os “o” e tinha o slogan “Se você quer ir hoje?” Tal como em 2006 alterou a sua tagline logo abaixo do nome da empresa com oslogan “Seu potencial, nossa paixão.”“Apesar de todas as transformações o logotipo da Microsoft e da sua principal mensagem tem-se mantido largamente inalterados.

Coca-Cola
Quem não sabe o que é “Coca Cola”? Um dos logos mais conhecidos do mundo, a marca Coca-Cola apareceu por volta de 1886, onde inicialmente o produto era muito famoso em Atlanta na Geórgia, porque a cidade foi um dos principais focos da proibição do álcool na época. A assinatura utilizada no logotipo foi desenhada pelo seu diretor Publicidade da época, Franc Robinson.

China Mobile
China Mobile Ltd.. É que detém o domínio da prestação de serviços de telecomunicação móvel na china e isso a faz a maior do mundo em assinantes de serviços detelecomunicações. A empresa foi registrada sob o nome in1997 china Telecom (Hong Kong, mas mudou seu nome em 2000 para China Mobile (Hong Kong). China mobile tem a sua sede em baseada e Hong Kong, e é uma empresa subsidiária da estatal china mobile communication.

IBM
A International Business Machines (1956) marca desenvolvida por Paul Rand, este logotipo foi criado a partir de uma fonte pouco utilizada na época chamada City medium, desenvolvida por Georg Tromp em 1930. Na década de 1970, Rand atualizou o logotipo colocando a fonte utilizada, em tiras com intenção de dar unidade entre as três letras e passar a idéia das linhas que se tornam visíveis nos monitores de vídeo. Durante uma tarde de 1950, Wilot Noyes consultor de Design da IBM procurou Paul Rand para expressar o quanto era extremamente avançada e atualizada a marca, que se identificava com a natureza dos produtos da IBM. E completou que para este efeito não estava à procura de um estilo, mas sim de uma coerência no design que se tornaria uma espécie de identidade, mas com uma forma muito flexível “.

Apple
Assim como o nome da companhia é “maçã”, foi utilizou uma maçã como sua principal forma de identificação. O primeiro logotipo da empresa era uma pequena maçã em uma árvore com a frase Apple Computer Co escrita em uma moldura na imagem. O primeiro era duro e muito complexo de visualizar, de tal forma que Regis McKenna após alguns anos mais tarde acrescentou uma “mordida marca” para simbolizar o conceito de sedução dos clientes. Posteriormente, foi substituído por uma maçã com as cores do arco-íris no logotipo, como a maçã da história bíblica de Adão e Eva a maçã representa o fruto da árvore do conhecimento.
O logotipo foi considerado como elemento de sorte para a empresa pois acreditam que o logo da maçã incentivou os clientes corporativos a comprar os produtos da marca da maçã e pela primeira vez após uma mudança de logo houve um aumento significativo na geração de lucro da empresa.
McDonald’s
McDonalds é o maior e mais conhecida cadeia de restaurantes de fast-food do mundo. Eles têm mais de 23000 restaurantes em mais de 100 países; Os “Arcos Dourados” como foi chamado o logotipo criado em 1962 por Jim Schindler, era para ser parecido com os novos o arcos construídos ao lados dos restaurantes. Eles chamavam o logotipo de “Arcos Dourados” em primeiro lugar, para passar a idéia de que os que possuem uma franquia McDonalds era como ter uma mina de ouro. Em segundo lugar, os arcos simbolizavam um lugar para se esconder, para se escapar. O logo do Mcdonald´s tenham sido amplamente visto como um símbolo do capitalismo ou da globalização, uma vez que o Mcdonald´s e a mais famosa corporação americana para o mercado global em grande escala.

Nokia
O primeiro logótipo da Nokia Company. Qual é a história sobre o peixe? Os salmões do rio próximo da fábrica Nokia? Nokia acabamentos de borracha Ltda. Além de calçados e de pneus, a Nokia manufaturados de borracha também fabricava tiras de borracha, peças industriais e gabardinas.
Depois vieram as “setas” no logo antes do slogan Connecting People.
O slogan Nokia “Connecting People” foi inventado por Ove Strand Berg.

Marlboro
Marlboro é uma marca de cigarros Philip Morris feitas dos E.U.A. e da Philip Morris International. É uma marca famosa por seus painéis publicitários e anúncios de revistas do cowboy da Marlboro. A marca recebeu este nome depois da construção da grande Marlborough Street, perto de sua fábrica original em Londres.

Eu me referi muitos sites, mas ainda não consegui achar que desenvolveu o logotipo da Marlboro. Se alguém souber quem desenvoveu ou onde eu posso encontrar essas informações, por favor, compartilhe com todos nós.
Referências:
1. MILLWARD o Reoprt de OPTIMOR MARROM em cima 100 Marcas, www.millwardbrown.com,
2. LogoOrange Desígnio Grupo, www.logoorange.com,
3. Wikipedia, www.wikipedia.org,
fonte:Kriszha.com
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Prótese com arte e estilo
Geralmente nas próteses, faltam um pouco de humanidade, estilo e graça. Freqüentemente, elas são vistas como uma engrenagem de uma máquina e nos trás aquele sentimento incômodo, de que aquela “peça” está totalmente fora do contexto, e às vezes chegando até nos deprimir. O escritório Eames’ usa materiais alternativos e o “contraplacado moldado” que sob todos os seus aspectos é a perna direita e esquerda de todos os designers de hoje.
Nós projetamos uma perna com Steve McQueen em mente. Nós buscamos dar um uso criativo positivo em um espaço negativo, um equilíbrio de materiais e uma reflexão da composição.Este projeto me ensinou a ampliar o uso de materiais de pesquisa. Nós entrevistamos vários amputados em fases variadas de aceitação, e nos juntamos aos especialistas para discutir tons de pele. Na etapa seguinte começamos por uma varredura laser 3D para gerar uma cópia e um ponto a partir do qual os dados são usados para criar uma réplica exata, só espelhada, o produto final é uma combinação de arte e ciência projetado para funcionar e inspirar.
Com uma gama extensa de técnicas, nós exploramos o desafio de projetar algo com o corpo em mente.Designer: Joanna M. Hawley
Fonte: Yanko Design - Modern Industrial Design New
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