20 backgrounds Criativos para Twitter e 10 designers gráficos para seguir no Twitter!

A quantidade de fãs do Twitter cresce vertiginosamente nos dias de hoje. Estou certo que muitos  de vocês já estão no twitter e estão descobrindo um monte de coisas legais que o Twitter pode fazer por nós. Uma das partes mais interessantes do Twitter são os incríveis e criativos backgrounds utilizados.
Sem dúvida, todos nós gostaríamos ter backgrounds incríveis para a nossa página do Twitter. Então, aqui você terá a oportunidade de conhecer 20 usuários do Twitter com seus backgrounds criativos.

twitter_bkg

graphicdesignblog.org/twitter-backgrounds-and-graphic-designers



Designer cria bicicleta dobrável

O usuário pode levar a bibicleta apenas numa mão. Sem correia, a bike funciona com um sistema de transferência de energia, que usa tubos hidráulicos e fluidos para pegar o embalo

Por ??poca NEG??CIOS Online
 Divulgação

Bicicleta dobrável : sem correia e sem suspensão

Depois de ter sua bicicleta roubada por três vezes, o designer inglês Dominic Hargreaves resolveu criar uma bike dobrável para poder carregá-la por aí. Batizada de ???The Contortionist??? (A contorcionista), a bicicleta fica do tamanho da circunferência de sua roda, 24 polegadas (cerca de 60 cm). E assim, permite que o usuário carregue sua magrela com apenas uma mão.

Além do design simples, a bicicleta de Hargreaves não tem correia. Funciona com um sistema de transferência de energia, que usa tubos hidráulicos e fluidos para pegar o embalo. Mas também não dispensa a ajuda do impulso dos pés nos pedais.

 Divulgação

Bicicleta: pode carregá-la com uma mão

Outra particularidade é que a bike não tem a suspensão tradicional (garfo para bicicleta). Conta apenas a estrutura de um lado da roda.

A bicicleta está concorrendo ao prêmio de design James Dyson, famoso da Inglaterra.

Formado na Royal College of Art, em Londres, Hargreaves pretende colocar a “The Contortionist” no mercado no próximo ano por por um preço aproximado de R$ 1.200 (400 libras).

Confira o vídeo de Dominic Hargreaves, o criador da “The Contortionist”, explicando como dobrar a bicicleta:




Designer cria prancha de surfe ???mais ágil??? para manobras radicais

Por ter curvas ao centro e pontas, a prancha consegue ser mais rápida do que as tradicionais

Por ??poca NEG??CIOS Online
O designer sueco Thomas Meyerhoffer criou uma prancha de surfe

que se tornou uma sensação nas praias da Califórnia, nos Estados Unidos. Desde o lançamento em junho deste ano, Meyerhoffer vendeu cerca de 1.000 unidades e já recebeu encomendas para fazer outras milhares até fevereiro. O motivo?

O designer assegura que prancha é mais rápida do que as tradicionais do surfe. Ele justifica esta tese com a hidrodinâmica do equipamento.???Por ter um formato com uma curva no meio, que lembra uma ampulheta (de forma bem remota), e ser mais pontiaguda, ela se torna mais ágil para manobras radicais.???

 Reprodução/

Meyerhoffer e sua criação

Meyerhoffer começou a desenvolver a prancha, que custa a partir de US$ 600 (o equivalente a R$ 1.200) em 2004. E, segundo reportagem do The New York Times, a prancha do sueco foi considerada por alguns especialistas do surfe como o salto mais radical no design de pranchas nos últimos 50 anos.

“Estou criando uma sensação diferente???, afirmou ele ao jornal norte-americano. ??? A diferença é igual a jogar tênis com uma raquete de madeira ou de metal. Ou jogar golfe com o taco de madeira.”

Meyerhoffer, 43 anos, já trabalhou na Porsche e na Apple como designer. Em seu currículo, há computadores, cadeiras, óculos para esqui e embalagens de papel toalha. E agora: pranchas. ???Depois dela, comecei a surfar???, afirma.

Vejo o vídeo do teste das pranchas do designer sueco Thomas Meyerhoffer





Luminária Modular

Luminária modular que se adapta de acordo com a ocasião.

Apesar da importância de uma ocasião, juntamente com decoração ornamentada a iluminação desempenha um papel importante na criação da atmosfera. Inspirando-se nas curvas tradicionais coreana e do conceito de bloco, o designer coreano Sung Woo Park surgiu com uma luminária modular que não é apenas moderna em design, mas também muito funcional no uso. Tudo o que você tem a fazer é uma pilha de anéis um em cima do outro de acordo com o humor de uma ocasião especial a seu gosto. Oferecendo uma vasta gama de tonalidades ou opções de cores, as camadas da lâmpada personalizável, podem ser encontradas no vermelho, roxo, verde, azul, laranja e branco, permitindo que o ambiente se torne colorido a seu gosto.

Via: Parkwoosung/ Trendier
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Design como diferencial competitivo no PDV

Empresas investem na imagem dos pontos-de-venda para se diferenciar

A aparência de um ponto-de-venda pode resultar em compra e, por isso, o varejo investe cada vez mais em design para que tudo fique mais bonito aos olhos do consumidor. Tudo vale para influenciar a decisão de compra e nada melhor que um produto bem exposto, com recursos tecnológicos e criatividade para gerar vendas. Apesar de estudos feitos para entender e perceber a lógica que motiva o consumo, cada pessoa absorve e reage de acordo com suas emoções e a história contada pela marca dentro e fora do ponto-de-venda.

No primeiro momento, um ambiente bem decorado atrai o consumidor para a loja. Ao se sentir bem no local, é maior a probabilidade dele permanecer mais tempo observando os produtos até que encontre algum item que o agrade. Além disso, o serviço oferecido pela loja também faz parte do pacote para encantar o consumidor, fazendo com que ele queira levar para casa um ???pedaço??? do ponto-de-venda ??? ou da marca ??? para casa.

A experiência com a marca está ligada ao Marketing promocional que no Brasil, em 2008, movimentou R$ 27 milhões, número 17,4% maior que o ano anterior. Para 2009, a Associação de Marketing Promocional (Ampro) estima um crescimento de dois dígitos. Desta forma, os pontos-de-venda estarão cada vez mais chamativos e inseridos no conceito de uma marca usando o design como diferencial competitivo.

Concorrência X experiência
O design no ponto-de-venda pode aumentar as vendas de uma empresa e isto já não é novidade para a MChecon, empresa especializada em montagem de estande e cenografia. Segundo o presidente Marcelo Checon, é no ponto-de-venda que está a verdadeira briga com a concorrência. ????? para lá que se convergem todos os esforços de Marketing, que também trabalha com estímulo, e o visual conta muito neste momento. Travamos uma verdadeira batalha pela mente do consumidor???, conta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um bom exemplo da importância do design para um ponto-de-venda é numa feira de marcas de um mesmo segmento. ????? fato que ganha atenção do cliente a marca com o estande mais criativo, desde a entrada até os elementos de sua estrutura e também a sua localização. As pessoas param para ver, degustar e acabam comprando mesmo???, acredita Checon.

O design gera atratividade principalmente se oferecer inovação tecnológica e levar o consumidor a um novo patamar de experiência. Desta forma é mais fácil reforçar a identidade de marca e o branding da empresa. ???O design tem característica de ser lúdico, de gerar entretenimento. Nas últimas décadas o consumidor percebe mais o que é atrativo, estético, e começa a entender essas características de um bom design como o desenho do objeto, aarquitetura da loja e o conforto???, explica a professora da ESPM, Heloísa Omine (foto), ao site.

Do  Mundo do Marketing

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Designer desenvolve celular em Braille para deficientes visuaisDesign

Plástico eletroativo permitiu impressão em código no telefone conceito.
Aparelho que facilita envio de torpedos ganhou prêmio mundial de design.

O Braille Concept Phone é um celular universal conceito capaz de oferecer liberdade aos deficientes visuais na hora de fazer suas próprias ligações. O designer Seonkeun Park criou o produto a partir de um plástico eletroativo que facilitou a gravação das teclas em código Braille, segundo o blog ‘Tuvie’. Assim, é possível até mandar mensagens de texto. O celular Braille é um dos vencedores do Red Dot Awards 2009, uma dos mais conceituados prêmios de design do mundo, lembrou o blog ‘Like Cool’. (Foto: Reprodução)

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Do G1



100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico

Lançamento simultâneo no mundo todo em agosto de 2009, o livro 100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico chega também ao Brasil em sua primeira edição, pela Cosac Naify.

Jason Godfrey ?? o autor ?? é designer, bibliófilo, diretor da Godfrey Design, em Londres, e escreveu os comentários publicados no livro. A edição é organizada em seis seções: ??Tipografia?, ??Livros de referência?, ??Didáticos?, ??Histórias?, ??Antologias? e ??Monografias?.
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O Design de 2011 Tendências estéticas e conceituais para o design de 2011.

Sempre atentos às mudanças de padrões comportamentais, designers do mundo todo já antecipam algumas das principais tendências para 2011. Entre conceitos, formas, cores, texturas e funcionalidade; vemos que algumas das propostas já apresentadas nas últimas temporadas ainda serão trabalhadas e estarão mais acessíveis na virada da década.

Para as cores e padronagens as três macro-tendências até então apontadas por especialistas envolvem neutros coloridos, nudes, metálicos, off-whites, soturnos e cores com brilho intenso. O ??mood? da alma ?? estado de espírito -, caseiro e a eletricidade urbana serão as temáticas que nortearão a coloração do arco-íris.

A novidade de padrões fica por conta da aproximação máxima das cores, literalmente. O Royal College of Art trabalhou sob o conceito do pixel e aplicou o resultado obtido em tecidos que estarão forrando, principalmente, sofás, bancos e cadeiras.

O design elaborado com base na tendência emotiva exigirá uma criatividade simples. Humilde, o luxo será concebido de forma mais clássica. A simplicidade estará em alta, já que a sociedade buscará viver a vida plenamente, valorizando novos preceitos. O vintage, a reutilização, a reinvenção e imaginação para criar produtos fora do convencional serão apreciados na fase em que o consumo será mais consciente.

Seguindo a preocupação ambiental; o design ecológico viverá uma de suas melhores fases. Arquiteturas, formas, produtos e materiais renováveis que exploram a natureza de maneira positiva serão trabalhados ilustrando que o espaço verde pode co-existir com a vida urbana das cidades modernas. No evento denominado TreeLife grandes nomes da arquitetura, arte e design modernos internacionais serão reunidos a fim de analisar as ??casas na árvore? e integração entre esses ambientes distintos.

Do Portais da moda



Universidades ensinam errado

A universidade (ou centro universitário, depende do status de cada um) tem como objetivo ensinar aos alunos o correto, não é? E quando acontece de uma estar ensinando métodos antiquado?

Eu estudo na Universidade Tuiuti do Paraná, curso de design gráfico. A UTP tem vários professores que trabalham há anos na área e são entendidos do assunto, nisto dou os devidos créditos. Mas faltam professores que estão a par das novas tecnologias. E isto inclui web. E não é só nesta universidade: outras fazem a mesma coisa.

Em um dos Encontros de Blogueiros Curitibanos, conversei com o Bruno Mendonça que estuda na PUCPR e descobri que ele tem o mesmo problema com alguns professores: eles simplesmente não estão atualizados! Não sabem o que é um Profissional de Mídia Social, não sabem o que é AdWords, não sabem o que é SEO, não sabem o que é CSS. E isso não é raro acontecer. Ouvi várias histórias de alunos que sabiam mais do que seus professores, ou cujos professores não admitiam que os alunos estivessem mais por dentro da atualidade que eles.

??Mas Canha, ninguém tem obrigação de saber destas coisas!? Ok, concordo com você. Ninguém tem obrigação de saber, exceto aqueles que devem nos ensinar estas coisas. Oras, se você está ensinando aos seus alunos como desenvolver um site, você vai ensiná-los seguindo as novas tecnologias. Você não vai mostrá-los como fazer sites em tabela, por exemplo. Por quê? Porque é errado!

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 ??Ah, mas um designer só precisa fazer o visual do site. Ele não deve se preocupar em programar. O programador que se vire com isto!? Ah sim, pois o arquiteto não precisa saber como se constrói uma casa: ele só precisa saber desenhar. Mas é claro que precisa! Um web designer que não sabe programar o mínimo em HTML e CSS vai rapidamente perder mercado para um micreiro que saiba.

Que tipo de universidade que se preze vai fazer um site inteiramente em tabelas? Que tipo de departamento de design vai fazer o seu site ser incompatível com outros navegadores que não sejam o IE? Que não ensina o que é usabilidade e acessibilidade na web?

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 Por que é importante que o corpo docente da faculdade / universidade / curso técnico estejam atualizados? Mercado de trabalho, oras! Se você não sabe o que está acontecendo hoje em dia, você está atrasado!

Então está dado o recado: prezados reitores, coordenadores de cursos e professores: atualizem-se! Pois quem sai perdendo não é apenas o aluno, mas a instituição de ensino também!

(Por favor, se sua universidade está ensinando coisas erradas ou desatualizadas, recomende este post ao seu coordenador de curso ou reitor)




Quando o design facilita

São Paulo, 20 de Agosto de 2008 – Graduado em arquitetura e profissional de design por vocação, o empresário gaúcho Luciano Deos vibra de alegria com detalhes que, para os leigos, passariam despercebidos. A conexão USB de seu notebook é um exemplo. “Olha aqui”, diz, enquanto aponta para o equipamento. “Tem um imã bem na entrada USB, é diferente do encaixe comum. ? só colocar o cabo perto da entrada e pronto: imã faz funcionar. ? sensacional!”.
Sócio da consultoria em design GAD, fundada no Rio Grande do Sul em 1984 e que atua também em São Paulo desde 2001 – e cujo faturamento em 2008 deve ser de R$ 20 milhões -, Deos cita o exemplo do notebook para demonstrar o grande desafio do setor de design hoje: mostrar que a atividade não é apenas uma ferramenta relacionada ao aspecto estético, como costuma ser associada, mas sim um instrumento que gera inovação e atua no desenvolvimento de produtos.
A grande cartada do setor para firmar essa nova imagem será dada no Brazil Design Week, feira de negócios que será realizada entre os dias 9 e 14 de setembro no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Organizado pela Associação Brasileira de Design (Abedesign), da qual Deos é vice-presidente, o evento está orçado em R$ 2 milhões e reunirá toda a cadeia de negócios da área de design.
Gazeta Mercantil – Como está organizada e quais os objetivos da Brazil Design Week?
O evento surgiu como parte do convênio que temos há dois anos com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), para promoção comercial dos serviços de design no exterior. Percebemos que, para vender nossos serviços em outros países, precisávamos qualificar ainda mais o mercado interno e criar musculatura. O convênio compreende um conjunto de ações no Brasil e no exterior.
Gazeta Mercantil – Essa é a primeira grande ação da parceria?
Sim. Sou vice-presidente da associação e coordeno esse convênio. O objetivo foi desenhar um evento que tivesse um foco diferente dos demais já realizados no setor de design, que geralmente são no formato de bienais. Buscamos uma estrutura que fosse voltada a negócios e que mudasse a dinâmica de relacionamento entre os agentes da cadeia – profissionais de design, a indústria e os agentes de fomento e financiamento. Objetivo é aproximar esses três agentes e mudar a percepção do mercado em relação à contribuição estratégica do design na área de inovação. A expectativa é que esse evento seja um marco para o setor.
Gazeta Mercantil – Por que a necessidade de mudar a percepção do mercado em relação ao design?
A maioria das empresas nacionais ainda vê o design como algo estético, enquanto as multinacionais mais sofisticadas o enxergam como um grande diferencial porque ele gera inovação quando está atrelado à estratégia da corporação. Ao gerar inovação, ele cria valor e diferenciação no mercado. Em resumo, queremos mostrar que design é a grande ferramenta para gerar inovação – e por um custo baixo. A inovação via design é mais barata que aquela proporcionada pela tecnologia. Para dar uma idéia, grandes empresas internacionais têm vice-presidente de design. ? o caso da Nokia, Samsung, Procter & Gamble.
Gazeta Mercantil – Como mudar a percepção do mercado?
Um dos caminhos é divulgar, na Brazil Design Week, grandes casos nacionais e internacionais de companhias que criaram valor por meio da inovação em produtos e serviços. E também mostrar exemplos de empresas nacionais pequenas, porque design não é só para grandes corporações. Um exemplo disso é a Coza, de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, empresa de utilidades plásticas domésticas. Outro maneira de mostrar são os seminários por áreas da indústria, como a moveleira, plásticos, limpeza. Há também fóruns políticos, que discutirão políticas estratégicas de países em relação ao design. Queremos entender como algumas nações trabalham a questão do ponto de vista de estratégia governamental. Estamos trazendo a principal referência mundial no tema, que é a Inglaterra, por meio do British Design Council. Com mais de 50 anos, é o órgão mais relevante no mundo nessa área. Seus representantes vão contar como é a experiência do órgão e como o processo se deu na Inglaterra. Traremos também o Korea Institute of Design Promotion, que é o órgão coreano. Assim, traremos um país que trabalha a questão do design há muito tempo, desde o pós-guerra, e um mercado emergente, a Coréia, que deu uma arrancada impressionante nos últimos dez anos. Basta ver os exemplos de Hyundai, Samsung, LG. Como elas saíram de um contexto de mão de obra barata, produção de itens simples, de baixo custo e começam a criar valor por meio do design e inovação? Discutiremos também o caso da Espanha, que é um emergente do velho continente.
Gazeta Mercantil – Pode explicar melhor como o design pode ser alvo uma estratégia governamental ?
Tem tudo a ver com a estratégia de desenvolvimento do País. A Coréia tem uma política de eleger os grandes grupos e os principais setores para se tornarem grandes multinacionais. Nesses casos, as companhias estabelecem uma estratégia de negócios – capacidade de produção, comercialização em diversos países, inserção da tecnologia. Ou seja, primeiro eles ingressam no mercado com baixo preço. Depois passa a criar valor por meio da marca, inovação e design. ? o que a China vai fazer também. Por enquanto China não vende marca e nem valor. Ela vende preço. Mas já iniciou o desafio de construir marca. A Coréia está um passo adiante, já fez isso com algumas marcas. Basta relembrar qual era a percepção de marca que tínhamos da Coréia há 10 anos. Um dos fóruns do congresso vai discutir só políticas de fomento. Isso porque todo dia lemos notícias de que existem recursos para isso e para aquilo, mas, na prática, não vemos as empresas obtendo verba para inovação e desenvolvimento de produtos. Pretendemos colocar todos os organismos que dizem que têm linhas de crédito para um debate que deixe claro os caminhos. Essas instituições também estarão presentes.
Gazeta Mercantil – Por que o design deve ser visto como algo estratégico para uma companhia?
Quando o assunto é design, pensamos em um instrumento para transformar as estratégias de negócios em produtos e serviços. A premissa do design é ser uma forma de projetar que contempla uma visão multidisciplinar orientada para o consumidor e para a inovação. ? o design como processo, metodologia.
Gazeta Mercantil – Qual a contribuição da feira de negócios para a organização das empresas do setor?
Não tem como uma indústria crescer se não houver inteligência e maturidade. Ninguém faz nada sozinho. Não se pode enxergar o outro como concorrente, todo mundo é aliado. Está na hora de o setor se organizar e pensar de forma madura. E nossa indústria é um pouco cética em relação a isso. Por isso temos dificuldade em obter patrocínio da iniciativa privada para o evento. As empresas embarcam depois que o projeto acontece e vira sucesso. Mas digo nesses caso que, se não tivermos no setor empresas com departamentos de recursos humanos, comunicação e consultoria competentes, não teremos um mercado forte. Todo mundo precisa se ajudar nesse sentido.
Gazeta Mercantil – Como o senhor define o segmento de design hoje?
Esse segmento tem um perfil hoje profundamente multidisciplinar. Exige pessoas que tenham cultura de investigação e observação, visão de produto, varejo, inteligência em marketing e comunicação. Durante muito tempo estivemos preocupados em dizer para as companhias como elas deveriam fazer algo, a partir de suas demandas. O desafio hoje é ajudar as empresas a definirem suas demandas. A questão não é mais pensar em como as empresas fazem algo, mas sim o que elas fazem. Nosso trabalho é fundamentalmente de consultoria.
Gazeta Mercantil – Um dos setores que investem muito em design é o de celulares. Neste caso, o design combina o aspecto estético, que é fundamental para esse segmento, com o estudo das funcionalidades do produto?
O trabalho envolve estética e funcionalidades. O design necessariamente passa pela questão da funcionalidade, interface, meios para facilitar o uso. Vou citar um exemplo que não é celular, mas serve. Possuo um iMac, notebook da Apple. A entrada USB do equipamento tem um imã que possibilita o encaixe no notebook. Isso me faz lembrar daquele ditado “Deus está nos detalhes”. Todo dia acoplo essa USB com imã no notebook e sinto o maior prazer. Imagina o cara que projetou isso? Pode ser que ele tenha pensado nisso para baixar custo, não sei. ? um exemplo da utilização do design para facilitar o uso pelo consumidor, melhorar a funcionalidade do produto.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 1)
(Clayton Melo)




Logos e Designers das 10 marcas mais Poderosas de 2008.

Logos e Designers das 10 marcas mais Poderosas de 2008.
Por kriszha em World top Brands

Devido ao excesso de trabalho, me tornei mentalmente e fisicamente inquieto assim que eu pensei da tomada de descanso de uma semana ou duas. Durante esses dias, eu estava tomando uma xícara de café com um cigarro sentado no meu gramado. De repente, meus olhos revelaram a simplicidade do logotipo do Marlboro sobre o cigarro empacotado. Naquele momento, pensei, “Quem desenhou este logotipo?” Assim que eu fixei meu pensamento começei a olhar para ele. No que me chegou através da busca  “Millward Brown’s top 100 marcas mais poderosas”, onde eu achei as 10 marcas top. Então, comecei a olhar para a história dos logotipos das 10 principais marcas e o resultado a minha pesquisa está logo abaixo.

Google
O actual logotipo oficial representa o nome “Google” no logotipo tipo baseado na tipográfia Catull que foi criada por Ruth Kedar. De vez em quando, a empresa utiliza diversas funcionalidades do logotipo que remetem para cumprimentos, e aniversários de personalidades famosas e feriados. Estas alterações tornaram-se conhecidas como Google Doodles e foram criadas pela primeira fondaters da empresa em 1999. O doodles estão atualmente concebidas por Dennis Hwang que criou mais de 150 doodles desde o ano de 2000.
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GE (General Elétric)
A forma do logotipo é utilizada para transmitir um movimento em um sentido onde o principal objetivo é fazer com que o foco principal fica na letras inicais da empresa, sem desvirtuar a atenção da imagem. O logotipo tem uma dimensão e resolução suficientes para manter o foco destinado pela empresa ou organização, sem ser desnecessariamente de alto impacto. A imagem é utilizada para identificar a empresa General Electric, como um assunto de interesse público. O significado do logotipo é o de ajudar ao leitor a identificar a organização e ilustrar a imagem corporativa da organização enviando uma mensagem que de uma forma ou de outra, só não poderia transmitir.
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Microsoft
O logotipo da Microsoft é o último exemplo de “De estilo reúne simplicidade”. O logotipo indica perfeitamente a missão da empresa de oferecer produtos de alta qualidade aos seus clientes. A 2 ª versão do logo da Microsoft foi feito com letras fantasia, aplicando um efeito só no ??O’. Em 1987, Scott Baker implemetou o atual logótipo da Microsoft. Tal como foi concebido em fonte Helvetica itálico, o novo logotipo tinha uma barra entre os “o” e tinha o slogan “Se você quer ir hoje?” Tal como em 2006 alterou a sua tagline logo abaixo do nome da empresa com oslogan “Seu potencial, nossa paixão.”

“Apesar de todas as transformações o logotipo da Microsoft e da sua principal mensagem tem-se mantido largamente inalterados.
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Coca-Cola
Quem não sabe o que é “Coca Cola”? Um dos logos mais conhecidos do mundo, a marca Coca-Cola apareceu por volta de 1886, onde inicialmente o produto era muito famoso em Atlanta na Geórgia, porque a cidade foi um dos principais focos da proibição do álcool na época. A assinatura utilizada no logotipo foi desenhada pelo seu diretor Publicidade da época, Franc Robinson.
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China Mobile
China Mobile Ltd.. ? que detém o domínio da prestação de serviços de telecomunicação móvel na china e isso a faz a maior do mundo em assinantes de serviços detelecomunicações. A empresa foi registrada sob o nome in1997 china Telecom (Hong Kong, mas mudou seu nome em 2000 para China Mobile (Hong Kong). China mobile tem a sua sede em baseada e Hong Kong, e é uma empresa subsidiária da estatal china mobile communication.
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IBM
A International Business Machines (1956) marca desenvolvida por Paul Rand, este logotipo foi criado a partir de uma fonte pouco utilizada na época chamada City medium, desenvolvida por Georg Tromp em 1930. Na década de 1970, Rand atualizou o logotipo colocando a fonte utilizada, em tiras com intenção de dar unidade entre as três letras e passar a idéia das linhas que se tornam visíveis nos monitores de vídeo. Durante uma tarde de 1950, Wilot Noyes consultor de Design da IBM procurou Paul Rand para expressar o quanto era extremamente avançada e atualizada a marca, que se identificava com a natureza dos produtos da IBM. E completou que para este efeito não estava à procura de um estilo, mas sim de uma coerência no design que se tornaria uma espécie de identidade, mas com uma forma muito flexível “.
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Apple
Assim como o nome da companhia é “maçã”, foi utilizou uma maçã como sua principal forma de identificação. O primeiro logotipo da empresa era uma pequena maçã em uma árvore com a frase Apple Computer Co escrita em uma moldura na imagem. O primeiro era duro e muito complexo de visualizar, de tal forma que Regis McKenna após alguns anos mais tarde acrescentou uma “mordida marca” para simbolizar o conceito de sedução dos clientes. Posteriormente, foi substituído por uma maçã com as cores do arco-íris no logotipo, como a maçã da história bíblica de  Adão e Eva a maçã representa o fruto da árvore do conhecimento.
O logotipo foi considerado como elemento de sorte para a empresa pois acreditam que o logo da maçã incentivou os clientes corporativos a comprar os produtos da marca da maçã e pela primeira vez após uma mudança de logo houve um aumento significativo na geração de lucro da empresa.
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McDonald’s
McDonalds é o maior e mais conhecida cadeia de restaurantes de fast-food do mundo. Eles têm mais de 23000 restaurantes em mais de 100 países; Os “Arcos Dourados” como foi chamado o logotipo criado em 1962 por Jim Schindler, era para ser parecido com os novos o arcos construídos ao lados dos restaurantes. Eles chamavam o logotipo de “Arcos Dourados” em primeiro lugar, para passar a idéia de que os que possuem uma franquia McDonalds era como ter uma mina de ouro. Em segundo lugar, os arcos simbolizavam um lugar para se esconder, para se escapar. O logo do Mcdonald´s tenham sido amplamente visto como um símbolo do capitalismo ou da globalização, uma vez que o Mcdonald´s e a mais famosa corporação americana para o mercado global em grande escala.
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Nokia
O primeiro logótipo da Nokia Company. Qual é a história sobre o peixe? Os salmões do rio próximo da fábrica Nokia? Nokia acabamentos de borracha Ltda. Além de calçados e de pneus, a Nokia manufaturados de borracha também fabricava tiras de borracha, peças industriais e gabardinas.
Depois vieram as “setas” no logo antes do slogan Connecting People.
O slogan Nokia “Connecting People” foi inventado por Ove Strand Berg.
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Marlboro
Marlboro é uma marca de cigarros Philip Morris feitas dos E.U.A. e da Philip Morris International. ? uma marca famosa por seus painéis publicitários e anúncios de revistas do cowboy da Marlboro. A marca recebeu este nome depois da construção da grande Marlborough Street, perto de sua fábrica original em Londres.
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Eu me referi muitos sites, mas ainda não consegui achar que desenvolveu o logotipo da Marlboro. Se alguém souber quem desenvoveu ou onde eu posso encontrar essas informações, por favor, compartilhe com todos nós.

 Referências: 

1. MILLWARD o Reoprt de OPTIMOR MARROM em cima 100 Marcas, www.millwardbrown.com, 

2. LogoOrange Desígnio Grupo, www.logoorange.com, 

3. Wikipedia, www.wikipedia.org,

fonte:Kriszha.com




Prótese com arte e estilo

Geralmente nas próteses, faltam um pouco de humanidade, estilo e graça. Freqüentemente, elas são vistas como uma engrenagem de uma máquina e nos trás aquele sentimento incômodo, de que aquela ??peça? está totalmente fora do contexto, e às vezes chegando até nos deprimir. O escritório Eames’ usa materiais alternativos e o “contraplacado moldado” que sob todos os seus aspectos é a perna direita e esquerda de todos os designers de hoje.

Nós projetamos uma perna com Steve McQueen em mente. Nós buscamos dar um uso criativo positivo em um espaço negativo, um equilíbrio de materiais e uma reflexão da composição. 
Este projeto me ensinou a ampliar o uso de materiais de pesquisa. Nós entrevistamos vários amputados em fases variadas de aceitação, e nos juntamos aos especialistas para discutir tons de pele. Na etapa seguinte começamos por uma varredura laser 3D para gerar uma cópia e um ponto a partir do qual os dados são usados para criar uma réplica exata, só espelhada, o produto final é uma combinação de arte e ciência projetado para funcionar e inspirar.
Com uma gama extensa de técnicas, nós exploramos o desafio de projetar algo com o corpo em mente. 

 Designer: Joanna M. Hawley

Fonte: Yanko Design Modern Industrial Design New