Apple sem Steve Jobs


Rio – As ações da Apple subiram 62% em 2010, caíram 4,5% antes da abertura da bolsa ontem e fecharam com queda de 1,5%. Culpa de Steve Jobs, que inesperadamente pediu licença para cuidar da saúde. Jobs, que superou um câncer de pâncreas em 2004 e um transplante de fígado em 2009, é mais do que co-fundador e CEO da Apple, é um herói do mundo da tecnologia.

Nos anos 70, quando computadores eram gigantes e caríssimos, ele fundou a Apple na garagem de casa com Steve Wozniak, a quem se atribui a invenção do computador pessoal. Em 1984, deixou o comando, que reassumiu em 1996, para tirar a empresa do buraco. E conseguiu. Com o iPod, reinventou o jeito de ouvir música; com o iPhone, mudou a ideia de celular; e com o iPad, pode recriar o conceito de computação pessoal. Em 2010, a Apple se tornou a mais valiosa do mundo (cerca de US$ 320 bilhões) no setor, à frente da Microsoft.

Jobs é a mente criativa por trás dessas invenções e controla de forma obsessiva a criação e fabricação de cada produto. Analistas creem que, por enquanto, a força dos produtos vai superar sua ausência. A recuperação das ações seria prova disso. A dúvida maior é como substituir o gênio criativo.

Do O Dia online

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