O Design de 2011 Tendências estéticas e conceituais para o design de 2011.

Sempre atentos às mudanças de padrões comportamentais, designers do mundo todo já antecipam algumas das principais tendências para 2011. Entre conceitos, formas, cores, texturas e funcionalidade; vemos que algumas das propostas já apresentadas nas últimas temporadas ainda serão trabalhadas e estarão mais acessíveis na virada da década.

Para as cores e padronagens as três macro-tendências até então apontadas por especialistas envolvem neutros coloridos, nudes, metálicos, off-whites, soturnos e cores com brilho intenso. O ??mood? da alma ?? estado de espírito -, caseiro e a eletricidade urbana serão as temáticas que nortearão a coloração do arco-íris.

A novidade de padrões fica por conta da aproximação máxima das cores, literalmente. O Royal College of Art trabalhou sob o conceito do pixel e aplicou o resultado obtido em tecidos que estarão forrando, principalmente, sofás, bancos e cadeiras.

O design elaborado com base na tendência emotiva exigirá uma criatividade simples. Humilde, o luxo será concebido de forma mais clássica. A simplicidade estará em alta, já que a sociedade buscará viver a vida plenamente, valorizando novos preceitos. O vintage, a reutilização, a reinvenção e imaginação para criar produtos fora do convencional serão apreciados na fase em que o consumo será mais consciente.

Seguindo a preocupação ambiental; o design ecológico viverá uma de suas melhores fases. Arquiteturas, formas, produtos e materiais renováveis que exploram a natureza de maneira positiva serão trabalhados ilustrando que o espaço verde pode co-existir com a vida urbana das cidades modernas. No evento denominado TreeLife grandes nomes da arquitetura, arte e design modernos internacionais serão reunidos a fim de analisar as ??casas na árvore? e integração entre esses ambientes distintos.

Do Portais da moda



Mostra reúne fotografias feitas por cegos

Mostra reúne fotografias feitas por cegos; veja

Artistas de ‘Sight Unseen’ retratam cenas do cotidiano ou ‘fantasias’ formadas em suas mentes.

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– Uma exposição de fotografia nos Estados Unidos está atraindo a atenção por um motivo inusitado: todos os artistas participantes são deficientes visuais – muitos são completamente cegos.

A mostra Sight Unseen (“Vista não vista”, em tradução livre), em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligado à Universidade da Califórnia em Riverside, reúne mais de cem imagens realizadas por 12 profissionais de cinco países.

Nelas, os artistas retratam cenas do cotidiano ou saídas de suas próprias mentes.

“A maioria dos fotógrafos enxergam para fotografar. Estes artistas fotografam para enxergar”, resume o curador da exibição, Douglas McCulloh.

Sight Unseen fica em cartaz até 29 de agosto. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. ?? proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

O Estadão online
terça-feira, 9 de junho de 2009, 06:51 | Online




Universidades ensinam errado

A universidade (ou centro universitário, depende do status de cada um) tem como objetivo ensinar aos alunos o correto, não é? E quando acontece de uma estar ensinando métodos antiquado?

Eu estudo na Universidade Tuiuti do Paraná, curso de design gráfico. A UTP tem vários professores que trabalham há anos na área e são entendidos do assunto, nisto dou os devidos créditos. Mas faltam professores que estão a par das novas tecnologias. E isto inclui web. E não é só nesta universidade: outras fazem a mesma coisa.

Em um dos Encontros de Blogueiros Curitibanos, conversei com o Bruno Mendonça que estuda na PUCPR e descobri que ele tem o mesmo problema com alguns professores: eles simplesmente não estão atualizados! Não sabem o que é um Profissional de Mídia Social, não sabem o que é AdWords, não sabem o que é SEO, não sabem o que é CSS. E isso não é raro acontecer. Ouvi várias histórias de alunos que sabiam mais do que seus professores, ou cujos professores não admitiam que os alunos estivessem mais por dentro da atualidade que eles.

??Mas Canha, ninguém tem obrigação de saber destas coisas!? Ok, concordo com você. Ninguém tem obrigação de saber, exceto aqueles que devem nos ensinar estas coisas. Oras, se você está ensinando aos seus alunos como desenvolver um site, você vai ensiná-los seguindo as novas tecnologias. Você não vai mostrá-los como fazer sites em tabela, por exemplo. Por quê? Porque é errado!

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 ??Ah, mas um designer só precisa fazer o visual do site. Ele não deve se preocupar em programar. O programador que se vire com isto!? Ah sim, pois o arquiteto não precisa saber como se constrói uma casa: ele só precisa saber desenhar. Mas é claro que precisa! Um web designer que não sabe programar o mínimo em HTML e CSS vai rapidamente perder mercado para um micreiro que saiba.

Que tipo de universidade que se preze vai fazer um site inteiramente em tabelas? Que tipo de departamento de design vai fazer o seu site ser incompatível com outros navegadores que não sejam o IE? Que não ensina o que é usabilidade e acessibilidade na web?

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 Por que é importante que o corpo docente da faculdade / universidade / curso técnico estejam atualizados? Mercado de trabalho, oras! Se você não sabe o que está acontecendo hoje em dia, você está atrasado!

Então está dado o recado: prezados reitores, coordenadores de cursos e professores: atualizem-se! Pois quem sai perdendo não é apenas o aluno, mas a instituição de ensino também!

(Por favor, se sua universidade está ensinando coisas erradas ou desatualizadas, recomende este post ao seu coordenador de curso ou reitor)




Quando o design facilita

São Paulo, 20 de Agosto de 2008 – Graduado em arquitetura e profissional de design por vocação, o empresário gaúcho Luciano Deos vibra de alegria com detalhes que, para os leigos, passariam despercebidos. A conexão USB de seu notebook é um exemplo. “Olha aqui”, diz, enquanto aponta para o equipamento. “Tem um imã bem na entrada USB, é diferente do encaixe comum. ? só colocar o cabo perto da entrada e pronto: imã faz funcionar. ? sensacional!”.
Sócio da consultoria em design GAD, fundada no Rio Grande do Sul em 1984 e que atua também em São Paulo desde 2001 – e cujo faturamento em 2008 deve ser de R$ 20 milhões -, Deos cita o exemplo do notebook para demonstrar o grande desafio do setor de design hoje: mostrar que a atividade não é apenas uma ferramenta relacionada ao aspecto estético, como costuma ser associada, mas sim um instrumento que gera inovação e atua no desenvolvimento de produtos.
A grande cartada do setor para firmar essa nova imagem será dada no Brazil Design Week, feira de negócios que será realizada entre os dias 9 e 14 de setembro no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Organizado pela Associação Brasileira de Design (Abedesign), da qual Deos é vice-presidente, o evento está orçado em R$ 2 milhões e reunirá toda a cadeia de negócios da área de design.
Gazeta Mercantil – Como está organizada e quais os objetivos da Brazil Design Week?
O evento surgiu como parte do convênio que temos há dois anos com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), para promoção comercial dos serviços de design no exterior. Percebemos que, para vender nossos serviços em outros países, precisávamos qualificar ainda mais o mercado interno e criar musculatura. O convênio compreende um conjunto de ações no Brasil e no exterior.
Gazeta Mercantil – Essa é a primeira grande ação da parceria?
Sim. Sou vice-presidente da associação e coordeno esse convênio. O objetivo foi desenhar um evento que tivesse um foco diferente dos demais já realizados no setor de design, que geralmente são no formato de bienais. Buscamos uma estrutura que fosse voltada a negócios e que mudasse a dinâmica de relacionamento entre os agentes da cadeia – profissionais de design, a indústria e os agentes de fomento e financiamento. Objetivo é aproximar esses três agentes e mudar a percepção do mercado em relação à contribuição estratégica do design na área de inovação. A expectativa é que esse evento seja um marco para o setor.
Gazeta Mercantil – Por que a necessidade de mudar a percepção do mercado em relação ao design?
A maioria das empresas nacionais ainda vê o design como algo estético, enquanto as multinacionais mais sofisticadas o enxergam como um grande diferencial porque ele gera inovação quando está atrelado à estratégia da corporação. Ao gerar inovação, ele cria valor e diferenciação no mercado. Em resumo, queremos mostrar que design é a grande ferramenta para gerar inovação – e por um custo baixo. A inovação via design é mais barata que aquela proporcionada pela tecnologia. Para dar uma idéia, grandes empresas internacionais têm vice-presidente de design. ? o caso da Nokia, Samsung, Procter & Gamble.
Gazeta Mercantil – Como mudar a percepção do mercado?
Um dos caminhos é divulgar, na Brazil Design Week, grandes casos nacionais e internacionais de companhias que criaram valor por meio da inovação em produtos e serviços. E também mostrar exemplos de empresas nacionais pequenas, porque design não é só para grandes corporações. Um exemplo disso é a Coza, de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, empresa de utilidades plásticas domésticas. Outro maneira de mostrar são os seminários por áreas da indústria, como a moveleira, plásticos, limpeza. Há também fóruns políticos, que discutirão políticas estratégicas de países em relação ao design. Queremos entender como algumas nações trabalham a questão do ponto de vista de estratégia governamental. Estamos trazendo a principal referência mundial no tema, que é a Inglaterra, por meio do British Design Council. Com mais de 50 anos, é o órgão mais relevante no mundo nessa área. Seus representantes vão contar como é a experiência do órgão e como o processo se deu na Inglaterra. Traremos também o Korea Institute of Design Promotion, que é o órgão coreano. Assim, traremos um país que trabalha a questão do design há muito tempo, desde o pós-guerra, e um mercado emergente, a Coréia, que deu uma arrancada impressionante nos últimos dez anos. Basta ver os exemplos de Hyundai, Samsung, LG. Como elas saíram de um contexto de mão de obra barata, produção de itens simples, de baixo custo e começam a criar valor por meio do design e inovação? Discutiremos também o caso da Espanha, que é um emergente do velho continente.
Gazeta Mercantil – Pode explicar melhor como o design pode ser alvo uma estratégia governamental ?
Tem tudo a ver com a estratégia de desenvolvimento do País. A Coréia tem uma política de eleger os grandes grupos e os principais setores para se tornarem grandes multinacionais. Nesses casos, as companhias estabelecem uma estratégia de negócios – capacidade de produção, comercialização em diversos países, inserção da tecnologia. Ou seja, primeiro eles ingressam no mercado com baixo preço. Depois passa a criar valor por meio da marca, inovação e design. ? o que a China vai fazer também. Por enquanto China não vende marca e nem valor. Ela vende preço. Mas já iniciou o desafio de construir marca. A Coréia está um passo adiante, já fez isso com algumas marcas. Basta relembrar qual era a percepção de marca que tínhamos da Coréia há 10 anos. Um dos fóruns do congresso vai discutir só políticas de fomento. Isso porque todo dia lemos notícias de que existem recursos para isso e para aquilo, mas, na prática, não vemos as empresas obtendo verba para inovação e desenvolvimento de produtos. Pretendemos colocar todos os organismos que dizem que têm linhas de crédito para um debate que deixe claro os caminhos. Essas instituições também estarão presentes.
Gazeta Mercantil – Por que o design deve ser visto como algo estratégico para uma companhia?
Quando o assunto é design, pensamos em um instrumento para transformar as estratégias de negócios em produtos e serviços. A premissa do design é ser uma forma de projetar que contempla uma visão multidisciplinar orientada para o consumidor e para a inovação. ? o design como processo, metodologia.
Gazeta Mercantil – Qual a contribuição da feira de negócios para a organização das empresas do setor?
Não tem como uma indústria crescer se não houver inteligência e maturidade. Ninguém faz nada sozinho. Não se pode enxergar o outro como concorrente, todo mundo é aliado. Está na hora de o setor se organizar e pensar de forma madura. E nossa indústria é um pouco cética em relação a isso. Por isso temos dificuldade em obter patrocínio da iniciativa privada para o evento. As empresas embarcam depois que o projeto acontece e vira sucesso. Mas digo nesses caso que, se não tivermos no setor empresas com departamentos de recursos humanos, comunicação e consultoria competentes, não teremos um mercado forte. Todo mundo precisa se ajudar nesse sentido.
Gazeta Mercantil – Como o senhor define o segmento de design hoje?
Esse segmento tem um perfil hoje profundamente multidisciplinar. Exige pessoas que tenham cultura de investigação e observação, visão de produto, varejo, inteligência em marketing e comunicação. Durante muito tempo estivemos preocupados em dizer para as companhias como elas deveriam fazer algo, a partir de suas demandas. O desafio hoje é ajudar as empresas a definirem suas demandas. A questão não é mais pensar em como as empresas fazem algo, mas sim o que elas fazem. Nosso trabalho é fundamentalmente de consultoria.
Gazeta Mercantil – Um dos setores que investem muito em design é o de celulares. Neste caso, o design combina o aspecto estético, que é fundamental para esse segmento, com o estudo das funcionalidades do produto?
O trabalho envolve estética e funcionalidades. O design necessariamente passa pela questão da funcionalidade, interface, meios para facilitar o uso. Vou citar um exemplo que não é celular, mas serve. Possuo um iMac, notebook da Apple. A entrada USB do equipamento tem um imã que possibilita o encaixe no notebook. Isso me faz lembrar daquele ditado “Deus está nos detalhes”. Todo dia acoplo essa USB com imã no notebook e sinto o maior prazer. Imagina o cara que projetou isso? Pode ser que ele tenha pensado nisso para baixar custo, não sei. ? um exemplo da utilização do design para facilitar o uso pelo consumidor, melhorar a funcionalidade do produto.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 1)
(Clayton Melo)




Primeira “reflex” com vídeo de alta definição

Se a Canon anunciou, no dia 26, o lançamento da 50D, a nova máquina fotográfica reflex para o topo da mercado amador, a Nikon respondeu esta quarta-feira com a D90, que tem o mesmo público-alvo e argumentos de peso para ser um sucesso: gravação de vídeo de alta definição.

A luta feroz entre os dois gigantes da fotografia mundial atinge novos níveis na antecipação de um dos maiores certames de fotografia do mundo, o Photokina 2008.
Há já algum tempo que o mercado sonhava com uma máquina fotográfica “reflex” que permitisse ao usuário gravar vídeo e a Nikon surpreendeu o mundo da fotografia ao anunciá-la esta quarta-feira. A D90 permite que o usuário grave vídeo com uma resolução 1280 x 720.

Na disputa de resolução fotográfica destes dois modelos, a Canon leva a melhor, ao apresentar um sensor do tipo ???CMOS??? com 15,1 megapíxel contra os 12,3 da outra marca nipônica.
Entre as características principais de cada máquina, ambas têm visor com 3 polegadas e sensibilidade até 3200 ISO. A 50D permite fotografar 6,3 fotos por segundo e a D90, 4,5.
Ainda não são conhecidos preços para Portugal, mas, tendo em conta os preços dos modelos que substituem, devem estar acima dos mil euros.
Ao longo dos anos, a Canon e a Nikon têm disputado passo a passo a liderança do mercado da fotografia. A Nikon, em 2007, levou vantagem sobre a Canon no mercado amador, mas o domínio global continua a pertencer à Canon.
Luís Pedro Carvalho
Jornal de notícias




Investimento publicitário na internet cresce 45% no primeiro semestre

A internet foi o meio de comunicação que mais cresceu, percentualmente, em investimento publicitário no Brasil durante o primeiro semestre deste ano. A rede faturou R$ 321 milhões no período, uma alta de 45% em relação ao ano passado. Os dados são do projeto Inter-Meios, que mede o faturamento de empresas de mídia.

Com isso, a web se consolida como o quinto meio que mais recebe esse tipo de verba –era a sétima há um ano. No primeiro semestre, a internet ultrapassou a TV por assinatura e a mídia exterior na divisão desses investimentos.

No primeiro semestre, a rede ficou com uma participação de 3,3% no “bolo publicitário”, índice bastante tímido ainda, mas que vem em crescimento constante –era de 2,7% na primeira metade de 2007 e de 1,5% em 2003, quando o investimento em web começou a ser medido pela pesquisa.

Durante todo o período de 2007, as empresas usaram R$ 526,6 milhões em publicidade na internet, uma alta de 45,8% em relação a 2006.

A televisão continua sendo a mídia que mais recebe investimento publicitário, apesar de ter perdido um pouco de espaço. A TV faturou R$ 5,6 bilhões em anúncios, o que equivale a 58,5% do valor total investido pelas empresas –no mesmo período de 2007, esse índice era de 59,3%.

Depois da televisão, a lista segue com jornais (17,2%), revistas (8%), rádio (4,3%), internet (3,3%), TV por assinatura (3,2%), mídia exterior (2,8%), guias (2,1%) e cinema (0,3%).

De acordo com o Inter-Meios, as empresas utilizaram R$ 9,57 bilhões em publicidade no primeiro semestre, contra R$ 8,22 bilhões no mesmo período de 2007, uma alta de 16,3%.

da Folha Online