WordPress e Inteligência Artificial: o que está mudando na criação de sites

A IA começa a deixar de ser apenas uma ferramenta utilizada ao lado do WordPress para fazer parte da própria infraestrutura da plataforma.

Ela ajuda a escrever textos, gerar imagens, produzir código, sugerir layouts e automatizar tarefas que antes exigiam várias ferramentas diferentes.

O que está mudando agora é outra coisa.

Essa mudança ainda está em seus primeiros estágios e boa parte dela acontece nos bastidores. Quem abrir hoje o painel do WordPress esperando encontrar um assistente capaz de criar e administrar todo o site provavelmente não verá nada parecido.

Mas as bases para esse tipo de integração estão sendo construídas.

E isso pode mudar não apenas a maneira como criamos sites, mas também a relação entre WordPress, plugins, construtores de páginas e profissionais que trabalham com a plataforma.

A Inteligência Artificial já mudou a criação de sites

Até pouco tempo atrás, utilizar IA durante o desenvolvimento de um site normalmente significava recorrer a ferramentas externas.

Um designer poderia pedir ajuda para escrever um texto, gerar uma imagem, corrigir um código CSS ou encontrar uma solução para determinado problema.

Enquanto isso, plataformas de criação de sites começaram a incorporar seus próprios assistentes.

A consequência foi uma redução progressiva da distância entre ter uma ideia e conseguir transformá-la em uma página funcionando.

Hoje já é possível descrever um tipo de site e receber como resposta uma estrutura inicial, textos, imagens e até código.

Isso levou naturalmente a uma pergunta que aparece com frequência:

Se a IA consegue criar sites, ainda precisamos de WordPress, page builders e profissionais de Web Design?

A resposta é menos simples do que parece.

Para entendê-la, primeiro precisamos observar o que está acontecendo dentro do próprio WordPress.

O WordPress começou a preparar sua infraestrutura para IA

Uma das mudanças importantes ocorridas em 2026 foi a introdução de componentes destinados à integração de Inteligência Artificial ao ecossistema WordPress.

Entre eles estão principalmente o AI Client e a Abilities API.

Esses nomes parecem bastante técnicos, mas a ideia por trás deles pode ser explicada de forma simples.

O AI Client cria uma maneira padronizada para que recursos do WordPress possam utilizar diferentes serviços e modelos de Inteligência Artificial.

Já a Abilities API permite que funcionalidades disponíveis em um site sejam descritas de maneira estruturada para que outras ferramentas — inclusive sistemas de IA — possam descobrir o que aquele WordPress é capaz de fazer.

O próprio projeto WordPress define o AI Client como uma peça fundamental para executar IA programaticamente dentro do WordPress e descreve a Abilities API como uma maneira estruturada e consultável de expor aquilo que um site pode fazer.

Isso parece abstrato até pensarmos nas consequências.

O que significa permitir que uma IA saiba o que o WordPress pode fazer?

Imagine que um site possua várias funções:

Publicar uma página, alterar uma configuração, consultar informações, trabalhar com imagens, manipular conteúdo ou executar determinada função oferecida por um plugin.

Para uma IA conseguir trabalhar de maneira mais profunda dentro desse ambiente, não basta que ela saiba gerar texto.

Ela precisa conseguir compreender:

“Quais ações estão disponíveis neste site e como posso utilizá-las?”

É aí que uma infraestrutura como a Abilities API começa a fazer sentido.

Em vez de cada ferramenta inventar uma maneira completamente diferente de expor suas funcionalidades, cria-se uma estrutura comum para descrevê-las.

Isso abre caminho para uma mudança importante.

A IA pode passar de geradora de conteúdo para operadora de ferramentas.

Gerar conteúdo e executar tarefas são coisas diferentes

Essa distinção talvez seja a parte mais importante dessa transformação.

Quando pedimos:

“Escreva um texto para a página Sobre.”

Estamos usando IA para gerar conteúdo.

Mas imagine pedir:

“Crie uma nova página Sobre, organize este conteúdo, utilize a identidade visual do site e deixe a página como rascunho para eu revisar.”

Nesse segundo caso, a IA não precisa apenas escrever.

Ela precisa interagir com o sistema.

Essa é a direção mais interessante da evolução atual.

O futuro da IA aplicada ao WordPress provavelmente não será apenas uma caixa de texto produzindo parágrafos dentro do editor. A possibilidade mais relevante está em agentes capazes de combinar diferentes funções para realizar tarefas.

Isso não significa que o WordPress já faça tudo isso sozinho hoje.

Significa que a infraestrutura necessária para experiências desse tipo está sendo construída.

O WordPress já possui uma IA própria?

Não da maneira como muita gente provavelmente imagina.

Apesar dos avanços realizados em 2026, o próprio projeto WordPress deixa claro que ainda não existe uma IA visível por padrão na interface do WordPress. O foco atual está principalmente na infraestrutura e em permitir que desenvolvedores de plugins construam experiências sobre ela.

Essa distinção é importante porque evita uma interpretação exagerada das novidades.

Instalar o WordPress atualmente não significa receber automaticamente um assistente capaz de construir o site inteiro.

O que está acontecendo é mais estrutural.

O WordPress está preparando um terreno comum sobre o qual diferentes ferramentas poderão utilizar Inteligência Artificial.

E, considerando a enorme variedade de plugins existentes no ecossistema, isso pode ser mais importante no longo prazo do que simplesmente adicionar um chatbot ao painel administrativo.

E o que muda no WordPress 7.1?

O desenvolvimento continua.

Para o WordPress 7.1, o trabalho sobre o AI Client inclui avanços como suporte a streaming e embeddings. O projeto também continua ampliando a Abilities API. 

Streaming é a tecnologia que permite receber uma resposta de IA progressivamente, em vez de esperar todo o processamento terminar para então exibir o resultado.

Embeddings são mais interessantes para quem pensa em conteúdo.

De forma simplificada, eles permitem representar informações de maneira que sistemas consigam encontrar relações de significado entre conteúdos, mesmo quando não utilizam exatamente as mesmas palavras.

Por exemplo, uma busca por:

“Como recuperar minha conta?”

poderia identificar como relevante um conteúdo chamado:

“Etapas para redefinir sua senha.”

Mesmo sem as duas frases compartilharem os mesmos termos.

A própria equipe do WordPress cita a pesquisa semântica como uma das possibilidades abertas por essa tecnologia.

Isso pode futuramente permitir formas muito mais inteligentes de pesquisar e relacionar o conteúdo armazenado dentro de um site.

A IA pode começar a trabalhar com o site, e não apenas para o site

Durante os primeiros anos da IA generativa, grande parte da discussão esteve concentrada na produção.

Gerar texto.

Gerar imagem.

Gerar código.

Gerar layout.

A próxima etapa parece estar avançando para outra direção: usar IA para interagir com sistemas existentes.

No WordPress, isso é particularmente interessante porque a plataforma não é apenas um editor de páginas.

Um site pode conter milhares de conteúdos, produtos, usuários, formulários, campos personalizados, integrações, plugins e regras próprias.

Nesse ambiente, a capacidade de uma IA compreender e utilizar funcionalidades existentes pode ser mais relevante do que simplesmente gerar uma página bonita.

Isso significa que os plugins vão desaparecer?

Provavelmente não. Pelo menos nada no desenvolvimento atual do WordPress aponta nessa direção.

Na realidade, a estratégia atual parece reforçar o papel do ecossistema.

O foco declarado do AI Client continua sendo oferecer infraestrutura para que desenvolvedores de plugins criem recursos de IA.

Podemos imaginar, portanto, uma mudança na maneira como interagimos com determinadas funções.

Hoje, para realizar uma tarefa, muitas vezes precisamos saber:

  1. qual plugin executa aquela função;
  2. onde está sua configuração;
  3. quais opções selecionar;
  4. qual sequência seguir.

Em um ambiente mais orientado por agentes, parte dessa complexidade poderá ser intermediada por linguagem natural.

O plugin continua fornecendo a capacidade.

A IA ajuda a utilizá-la.

Essa diferença é importante.

E os construtores de páginas como Elementor, Divi e Bricks?

Eles também não perdem automaticamente sua função.

Um page builder não existe apenas porque é difícil colocar elementos em uma página. Ele também oferece sistemas de layout, responsividade, componentes, estilos, templates e uma estrutura visual para trabalhar com o site.

A IA pode alterar profundamente como utilizamos essas ferramentas.

Em vez de montar manualmente cada elemento, podemos caminhar para fluxos nos quais descrevemos uma intenção, recebemos uma primeira solução e depois refinamos o resultado.

Isso reduz trabalho operacional.

Mas reduzir trabalho operacional não significa eliminar a necessidade de tomar decisões.

E é justamente aí que a profissão começa a mudar.

Criar ficou mais fácil. Decidir continua difícil.

Uma IA pode gerar cinco versões de uma página em poucos minutos.

O problema passa a ser outro:

Qual delas resolve melhor o objetivo do projeto?

Ela pode sugerir cores.

Mas quais são adequadas à identidade da empresa?

Pode produzir textos.

Mas qual argumento realmente representa o negócio?

Pode montar uma landing page.

Mas qual deve ser a hierarquia das informações?

Pode criar dezenas de alternativas.

Mas quais devem ser descartadas?

Quanto maior a capacidade de produção das ferramentas, maior tende a ser a importância dos critérios utilizados para avaliar aquilo que elas produzem.

Por isso, a IA não elimina automaticamente o trabalho de Web Design.

Ela desloca parte desse trabalho.

O papel do Web Designer está mudando

Durante muitos anos, uma parcela significativa do desenvolvimento de sites esteve associada à execução.

Montar páginas, ajustar elementos, configurar plugins, produzir imagens, escrever pequenos códigos e adaptar layouts consumia uma grande quantidade de tempo.

A IA reduz progressivamente parte desse esforço.

Isso pode diminuir o valor comercial de tarefas puramente operacionais.

Ao mesmo tempo, aumenta a importância de outras competências:

  • compreender o negócio;
  • definir objetivos;
  • organizar conteúdo;
  • estabelecer hierarquia;
  • pensar na experiência do usuário;
  • escolher tecnologias;
  • avaliar soluções;
  • integrar sistemas;
  • manter consistência visual;
  • considerar acessibilidade;
  • otimizar desempenho;
  • acompanhar resultados.

O profissional deixa gradualmente de ser apenas alguém que constrói páginas e passa a atuar cada vez mais como alguém que dirige a construção de uma presença digital.

Sites simples poderão exigir cada vez menos trabalho profissional

Também é importante reconhecer o outro lado dessa transformação.

Nem todo projeto continuará precisando do mesmo nível de intervenção profissional.

Uma pessoa que precisa apenas de uma página simples, um pequeno portfólio ou uma presença institucional básica já consegue produzir resultados razoáveis utilizando ferramentas automatizadas.

Essa tendência deve continuar.

Tentar negar isso seria ignorar o que já está acontecendo.

Mas empresas não possuem todas as mesmas necessidades.

Quando entram questões como posicionamento, identidade, conteúdo, conversão, integrações, desempenho, SEO, manutenção e evolução, o problema deixa de ser simplesmente:

“Como colocar uma página na internet?”

E passa a ser:

“Como construir uma presença digital que realmente funcione para este negócio?”

São problemas diferentes.

Na prática do Web Designer

Para quem trabalha há bastante tempo com desenvolvimento de sites, essa mudança lembra outras transformações pelas quais o mercado já passou.

Foi preciso escrever HTML para praticamente tudo.

Depois surgiram editores visuais.

Vieram os CMS.

O WordPress popularizou a gestão de conteúdo.

Temas reduziram a necessidade de criar estruturas do zero.

Page builders tornaram o desenvolvimento visual muito mais acessível.

Nenhuma dessas mudanças simplesmente acabou com a criação profissional de sites.

Elas mudaram onde estava a dificuldade do trabalho.

A Inteligência Artificial parece estar provocando uma transformação maior, porque começa a atingir não apenas a execução, mas também partes do processo intelectual.

Ainda assim, continua existindo uma diferença fundamental entre produzir possibilidades e assumir responsabilidade por uma decisão.

É nessa diferença que vejo boa parte do valor do profissional nos próximos anos.

O WordPress continuará relevante na era da IA?

Existem bons motivos para acreditar que sim, embora ninguém possa prever com certeza como esse mercado estará daqui a alguns anos.

Uma característica importante do WordPress sempre foi seu ecossistema extensível.

Temas, plugins, APIs e integrações permitem adaptar a plataforma a projetos muito diferentes.

A atual iniciativa de IA parece seguir essa mesma lógica.

Em vez de transformar o WordPress em uma ferramenta fechada dependente de um único modelo ou assistente, o projeto está criando infraestrutura para que diferentes soluções possam trabalhar sobre a plataforma.

Isso combina com a própria natureza do WordPress.

O que provavelmente mudará é nossa maneira de interagir com ele.

O painel do WordPress do futuro pode ser muito diferente

Hoje estamos acostumados a navegar por menus, configurações e telas para executar tarefas.

É possível imaginar que uma parcela dessas interações passe a acontecer por meio de comandos em linguagem natural.

Algo como:

“Encontre as páginas que não possuem imagem destacada.”

“Prepare uma nova página usando a estrutura da página de serviços.”

“Mostre os conteúdos relacionados a segurança do WordPress publicados nos últimos dois anos.”

“Identifique imagens muito grandes que podem estar prejudicando o desempenho.”

Algumas dessas tarefas já podem ser realizadas com ferramentas e integrações específicas.

A diferença é que uma infraestrutura comum pode permitir que esse tipo de interação se torne progressivamente mais natural dentro do ecossistema.

Ainda estamos longe de saber exatamente como isso se consolidará.

Mas a direção é importante.

O que muda para quem possui um site WordPress hoje?

Por enquanto, muito menos do que manchetes sobre IA podem sugerir.

Você não precisa reconstruir seu site.

Não precisa abandonar seu page builder.

Não precisa trocar WordPress por uma plataforma “100% IA”.

E também não precisa instalar qualquer plugin que coloque “AI” no nome.

A tecnologia ainda está amadurecendo.

Para quem administra um site hoje, continuam sendo muito mais importantes questões básicas como:

  • segurança;
  • atualizações;
  • desempenho;
  • experiência mobile;
  • conteúdo de qualidade;
  • SEO;
  • acessibilidade;
  • backups;
  • manutenção.

A Inteligência Artificial deve ser incorporada quando resolver um problema real, e não simplesmente porque virou um recurso disponível.

Estamos entrando na era dos sites construídos por agentes?

Talvez, mas é cedo para afirmar como esse modelo vai se estabelecer.

Há uma diferença entre um agente conseguir executar algumas tarefas e ser capaz de planejar, construir, validar, publicar e manter autonomamente um projeto profissional completo.

Hoje, a segunda situação ainda exige bastante cautela.

O movimento mais concreto é outro: as ferramentas estão adquirindo capacidade de compreender instruções e executar um número crescente de ações.

Isso já é suficiente para transformar processos de trabalho.

Não precisamos imaginar um futuro completamente automatizado para perceber a mudança.

Então a IA vai substituir o WordPress ou transformar o WordPress?

Neste momento, a segunda hipótese parece muito mais compatível com o que está acontecendo.

A IA não precisa substituir o WordPress para modificar profundamente a criação de sites.

Ela pode trabalhar dentro dele.

Da mesma forma, não precisa eliminar plugins ou page builders. Pode passar a operar e combinar capacidades fornecidas por essas ferramentas.

Talvez essa seja uma das mudanças mais interessantes desta nova fase da web.

Durante anos, desenvolvemos interfaces para que pessoas conseguissem operar sistemas complexos.

Agora começamos a desenvolver maneiras para que sistemas de IA também consigam compreender e operar essas capacidades.

O WordPress está começando a construir essa ponte.

Conclusão

A integração entre WordPress e Inteligência Artificial ainda está no começo.

O que existe hoje é menos espetacular do que algumas previsões sugerem, mas talvez seja mais importante estruturalmente.

AI Client, Abilities API e outras iniciativas estão criando fundamentos para que a IA deixe de funcionar apenas como uma ferramenta externa de geração de conteúdo e possa participar de maneira mais profunda dos fluxos de trabalho do WordPress. O desenvolvimento para o WordPress 7.1 mostra que essa infraestrutura continua evoluindo, inclusive em áreas como streaming, embeddings e expansão das capacidades expostas pelo sistema.

Para profissionais de Web Design, isso não é um bom motivo para resistir à IA.

Também não é um bom motivo para acreditar que estratégia, experiência e conhecimento deixaram de importar.

É um motivo para aprender a trabalhar de outra maneira.

Está ficando mais fácil construir um site. Isso não significa que esteja ficando mais fácil construir o site certo.

E talvez essa continue sendo, mesmo em um WordPress cada vez mais integrado à Inteligência Artificial, a diferença entre simplesmente produzir páginas e desenvolver um projeto de presença digital.

Leia também:

O futuro da criação de sites, A IA vai substituir o Web Designer?

Ainda vale a pena usar um page builder no WordPress?




A IA vai substituir o Web Designer?

A IA vai substituir o Web Designer?

A inteligência artificial já escreve textos, gera imagens, cria layouts, produz código e consegue construir páginas inteiras a partir de instruções em linguagem natural.

Aquilo que há poucos anos exigia conhecimento técnico, domínio de ferramentas e várias horas de trabalho pode, em determinadas situações, ser realizado em poucos minutos.

Não é difícil entender por que começaram a surgir perguntas como:

A IA vai acabar com o Web Design?

Ainda vai existir trabalho para Web Designers?

Por que contratar um profissional se uma inteligência artificial consegue criar um site?

Essas perguntas são legítimas.

E talvez seja cedo demais para tentar respondê-las simplesmente com “sim” ou “não”.

O que já podemos fazer é observar aquilo que está acontecendo.

A inteligência artificial está reduzindo barreiras técnicas, automatizando tarefas e permitindo que pessoas sem experiência em desenvolvimento criem páginas e até sites completos. Ao mesmo tempo, profissionais estão incorporando essas mesmas ferramentas ao próprio processo de trabalho.

Em alguns projetos, a IA provavelmente já consegue substituir uma parte considerável do trabalho que antes seria contratado de um profissional.

Isso não significa necessariamente que o Web Design esteja desaparecendo.

Significa que o trabalho necessário para criar um site está mudando — e, com ele, também muda aquilo pelo qual vale a pena contratar um profissional.

A IA não precisa substituir o Web Designer para transformar profundamente o mercado de Web Design.

A IA já consegue criar sites?

Sim.

Essa talvez seja a primeira realidade que precisamos aceitar para discutir seriamente o assunto.

A criação de sites com inteligência artificial deixou de ser apenas uma promessa. Plataformas de desenvolvimento, construtores visuais e sistemas de gerenciamento de conteúdo já incorporam recursos capazes de gerar estruturas, páginas, textos, imagens, componentes e até código a partir de comandos em linguagem natural.

O usuário pode explicar o tipo de negócio, descrever o site que deseja e receber uma primeira versão em poucos minutos.

Depois pode continuar refinando o resultado:

“Crie uma página apresentando meus serviços.”

“Deixe esta seção mais profissional.”

“Troque esta imagem.”

“Adicione um formulário de contato.”

“Faça uma versão melhor para dispositivos móveis.”

A IA também pode ajudar a escrever conteúdo, criar imagens, gerar código personalizado, estruturar informações e executar várias tarefas que anteriormente precisavam ser realizadas manualmente.

A distância entre querer criar um site e conseguir colocar alguma coisa funcionando na internet está diminuindo rapidamente.

Isso muda bastante o cenário.

Mas existe uma distinção importante:

Ser capaz de gerar um site não significa necessariamente ser capaz de desenvolver o site certo.

É justamente nessa diferença que começa a transformação do Web Design.

O que a IA está realmente substituindo no Web Design?

Antes de perguntar se uma tecnologia substituirá uma profissão inteira, talvez seja mais útil observar quais tarefas dessa profissão ela já consegue automatizar.

E nesse ponto a mudança é bastante concreta.

Montar estruturas básicas de páginas, escrever textos provisórios, produzir variações de layout, gerar imagens, adaptar conteúdos, criar pequenos trechos de código e executar determinadas tarefas repetitivas são atividades que já podem ser aceleradas ou parcialmente automatizadas.

Isso significa que uma parte do trabalho operacional está ficando mais rápida.

E provavelmente continuará ficando.

Uma pesquisa do Squarespace Circle sobre o mercado de Web Design em 2026 encontrou 46% dos profissionais pesquisados utilizando IA para ajudar na construção de sites de clientes. Entre aqueles que utilizavam essas ferramentas, 88% disseram perceber impacto positivo no processo e 87% relataram economia de tempo.

O dado é interessante porque mostra que a IA não está sendo utilizada apenas por pessoas tentando dispensar profissionais.

Os próprios profissionais estão utilizando IA para modificar a maneira como trabalham.

Portanto, talvez estejamos fazendo uma pergunta incompleta quando perguntamos apenas se a IA substituirá o Web Designer.

Uma pergunta igualmente importante seria:

quais partes do trabalho de um Web Designer continuarão tendo valor quando boa parte da execução puder ser automatizada?

Saber montar páginas está perdendo valor?

Em certa medida, sim.

Durante muitos anos, simplesmente dominar determinadas ferramentas já representava uma barreira de entrada importante.

Saber instalar e configurar WordPress, trabalhar com um construtor visual, criar layouts responsivos, ajustar CSS ou configurar determinados plugins permitia executar tarefas que um cliente normalmente não conseguiria realizar sozinho.

Essa barreira está diminuindo.

Não porque essas ferramentas tenham necessariamente deixado de existir, mas porque a interface entre o usuário e a tecnologia está mudando.

O WordPress, por exemplo, incorporou em sua versão 7.0 uma infraestrutura que permite a integração com modelos generativos. Elementor vem incorporando recursos de IA ao processo de construção visual, enquanto plataformas como Wix, Webflow e Framer também estão integrando geração e assistência por IA aos seus ambientes de criação.

Em vez de descobrir como realizar determinada operação através de menus, configurações e ferramentas, cada vez mais tarefas poderão começar com uma instrução.

Isso reduz o valor de uma habilidade muito específica:

saber onde clicar.

Se o principal diferencial oferecido por um profissional for apenas dominar a operação de uma ferramenta, esse diferencial estará cada vez mais pressionado pela automação.

Mas Web Design nunca precisou significar apenas isso.

Web Design não é apenas construir páginas

Antes de qualquer ferramenta ser aberta, existem perguntas que precisam ser respondidas.

Para quem esse site será criado?

Qual é seu objetivo?

Que informação precisa aparecer primeiro?

O que o visitante deve fazer depois de chegar?

Qual é a proposta de valor da empresa?

Que páginas realmente precisam existir?

Como organizar o conteúdo?

Que linguagem visual representa corretamente a marca?

Qual tecnologia faz sentido para aquele projeto?

Como o site será encontrado?

Como ele deverá evoluir depois de publicado?

Essas decisões fazem parte do projeto tanto quanto escolher cores, montar seções ou configurar um formulário.

A inteligência artificial pode ajudar em praticamente todas elas.

Pode pesquisar, organizar informações, sugerir alternativas, produzir referências e acelerar decisões.

Mas alguém ainda precisa estabelecer objetivos, fornecer contexto, avaliar as respostas e decidir se aquilo que foi produzido realmente resolve o problema.

E é aqui que começa uma mudança importante no papel do profissional.

O Web Designer deixa progressivamente de ser apenas quem sabe operar a ferramenta para assumir cada vez mais o papel de quem sabe conduzir o projeto.

E se o cliente realmente não precisar mais de um Web Designer?

Em alguns casos, isso já pode estar acontecendo.

Imagine um profissional autônomo que precisa apenas de uma página apresentando seus serviços, algumas informações de contato e um formulário.

Há poucos anos, essa pessoa provavelmente teria três alternativas: contratar alguém, aprender a utilizar uma ferramenta de criação de sites ou escolher um template e tentar adaptá-lo.

Agora existe outra possibilidade.

Ela pode descrever sua atividade para uma ferramenta de IA, explicar o site que deseja e receber uma estrutura inicial com conteúdo, imagens e layout.

Para determinados projetos, o resultado pode ser suficiente.

E não há razão para negar isso.

Os projetos mais simples tendem a sentir primeiro

Projetos pequenos e altamente padronizados são naturalmente mais suscetíveis à automação.

Landing pages simples, portfólios básicos e pequenos sites cuja função principal é estabelecer uma presença mínima na internet podem ser cada vez mais realizados sem intervenção profissional.

Isso não começou com a inteligência artificial.

Templates e construtores de sites já vinham reduzindo a barreira técnica havia muitos anos.

A IA acrescenta algo diferente:

ela também reduz a barreira de aprendizado.

O usuário não precisa necessariamente aprender primeiro como a ferramenta funciona. Em muitos casos, pode começar explicando o que pretende fazer.

Para o Web Designer que compete principalmente nesse segmento, a pressão tende a aumentar.

Preço, prazo e facilidade passam a ser comparados não apenas com outros profissionais, mas também com ferramentas capazes de produzir uma primeira versão quase instantaneamente.

Mas o que acontece quando o projeto deixa de ser simples?

Considere agora uma empresa que precisa reorganizar sua presença digital.

Ela possui diferentes serviços, públicos distintos, concorrentes posicionados nos mecanismos de busca, uma identidade visual que precisa ser respeitada, conteúdo antigo, integrações com outros sistemas, necessidades de SEO, métricas, formulários, automações e objetivos comerciais específicos.

A pergunta deixa de ser:

“Como faço uma página?”

E passa a ser:

“O que devemos construir?”

Uma IA pode participar intensamente desse processo.

Pode pesquisar, analisar informações, propor arquiteturas, sugerir textos, gerar layouts, produzir código, identificar problemas e apresentar alternativas.

Mas quanto mais complexo é o projeto, maior se torna a quantidade de contexto necessária para tomar boas decisões.

Qual recomendação faz sentido?

Qual deve ser descartada?

Que informação é confiável?

O que é tecnicamente possível, mas comercialmente inadequado?

O que representa aquela empresa?

O que realmente importa para seu público?

O que precisa ser feito agora e o que pode esperar?

A capacidade de gerar alternativas não elimina a necessidade de escolher entre elas.

Na realidade, pode até aumentar essa necessidade.

Quando produzir fica barato, decidir pode se tornar mais valioso

Essa talvez seja uma das consequências mais interessantes da inteligência artificial para o trabalho criativo.

Durante muito tempo, boa parte do custo de um projeto estava ligada à execução.

Criar dez alternativas demandava muito mais tempo do que criar duas.

Produzir imagens exigia recursos.

Escrever diferentes versões de um texto consumia horas.

Modificar uma estrutura frequentemente significava refazer trabalho.

Com IA, o custo de produzir alternativas pode cair drasticamente.

É possível gerar vários títulos, imagens, estruturas de página ou soluções de layout em poucos minutos.

Mas isso cria outro problema:

qual delas é boa?

Mais produção não significa necessariamente melhores decisões.

É perfeitamente possível utilizar IA para criar rapidamente um site tecnicamente funcional, visualmente agradável e completamente inadequado para o negócio.

Por isso, à medida que a execução se torna mais acessível, algumas competências que antes pareciam secundárias podem passar a representar uma parcela maior do valor profissional.

Estratégia.

Repertório.

Direção visual.

Arquitetura da informação.

Experiência do usuário.

Conteúdo.

Posicionamento.

Conhecimento tecnológico.

Capacidade de avaliação.

O profissional deixa de ser valorizado apenas pela capacidade de produzir e passa a ser valorizado também pela capacidade de escolher, orientar e integrar.

Quando qualquer pessoa consegue gerar uma solução, saber reconhecer qual solução realmente funciona passa a ter outro valor.

O que está perdendo valor — e o que está ganhando valor no Web Design?

A transformação não acontece de uma vez.

E dificilmente todas as atividades de um Web Designer serão afetadas da mesma maneira.

Tarefas repetitivas, altamente padronizadas e baseadas principalmente na operação de ferramentas tendem a ser as mais expostas.

Montar estruturas semelhantes repetidamente, produzir variações simples, adaptar conteúdos, realizar pequenas alterações e criar soluções básicas a partir de padrões existentes são bons exemplos.

O conhecimento técnico continua importante, mas conhecimento técnico puramente operacional tende a deixar de ser um diferencial tão forte quanto já foi.

Ao mesmo tempo, outras competências podem ganhar importância.

Entender um negócio.

Identificar o problema antes de escolher a solução.

Transformar objetivos comerciais em uma estrutura digital.

Construir uma linguagem visual coerente.

Organizar conteúdo.

Pensar na experiência do usuário.

Integrar diferentes tecnologias.

Compreender SEO, desempenho e acessibilidade.

Avaliar aquilo que uma IA produziu.

Perceber quando uma solução aparentemente boa está errada.

E talvez uma das competências mais importantes seja justamente saber utilizar IA sem entregar a ela todas as decisões do projeto.

Isso muda também a maneira como pensamos sobre especialização.

O profissional mais preparado para esse cenário talvez não seja necessariamente aquele que executa manualmente cada etapa com maior velocidade.

Pode ser aquele que sabe combinar conhecimento humano, ferramentas visuais, sistemas de gerenciamento de conteúdo, automações, código e inteligência artificial para chegar a um resultado melhor.

O Web Designer que usa IA pode substituir o que não usa?

Essa talvez seja uma pergunta tão relevante quanto perguntar se a IA substituirá o Web Designer.

A inteligência artificial não precisa competir diretamente com o profissional.

Ela pode aumentar a capacidade de produção do próprio profissional.

Pesquisa, organização inicial de conteúdo, exploração de alternativas, geração de código, análise de problemas, documentação e diversas outras etapas podem ser aceleradas.

Isso significa que uma pessoa pode realizar em menos tempo uma quantidade de trabalho que anteriormente exigiria muito mais horas.

O impacto econômico disso é significativo.

Na pesquisa do Squarespace Circle, profissionais norte-americanos que declararam utilizar IA para ajudar a criar sites relataram receita anual média aproximadamente 21% superior à daqueles que não a utilizavam. Esse dado não demonstra que a utilização de IA seja a causa do faturamento maior — profissionais mais experientes ou empresas mais estruturadas podem, por exemplo, adotar essas ferramentas mais rapidamente —, mas mostra que uso de IA e atividade profissional já estão coexistindo no mercado.

Por isso, talvez uma das maiores pressões não venha de uma disputa entre IA versus Web Designer.

Pode vir da diferença entre profissionais que conseguem incorporar essas ferramentas ao próprio processo e aqueles que continuam oferecendo exatamente o mesmo trabalho da mesma maneira.

O que muda para quem contrata um Web Designer?

A transformação não afeta apenas profissionais.

Ela também muda aquilo que um cliente deveria esperar ao contratar alguém.

Se ferramentas conseguem produzir layouts, textos e estruturas básicas rapidamente, simplesmente receber páginas montadas deixa de ser uma demonstração suficiente de valor.

O cliente pode começar a exigir algo diferente.

Por que essa estrutura foi escolhida?

Por que essas páginas existem?

Como o site se relaciona com os objetivos do negócio?

Como ele será encontrado?

Como poderá crescer?

Como será mantido?

Como as decisões de design contribuem para a comunicação da empresa?

Que tecnologia foi escolhida e por quê?

Essas perguntas deslocam a relação comercial da execução para o projeto.

E também tornam mais clara uma distinção importante.

Em alguns casos, contratar um profissional pode realmente ser desnecessário.

Em outros, o profissional não está sendo contratado porque possui uma ferramenta que o cliente não possui.

Ele está sendo contratado porque consegue entender um problema e assumir responsabilidade pelas decisões necessárias para resolvê-lo.

Essa diferença provavelmente será cada vez mais importante.

O Web Design está desaparecendo ou mudando de forma?

É difícil prever como será o trabalho de um Web Designer daqui a cinco ou dez anos.

A velocidade atual da evolução tecnológica torna qualquer previsão muito específica arriscada.

Mas não precisamos esperar pelo futuro para perceber algumas mudanças.

Criar páginas está ficando mais rápido.

Produzir alternativas está ficando mais barato.

Ferramentas estão ficando mais fáceis de operar.

Tarefas que antes exigiam conhecimento técnico estão começando a ser realizadas através de uma conversa com uma inteligência artificial.

Isso certamente elimina parte do trabalho que existia.

Também pressiona profissionais cujo principal diferencial era justamente executar essas tarefas.

Ao mesmo tempo, não elimina a necessidade de entender problemas, estabelecer objetivos, organizar informação, fazer escolhas, avaliar alternativas e transformar diferentes recursos em uma solução coerente.

A própria história do Web Design já foi marcada por transformações semelhantes.

Foi preciso escrever HTML manualmente.

Depois surgiram editores visuais.

Surgiram sistemas de gerenciamento de conteúdo.

Templates.

WordPress.

Page builders.

Plataformas no-code.

E agora inteligência artificial.

Cada mudança eliminou tarefas, criou outras e alterou as competências necessárias para trabalhar na área.

A diferença é que a IA pode acelerar essa transformação em uma escala muito maior.

Por isso, talvez a pergunta “A IA vai acabar com o Web Design?” continue sendo feita durante algum tempo.

Mas observar o que já está acontecendo pode ser mais útil do que tentar prever uma resposta definitiva.

Talvez não esteja desaparecendo o Web Design.

Talvez esteja desaparecendo uma determinada forma de trabalhar com Web Design.

Como escolher uma plataforma para criar um site.

E entender essa diferença pode ser muito mais importante do que tentar prever quem — ou o que — a inteligência artificial vai substituir.




O Futuro da Criação de Sites

O futuro da criação de sites: como a IA está transformando o Web Design
“A IA vai acabar com o WordPress.”
“Elementor está morto.”
“Agora qualquer pessoa cria um site em cinco minutos.”

Frases como essas estão se tornando cada vez mais comuns em discussões sobre Web Design, desenvolvimento e criação de sites. Algumas expressam preocupações legítimas. Outras antecipam conclusões que ainda não podemos sustentar.

Mas todas apontam para algo que já pode ser observado: a maneira como construímos sites está passando por uma transformação importante.

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta usada para gerar um texto, produzir uma imagem ou sugerir algumas linhas de código. Ela começa a participar diretamente do processo de criação de um site, gerando estruturas, páginas, layouts, conteúdo e componentes e realizando alterações a partir de instruções em linguagem natural.

Isso muda a relação entre pessoas e ferramentas digitais.

Mas significa que estamos diante do fim do WordPress, dos construtores visuais e até mesmo do trabalho do Web Designer?

Ou estamos assistindo ao início de uma nova maneira de construir sites?

Para compreender essa transformação, é preciso olhar além das ferramentas que estão em evidência hoje.

A criação de sites sempre evoluiu

Criar um site já foi uma atividade quase inteiramente dependente de conhecimento técnico.

Durante muito tempo, construir uma página significava trabalhar diretamente com HTML, CSS, JavaScript e outras tecnologias. Mesmo alterações relativamente simples dependiam de alguém capaz de compreender e modificar o código.

Os sistemas de gerenciamento de conteúdo — os CMS — começaram a mudar essa relação.

Em vez de editar diretamente os arquivos que formavam um site, passou a ser possível administrar páginas, textos, imagens e outras informações por meio de uma interface.

Plataformas como o WordPress ampliaram enormemente essa possibilidade.

Depois vieram os temas e templates, que permitiram começar um projeto a partir de estruturas previamente desenvolvidas.

Em seguida, construtores visuais e ferramentas no-code reduziram novamente a barreira técnica. Elementos que antes precisavam ser programados passaram a poder ser adicionados e configurados visualmente.

Arrastar.
Soltar.
Configurar.
Visualizar.
Publicar.

Cada uma dessas transformações tornou a criação de sites acessível a um número maior de pessoas.

Mas existe uma característica importante nessa evolução: uma tecnologia não necessariamente eliminou a anterior.
Ainda escrevemos código.
Ainda utilizamos CMS.
Ainda utilizamos templates.
Ainda utilizamos editores visuais.

As novas tecnologias foram sendo incorporadas ao processo e modificando a maneira como trabalhamos com as anteriores.
A inteligência artificial parece estar provocando outra mudança desse tipo — talvez em uma escala ainda maior.

O que mudou com a inteligência artificial

As primeiras aplicações de IA utilizadas no cotidiano de quem trabalha com sites funcionavam principalmente como ferramentas auxiliares.

Era possível pedir um texto para determinada seção, sugestões de títulos, uma imagem, uma descrição de produto ou ajuda para escrever um trecho de código.

O profissional recebia aquele resultado e o levava para o ambiente onde o site estava sendo construído.

Essa separação está diminuindo.

A IA está entrando dentro dos próprios ambientes de criação.

Em janeiro de 2026, por exemplo, o Wix lançou o Wix Harmony, um novo editor que combina edição visual tradicional com uma agente de inteligência artificial chamada Aria. A partir de uma descrição, a ferramenta pode gerar páginas, layouts, cores, conteúdo inicial e imagens. Depois, o usuário continua trabalhando sobre o resultado no próprio editor.

O interessante não é apenas o que o Wix consegue fazer.

É a mudança na forma de interação.

Em vez de trabalhar exclusivamente através de menus, painéis, configurações e operações de arrastar e soltar, o usuário também pode simplesmente descrever o que deseja.

E alternar entre as duas maneiras de trabalhar.

O próprio Wix define o Harmony como um editor híbrido no qual é possível combinar comandos para a IA com controles tradicionais de drag-and-drop.

A linguagem natural passa, portanto, a ser uma nova interface para a criação.

De uma descrição para uma primeira versão do site

O mesmo movimento pode ser observado no Webflow.

Seu AI Site Builder permite descrever o propósito do site, suas páginas e o público para o qual está sendo criado. A ferramenta gera então uma estrutura multipágina, conteúdo inicial e um tema que pode continuar sendo ajustado posteriormente.

A documentação do Webflow chega a apresentar esse processo como a criação de um site multipágina em minutos, mesmo para quem possui pouca ou nenhuma experiência com Web Design.

Depois da geração inicial, porém, o trabalho não precisa permanecer nas mãos da IA.

O projeto continua dentro do Webflow e pode ser editado normalmente.

A inteligência artificial também pode participar de outras etapas, como geração de textos, seções, componentes de código, itens de CMS e sugestões relacionadas a SEO e AEO.

O Framer segue uma lógica semelhante.

O usuário descreve o site, página ou alteração que deseja e agentes de IA podem produzir páginas editáveis, seções, textos e elementos visuais diretamente dentro do projeto. A partir daí é possível continuar conversando com a IA ou assumir o controle pelo canvas visual.

Começa a aparecer um padrão:

descrever → gerar → revisar → editar → publicar.

A IA não está necessariamente eliminando o ambiente de criação.

Ela está se tornando uma nova maneira de operar esse ambiente.

O prompt começa a ocupar o espaço do clique

Essa mudança merece atenção porque não se limita à velocidade.

Quando surgiram os construtores visuais, eles reduziram a necessidade de escrever código para executar diversas tarefas.

Agora a IA começa a reduzir a necessidade de executar manualmente algumas operações dentro dos próprios construtores.

Antes, para produzir uma seção de uma página, poderíamos precisar criar o container, definir colunas, inserir títulos, adicionar textos, configurar imagens, ajustar espaçamentos e depois trabalhar sua adaptação para diferentes telas.

Cada uma dessas decisões continuava existindo, mas sua execução dependia de várias ações na interface.

Com a IA, parte dessa sequência pode começar com algo tão simples quanto:

“Crie uma seção com três serviços, usando esta identidade visual e mantendo o mesmo padrão das outras páginas.”

A ferramenta interpreta a solicitação e executa parte das operações.

O Wix Harmony já permite solicitar à Aria alterações de estrutura, criação de novas seções, mudanças de cores e ajustes de conteúdo.

O Framer trabalha com agentes que atuam diretamente sobre o projeto e deixam o resultado editável no canvas.

E o Webflow já permite gerar seções utilizando o design system existente no site.

A mudança, portanto, não é apenas:

“agora temos IA para criar sites.”

É também:

“agora podemos conversar com a ferramenta que cria o site.”

Então qualquer pessoa consegue criar um site em cinco minutos?

Em certo sentido, sim.

E em outro, não.

Ferramentas atuais já conseguem transformar uma descrição em uma primeira versão de um site em poucos minutos. Isso deixou de ser apenas uma promessa sobre o futuro e passou a fazer parte de produtos disponíveis atualmente. O Webflow, por exemplo, documenta explicitamente a geração de um site multipágina em minutos.

Mas existe uma diferença importante entre gerar páginas e resolver um projeto de site.

Uma ferramenta pode produzir uma página inicial visualmente convincente, criar seções, sugerir textos, selecionar imagens e organizar outras páginas.

Isso significa que existe um site.

Mas não significa automaticamente que foram tomadas as melhores decisões sobre posicionamento, público, arquitetura da informação, identidade visual, conteúdo, acessibilidade, conversão, SEO, desempenho, integrações ou evolução futura.

Aliás, as próprias plataformas reconhecem que a geração automática não encerra necessariamente o processo.

O Wix alerta que a Aria pode produzir resultados inesperados ou imprecisos e recomenda que suas sugestões e alterações sejam revisadas antes da finalização do site.

O Framer apresenta a IA como uma maneira de gerar uma primeira direção para o site e depois refinar estrutura, conteúdo, estilo e comportamento responsivo visualmente.

Isso nos obriga a definir melhor o que queremos dizer quando afirmamos:

“A IA criou um site.”

Gerar um site não é necessariamente desenvolver um projeto de presença digital

Essa distinção tende a se tornar cada vez mais importante.

Se considerarmos um site apenas como um conjunto de páginas visualmente organizadas e publicadas na internet, a inteligência artificial já consegue automatizar uma parcela considerável de sua produção.

Mas empresas normalmente não precisam apenas de páginas.

Precisam comunicar quem são.
Apresentar seus produtos ou serviços.
Ser encontradas.
Transmitir confiança.
Orientar visitantes.
Gerar contatos, vendas ou outras ações.
Integrar o site com outras ferramentas.
Produzir e organizar conteúdo.
Manter informações atualizadas.
E permitir que a presença digital acompanhe a evolução do próprio negócio.
A IA pode participar de muitas dessas atividades.

O ponto é que automatizar uma tarefa não é a mesma coisa que definir por que aquela tarefa deve ser realizada, de que maneira e com qual objetivo.

Essa diferença entre execução e decisão será provavelmente uma das questões centrais para compreender o futuro do Web Design.

A grande transformação pode estar apenas começando

O que já podemos observar não é simplesmente o surgimento de mais uma categoria de ferramentas para criar sites.

Estamos vendo tecnologias que antes funcionavam separadamente começarem a convergir.

Inteligência artificial.
Editores visuais.
CMS.
No-code.
Código.
Design systems.
Automação.

Em vez de necessariamente substituir essas tecnologias, a IA começa a funcionar sobre elas e dentro delas.

Por isso, talvez a principal mudança não seja que a inteligência artificial passou a “criar sites sozinha”.

A mudança é que uma parcela crescente da execução já não exige que cada operação seja realizada manualmente pelo usuário.

E isso provoca uma pergunta ainda maior.

Se a IA pode trabalhar dentro dos próprios ambientes de criação, gerar páginas, modificar layouts e executar tarefas que antes dependiam de várias operações manuais, o que acontece com as ferramentas que dominaram a criação de sites nos últimos anos?

WordPress ainda faz sentido?

Os construtores visuais continuarão necessários?

E o que realmente significa quando alguém afirma que “Elementor está morto”?

É aí que a transformação fica ainda mais interessante.

WordPress, page builders e IA: o que acontece com as ferramentas que já usamos?

Se a inteligência artificial está começando a participar diretamente da construção de páginas e sites, uma consequência parece inevitável: ferramentas que dominaram o Web Design nos últimos anos precisarão se adaptar.

É justamente nesse ponto que surgem algumas das afirmações mais frequentes nas discussões atuais:

“A IA vai acabar com o WordPress.”

“Não faz mais sentido usar page builder.”

“Elementor está morto.”

Essas frases refletem uma inquietação real. Afinal, se uma ferramenta consegue gerar páginas inteiras a partir de uma descrição, por que continuar utilizando um CMS, configurando temas, instalando plugins ou montando layouts em um construtor visual?

A pergunta faz sentido.

O problema está em assumir que a resposta já está definida.

O que está acontecendo em 2026 aponta para um cenário mais complexo: em vez de simplesmente desaparecerem diante da inteligência artificial, algumas das principais ferramentas de criação de sites estão incorporando a IA e modificando sua própria arquitetura para trabalhar com ela.

A inteligência artificial vai substituir o WordPress?

Até o momento, não há base para afirmar que a inteligência artificial esteja simplesmente substituindo o WordPress.

O que podemos observar concretamente é justamente o movimento contrário: a inteligência artificial está entrando no próprio WordPress.

O WordPress 7.0, lançado em maio de 2026, incorporou ao Core um novo AI Client, criando uma interface padronizada através da qual o WordPress pode se comunicar com diferentes modelos de inteligência artificial. A plataforma também incorporou APIs e uma área de conectores para que provedores externos possam ser utilizados por plugins e outras funcionalidades.

Isso é importante porque muda a relação entre WordPress e IA.

Até pouco tempo atrás, um plugin que desejasse utilizar inteligência artificial normalmente precisava construir sua própria integração com determinado provedor. Com a nova infraestrutura, o WordPress passa a oferecer uma camada comum para essa comunicação, mantendo os provedores de IA externos ao Core. 

Na prática, isso cria uma base para que plugins, temas e outras ferramentas possam incorporar recursos generativos sem que cada desenvolvedor precise resolver o mesmo problema de integração de maneira completamente independente.

O WordPress também mantém o projeto canônico AI, ligado à iniciativa AI Building Blocks. Em maio de 2026, o plugin chegou à versão 1.0 e passou de um ambiente inicialmente experimental para o que o próprio projeto descreve como uma implementação de referência mais madura para fluxos de trabalho baseados em IA.

Portanto, talvez a pergunta:

“IA ou WordPress?” esteja começando a perder parte do sentido.

Em muitos projetos, a realidade poderá ser:

WordPress + IA.

O WordPress também está se tornando mais visual

Existe ainda outra transformação importante acontecendo dentro do WordPress que começou antes da atual explosão da inteligência artificial.

O Block Editor, também conhecido como Gutenberg, tornou-se o editor padrão do WordPress a partir da versão 5.0. Em vez de trabalhar apenas com um campo tradicional de conteúdo, páginas e posts passaram a ser construídos utilizando blocos.

Essa ideia foi posteriormente ampliada pelo Site Editor.

Com um tema baseado em blocos, hoje é possível utilizar o editor nativo para trabalhar não apenas no conteúdo de uma página, mas também em elementos como cabeçalho, rodapé, templates, navegação, estilos globais e outras partes da estrutura visual do site.

Mas significa que a distância entre “WordPress puro” e “WordPress com construtor visual” diminuiu.

“Isso não significa que o editor nativo tenha eliminado a necessidade dos page builders. Mas significa que a distância entre ‘WordPress puro’ e ‘WordPress com construtor visual’ diminuiu.”

E isso muda a pergunta que precisa ser feita antes de instalar um page builder.

Durante muito tempo ela foi praticamente:

“Qual construtor de páginas devo escolher?”

Agora existe uma pergunta anterior:

“Este projeto realmente precisa de um construtor de páginas adicional?”

A resposta depende do projeto, da experiência de quem irá mantê-lo, do nível de controle visual necessário, do fluxo de trabalho e das funcionalidades que serão utilizadas.

Essa mudança já seria suficiente para pressionar o mercado de page builders.

A inteligência artificial acrescenta uma pressão ainda maior.

Os page builders estão realmente ficando obsoletos?

Um page builder resolve essencialmente um problema de interface: permite que uma pessoa construa layouts complexos visualmente, sem precisar escrever manualmente todo o código necessário para isso.

Foi justamente essa facilidade que ajudou ferramentas como Elementor, Divi e outros construtores a se popularizarem.

Mas existe uma consequência interessante quando introduzimos IA nesse processo.

Se antes tínhamos:

código → editor visual

agora começamos a ter:

linguagem natural → IA → editor visual → código/estrutura

A inteligência artificial passa a ocupar uma camada anterior à interface.

Isso pode reduzir a quantidade de operações manuais necessárias dentro de um page builder.

Mas não significa necessariamente que o próprio builder deixe de ter função.

Talvez ele passe a desempenhar outra função.

Elementor está realmente “morto”?

Poucas ferramentas representam tão bem essa discussão quanto o Elementor.

A frase “Elementor está morto” aparece com frequência em comunidades de designers e desenvolvedores, muitas vezes acompanhada de críticas relacionadas a desempenho, estrutura, fluxo de trabalho ou da preferência por ferramentas mais recentes.

Mas existe uma diferença importante entre dizer que uma ferramenta está sendo questionada e afirmar que ela está morta.

Em 2026, o Elementor iniciou uma mudança arquitetônica importante com o lançamento da versão 4 e do chamado Atomic Editor.

A nova arquitetura introduziu Variables, Classes e Components reutilizáveis, um sistema unificado de estilos e uma separação mais clara entre estrutura, conteúdo e apresentação. Para novas instalações, os recursos Atomic passaram a ser ativados por padrão; em sites existentes, podem ser habilitados sem substituir imediatamente a estrutura anterior.

Isso merece atenção porque responde a uma mudança que está acontecendo no próprio Web Design.

Em vez de estilizar repetidamente cada elemento de cada página, o modelo passa a enfatizar sistemas reutilizáveis.

Uma classe pode controlar determinados estilos.

Uma variável pode definir valores compartilhados.

Um componente pode ser reutilizado em diferentes partes do projeto.

O objetivo deixa de ser simplesmente montar páginas individualmente e passa a incluir a construção de um sistema de design mais consistente e escalável.

Isso, por si só, já representa uma mudança considerável em relação à lógica tradicional que ajudou a popularizar o Elementor.

Mas a transformação não termina aí.

Elementor também está levando IA para dentro do editor

Em 2026, o Elementor apresentou a Angie, uma estrutura de IA agêntica criada especificamente para trabalhar com WordPress.

A diferença em relação às primeiras ferramentas generativas é importante.

Em vez de simplesmente produzir um texto ou trecho de código para ser copiado e colado posteriormente, a proposta é permitir que a IA compreenda o ambiente WordPress e execute ações dentro dele.

A Angie também foi integrada ao Atomic Editor.

Atualmente, ela pode utilizar linguagem natural para criar elementos como classes, variáveis, formulários e componentes que permanecem editáveis dentro do próprio sistema Elementor.

E a evolução está acontecendo rapidamente.

Em julho de 2026, o Elementor ampliou a integração para permitir a geração de páginas completas a partir de prompts. O resultado não é apenas uma imagem ou um layout externo: são estruturas editáveis dentro do próprio Elementor, incluindo páginas, sistemas de design, formulários e loops.

Isso coloca a discussão sobre o futuro do Elementor em uma perspectiva diferente.

A questão talvez não seja simplesmente:

“A IA vai substituir o Elementor?”

Pode ser:

“Como será usar Elementor quando uma IA puder operar parte do Elementor por você?”

São perguntas bastante diferentes.

A resposta do Elementor não garante seu futuro

Também é importante evitar o extremo oposto.

O fato de Elementor estar reconstruindo sua arquitetura e incorporando inteligência artificial não significa que a ferramenta necessariamente continuará ocupando a mesma posição que possui hoje.

Uma nova arquitetura precisa demonstrar seus resultados no uso real.

Novos concorrentes podem oferecer soluções melhores.

O próprio WordPress pode reduzir a necessidade de ferramentas adicionais.

E profissionais podem preferir fluxos de trabalho diferentes.

Portanto, não faz sentido transformar a análise em uma defesa do Elementor.

O que os acontecimentos de 2026 demonstram é apenas que declarar sua “morte” como fato ignora uma parte importante da realidade: a ferramenta está sendo ativamente reconstruída para responder justamente às transformações que colocaram seu modelo tradicional em discussão.

O resultado dessa tentativa ainda será determinado pelo mercado.

Bricks aponta para outro caminho possível

O Bricks ajuda a compreender por que não existe apenas uma maneira de incorporar inteligência artificial a um page builder.

Em julho de 2026, a versão 2.4 beta introduziu um conjunto de AI Abilities conectado à Abilities API do WordPress e ao Model Context Protocol, o MCP.

Com essa estrutura, clientes compatíveis como Cursor, Claude Code e Copilot podem executar ações estruturadas dentro do Bricks. Entre elas estão criação e edição de páginas, elementos, templates, componentes, dados globais, design systems, consultas e outras estruturas do builder.

Há uma diferença conceitual interessante.

O agente de IA não precisa simplesmente gerar um código externo que posteriormente será inserido no site.

Ele pode interagir com a própria estrutura utilizada pelo builder.

Assim, um profissional pode, por exemplo, utilizar um agente para construir ou alterar determinada parte do projeto e continuar posteriormente trabalhando sobre aquele resultado dentro do Bricks.

Isso reforça uma possibilidade que merece atenção:

O page builder pode continuar existindo mesmo quando deixa de ser a única interface utilizada para operá-lo.

Em outras palavras, talvez não seja necessário clicar, arrastar e configurar manualmente cada elemento para que o builder continue desempenhando uma função importante no projeto.

Divi também está reconstruindo sua base

O movimento não está restrito a Elementor e Bricks.

O Divi 5 saiu oficialmente da fase beta em fevereiro de 2026, depois de um longo processo de reconstrução de sua base.

Ao longo do ano, a plataforma continuou recebendo recursos relacionados a sistemas de presets, CSS Grid, workflows e outras funcionalidades voltadas à construção visual mais estruturada.

Isso não significa que Elementor, Divi ou qualquer outro builder esteja protegido contra as mudanças provocadas pela inteligência artificial.

Significa algo mais simples:

o mercado de construtores visuais não está parado esperando ser substituído.

Ele próprio está mudando.

O futuro talvez não seja IA versus page builder

Ao observar esses movimentos em conjunto, começa a surgir uma possibilidade diferente daquela apresentada pelas discussões mais extremas.

O futuro pode não ser:

IA ou editor visual.

Pode ser:

IA + editor visual.

Em alguns casos, o usuário continuará preferindo construir diretamente pela interface.

Em outros, poderá começar descrevendo o resultado que deseja.

Em outros ainda, um agente poderá executar uma sequência de tarefas e entregar uma estrutura que será posteriormente revisada e refinada visualmente.

Isso transforma o page builder em algo diferente.

Ele deixa de ser apenas a interface através da qual uma pessoa constrói cada parte da página e pode se tornar também o sistema estruturado sobre o qual pessoas e agentes trabalham conjuntamente.

A mudança é sutil, mas profunda.

A linguagem natural está se tornando uma nova camada de interface

Durante muitos anos, uma das principais promessas dos page builders foi:

“Você não precisa escrever código para construir visualmente.”

Agora começa a aparecer outra promessa:

“Você não precisa executar visualmente todas as operações para construir.”

Isso não elimina necessariamente o código.

Não elimina o editor.

E não elimina necessariamente o conhecimento técnico.

Apenas introduz uma nova camada de abstração.

Isso explica por que WordPress, Elementor e Bricks estão se aproximando da inteligência artificial por caminhos diferentes, em vez de simplesmente tentarem competir contra ela.

Então ainda faz sentido utilizar um page builder?

Não existe uma resposta universal.

Para alguns projetos, o editor nativo do WordPress pode oferecer tudo o que é necessário.

Para outros, um construtor visual pode continuar oferecendo vantagens importantes em controle, produtividade, design systems, componentes, recursos dinâmicos ou facilidade de edição.

E a inteligência artificial adiciona uma terceira variável: quanto desse trabalho precisa realmente ser executado manualmente?

É justamente por isso que a discussão sobre “qual é o melhor page builder” começa a parecer limitada.

A pergunta mais útil passa a ser:

Que papel um page builder ainda desempenha dentro do WordPress moderno — e em quais projetos ele realmente acrescenta valor?

Essa questão merece uma análise própria, porque envolve desempenho, manutenção, facilidade de uso, dependência tecnológica, Gutenberg/Site Editor, Elementor, Bricks, Divi, Breakdance e outros caminhos possíveis.

Mas uma conclusão já pode ser tirada.

As ferramentas não estão apenas recebendo IA. Elas estão mudando por causa dela

O cenário atual não mostra uma substituição simples em que uma nova tecnologia chega e todas as anteriores desaparecem.

Mostra algo mais parecido com uma reorganização das camadas que formam um site.

O WordPress está criando infraestrutura para IA.

Seu editor nativo continua expandindo a capacidade de construir visualmente um site.

O Elementor está reconstruindo sua arquitetura e permitindo que uma IA trabalhe dentro dela.

O Bricks está permitindo que agentes operem estruturas do próprio builder.

O Divi também reconstruiu sua base e continua evoluindo seu modelo visual.

Isso não nos permite saber quais ferramentas dominarão o mercado daqui a alguns anos.

Mas permite questionar uma das ideias mais repetidas atualmente:

talvez a inteligência artificial não esteja simplesmente eliminando as ferramentas de criação de sites. Ela esteja obrigando essas ferramentas a mudar.

E essa transformação nos leva a uma questão ainda mais importante.

Se parte crescente da execução pode ser realizada por inteligência artificial — dentro ou fora de um page builder —, o que realmente está sendo automatizado no trabalho de criação de um site?

E, principalmente:

se construir está ficando mais fácil, onde passa a estar o valor de quem trabalha profissionalmente com Web Design?

É essa mudança que precisamos analisar a seguir.

O que a IA realmente está automatizando na criação de sites?

A transformação provocada pela inteligência artificial não acontece de maneira uniforme.

Algumas tarefas que antes consumiam horas de trabalho já podem ser realizadas em poucos minutos. Outras podem ser aceleradas, mas ainda dependem de revisão e decisão. E existem questões que não são resolvidas simplesmente porque uma ferramenta se tornou capaz de gerar páginas, textos ou código.

Por isso, talvez seja mais útil perguntar o que está sendo automatizado do que tentar prever imediatamente quais ferramentas ou profissões irão desaparecer.

Na criação de sites, a IA já demonstra grande capacidade para acelerar principalmente a execução inicial.

Ela pode sugerir uma estrutura de páginas, produzir um primeiro layout, criar variações de uma seção, gerar textos provisórios, produzir imagens, escrever código, reorganizar conteúdo e executar determinadas tarefas dentro dos próprios ambientes de desenvolvimento.

Isso representa uma mudança importante porque muitas dessas atividades faziam parte do trabalho operacional de construir um site.

Mas existe uma diferença entre executar uma tarefa e decidir qual tarefa deve ser executada.

E essa diferença pode ser fundamental para compreender o futuro do Web Design.

A IA está reduzindo o trabalho necessário para chegar à primeira versão

Imagine o início de um projeto tradicional.

Depois de compreender minimamente o que precisava ser desenvolvido, alguém precisava definir uma estrutura inicial, criar páginas, montar seções, inserir conteúdo provisório, procurar imagens, testar alternativas de layout e fazer uma série de ajustes até chegar a uma primeira versão que pudesse ser avaliada.

Hoje uma parte considerável desse caminho pode ser acelerada.

Como vimos anteriormente, ferramentas atuais já conseguem transformar uma descrição em páginas e layouts editáveis. Sistemas de IA também conseguem gerar alternativas rapidamente, permitindo experimentar caminhos diferentes sem reconstruir cada solução manualmente.

Isso muda principalmente o custo da primeira tentativa.

Se antes produzir três possibilidades significava executar três vezes parte do trabalho, agora é possível gerar diferentes caminhos e concentrar mais tempo na avaliação dos resultados.

Essa mudança pode parecer apenas um ganho de produtividade, mas suas consequências são maiores.

Quando executar se torna mais barato, escolher tende a se tornar mais importante.

Produzir mais rápido não significa decidir melhor

A IA pode gerar dez opções de título em poucos segundos.
Mas qual delas representa melhor o posicionamento da empresa?
Pode produzir diferentes versões de uma página inicial.
Mas qual estrutura orienta melhor o visitante?
Pode sugerir uma combinação de cores.
Mas ela representa corretamente a identidade que a empresa pretende construir?
Pode escrever uma chamada comercial.
Mas aquela promessa corresponde realmente ao serviço oferecido?
Pode gerar uma imagem tecnicamente muito boa.
Mas aquela imagem comunica a mensagem adequada?
Pode criar uma página inteira.
Mas aquela página deveria existir daquela maneira?
Essas perguntas mostram uma mudança importante.

O problema deixa gradualmente de ser apenas:

“Como faço isso?”

e passa cada vez mais a incluir:

“Por que estou fazendo isso?”

“Qual dessas possibilidades é a melhor?”

“Melhor para quem?”

“Com qual objetivo?”

Quanto maior for a capacidade de geração das ferramentas, maior poderá ser a necessidade de critérios para avaliar o que foi gerado.

O site começa antes da ferramenta utilizada para construí-lo

Essa talvez seja uma das distinções mais importantes em meio à discussão sobre IA.

WordPress, Wix, Webflow, Framer, Elementor, Bricks e outras ferramentas podem participar da construção de um site.

Mas nenhuma delas define, por si só, qual deveria ser o posicionamento de uma empresa.

A ferramenta também não determina automaticamente quais informações são mais importantes para seus clientes, como os serviços deveriam ser apresentados, quais objeções precisam ser respondidas ou que ação esperamos que o visitante realize.

Essas decisões começam antes da construção propriamente dita.

Um projeto pode envolver perguntas como:

Quem é o público?
O que essa empresa oferece?
Por que alguém deveria escolhê-la?
O que precisa ser comunicado primeiro?
Qual conteúdo é realmente necessário?
Como as informações devem ser organizadas?
Qual deve ser a relação entre as páginas?
Que imagem queremos construir?
Como o site participa da estratégia comercial?
Como as pessoas chegarão até ele?
O que deverá acontecer depois que elas chegarem?

A inteligência artificial pode ajudar a investigar e responder muitas dessas questões.
Mas é necessário fornecer contexto, avaliar as respostas e tomar decisões.
Por isso, automatizar a construção não significa automaticamente automatizar o projeto.

A escolha da tecnologia também passa a exigir mais critério

Curiosamente, quanto maior se torna o número de maneiras de construir um site, menos útil fica procurar simplesmente pela “melhor plataforma”.

WordPress pode ser uma excelente escolha para determinado projeto e desnecessariamente complexo para outro.

Uma plataforma fechada pode oferecer praticidade e reduzir a necessidade de manutenção, mas também criar maior dependência de seu próprio ecossistema.

Um construtor baseado em IA pode ser suficiente para uma necessidade simples e extremamente rápido para colocar uma ideia no ar.

Um page builder pode continuar sendo produtivo para determinado fluxo de trabalho.

Uma solução mais orientada a desenvolvimento pode oferecer maior controle quando o projeto exigir isso.

A pergunta deixa de ser:

“Qual ferramenta é melhor?”

e passa a ser:

“Qual solução faz mais sentido para este projeto?”

Essa discussão merece ser aprofundada porque autonomia, facilidade, custo, desempenho, manutenção, SEO, integrações e escalabilidade podem levar a decisões diferentes.

É por isso que escolher entre WordPress, plataformas fechadas e novas ferramentas baseadas em IA não deveria ser apenas uma comparação de funcionalidades.

É uma decisão de projeto.

Quando criar um site sozinho pode ser suficiente?

A democratização da criação de sites é positiva.

Existem situações em que contratar um profissional simplesmente pode não ser necessário.

Uma pessoa que precisa de uma página pessoal simples, uma apresentação temporária, um pequeno projeto experimental, um protótipo ou uma presença básica pode conseguir um resultado perfeitamente satisfatório utilizando uma plataforma pronta e recursos de inteligência artificial.

Negar isso seria ignorar o que as ferramentas atuais já conseguem fazer.

Aliás, essa possibilidade não começou com a IA.

Templates, CMS e construtores visuais já permitiam que muitas pessoas criassem seus próprios sites.

A inteligência artificial apenas reduz ainda mais a barreira de entrada.

A diferença está na velocidade e no nível de assistência disponível.

Uma pessoa que antes precisava escolher um template, compreender um editor e produzir todo o conteúdo agora pode começar descrevendo o que precisa e receber uma primeira estrutura pronta.

Para determinados objetivos, isso pode ser suficiente.

O problema começa quando facilidade de criação é confundida com adequação da solução.

Quando a ferramenta deixa de ser a questão principal

À medida que um projeto se torna mais importante para um negócio, outros fatores começam a ganhar peso.

Posicionamento.
Identidade visual.
Arquitetura da informação.
Experiência do usuário.
Conteúdo.
Conversão.
Acessibilidade.
SEO.
Desempenho.
Integrações.
Manutenção.
Escalabilidade.

Nesse momento, saber qual botão apertar para criar uma seção pode ser uma parte relativamente pequena do problema.

O desafio passa a ser coordenar essas diferentes dimensões para que trabalhem juntas.
Uma página pode ser bonita e comunicar mal.
Pode carregar rapidamente e apresentar uma estrutura confusa.
Pode estar tecnicamente bem construída e não ser encontrada.
Pode aparecer no Google e não convencer ninguém.
Pode gerar contatos, mas atrair o público errado.
Pode funcionar perfeitamente hoje e se tornar difícil de administrar no futuro.
Um projeto de Web Design precisa equilibrar essas questões.
A inteligência artificial pode ajudar em praticamente todas elas.
Mas ajuda não significa necessariamente decidir sozinha.

Então a IA vai substituir o Web Designer?

É cedo para afirmar como a profissão será organizada no futuro.

Mas já é possível observar que algumas tarefas tradicionalmente executadas por Web Designers estão sendo automatizadas.

E provavelmente outras serão.
Montar determinadas estruturas.
Criar variações de layout.
Produzir conteúdo provisório.
Pesquisar referências.
Gerar imagens.
Escrever partes do código.
Adaptar elementos.
Executar tarefas repetitivas.
Tudo isso tende a exigir menos trabalho manual.

Por isso, dizer simplesmente que “a IA nunca substituirá o Web Designer” seria tão precipitado quanto afirmar que “a profissão vai acabar”.

A pergunta mais útil talvez seja outra:

Que parte do trabalho do Web Designer continuará tendo valor quando a execução básica puder ser feita cada vez mais rapidamente?

Essa questão aponta para uma mudança no papel do profissional.

O valor pode estar migrando da execução para a decisão

Durante muito tempo, saber como construir representou uma parcela importante do valor profissional.

Saber escrever código tinha valor porque poucas pessoas conseguiam fazê-lo.

Depois, saber operar um CMS, configurar um tema ou dominar um page builder também se tornou parte do conhecimento necessário para produzir determinados resultados.

Essas habilidades continuam úteis.

Mas quando uma IA consegue executar parte dessas operações a partir de uma instrução, a execução isolada tende a deixar de ser um diferencial tão forte.

Isso não significa que conhecimento técnico perde importância.

Pode acontecer justamente o contrário.

Quanto mais a ferramenta consegue fazer, mais importante pode se tornar saber quando ela está fazendo algo errado.

Um profissional que compreende HTML, CSS, responsividade, acessibilidade, performance, SEO, UX e arquitetura consegue avaliar o resultado produzido por uma IA de maneira diferente de alguém que apenas aceita o que apareceu na tela.

O conhecimento deixa de servir somente para executar.

Passa também a servir para orientar, avaliar, corrigir e decidir.

O Web Designer pode deixar progressivamente de ser apenas quem monta as páginas para assumir cada vez mais o papel de quem organiza o sistema que produz o resultado.

Saber usar IA provavelmente também fará parte do trabalho

Existe ainda uma inversão interessante nessa discussão.
A IA pode ameaçar determinadas tarefas do Web Designer, mas ao mesmo tempo está se tornando uma nova ferramenta do próprio profissional.
Um designer pode utilizá-la para explorar possibilidades.
Um desenvolvedor pode utilizá-la para acelerar código.
Um profissional de conteúdo pode utilizá-la para pesquisar e estruturar informações.
Uma equipe pode utilizar agentes para executar operações repetitivas.
O ganho não está necessariamente em aceitar automaticamente aquilo que a IA produz.
Está em conseguir produzir mais possibilidades, testar mais rapidamente e dedicar maior atenção às decisões que realmente exigem julgamento.

Assim como o profissional de Web Design precisou aprender CMS, responsividade, construtores visuais e outras tecnologias ao longo dos anos, trabalhar com sistemas de inteligência artificial tende a se tornar parte do repertório profissional.

A questão deixa de ser apenas:

“A IA vai substituir o Web Designer?”

e passa também a ser:

“Como o Web Designer que utiliza IA trabalhará de maneira diferente daquele que não utiliza?”

Essa discussão merece um artigo próprio porque envolve não apenas tecnologia, mas também competências, mercado, produtividade e o próprio modelo de prestação de serviços.

O que muda para quem contrata um site?

Para empresas e profissionais que precisam de um site, toda essa transformação traz uma vantagem evidente: existem mais opções.

Também cria um problema:

existem mais decisões.

É possível construir sozinho.
Utilizar uma plataforma com IA.
Contratar um profissional.
Escolher WordPress.
Utilizar uma solução fechada.
Adotar um page builder.
Utilizar ferramentas no-code.
Combinar várias dessas tecnologias.

O fato de existir uma solução rápida não significa que todos devam escolher a solução mais complexa.

E o fato de um projeto ser importante também não significa que precise utilizar a tecnologia mais sofisticada disponível.

A escolha deveria partir do objetivo.

Se uma ferramenta simples resolve o problema, utilizar uma estrutura mais complexa apenas aumenta custo e manutenção.

Se o site será um ativo importante para aquisição de clientes, conteúdo, posicionamento e crescimento, escolher apenas pela facilidade inicial pode criar limitações posteriormente.

É nesse ponto que o conhecimento profissional continua fazendo sentido: não necessariamente porque somente um especialista consegue construir a página, mas porque alguém precisa compreender as consequências das decisões tomadas durante o projeto.

O futuro da criação de sites provavelmente será híbrido

É impossível saber hoje quais plataformas dominarão o mercado nos próximos anos.

Algumas ferramentas desaparecerão.
Outras serão incorporadas.
Novos modelos surgirão.
WordPress continuará evoluindo.
Construtores visuais continuarão tentando se reinventar.
A inteligência artificial ficará mais capaz.
E tarefas que hoje ainda parecem complexas provavelmente serão automatizadas.

Mas os movimentos atuais sugerem que o futuro talvez não seja uma escolha simples entre:

humano ou IA
código ou no-code
WordPress ou criador de sites com IA
editor visual ou agente

Essas tecnologias estão começando a se combinar.

Um profissional pode utilizar IA para planejar uma estrutura, um CMS para administrar conteúdo, um editor visual para refiná-la, código para resolver necessidades específicas e agentes para automatizar parte do processo.

O próprio usuário pode participar mais diretamente da construção e manutenção.

A fronteira entre criar, editar, programar e administrar tende a ficar menos rígida.

Afinal, qual é o futuro da criação de sites?

Talvez a mudança mais importante não seja o surgimento de uma ferramenta capaz de construir um site inteiro a partir de uma frase.

É a redução contínua da distância entre uma ideia e sua execução.

Primeiro, os sistemas de gerenciamento de conteúdo reduziram a necessidade de trabalhar diretamente com código.

Depois, templates e construtores visuais reduziram a quantidade de conhecimento técnico necessária para criar layouts.

Agora a inteligência artificial começa a reduzir também a quantidade de operações necessárias para transformar uma intenção em uma primeira solução.

Essa transformação certamente afetará ferramentas, processos, preços, profissões e modelos de negócio.

Mas ela não elimina uma questão fundamental:

o que queremos construir e por quê?

Quanto mais fácil se torna produzir, mais importante pode se tornar escolher.

Quanto mais alternativas uma IA consegue gerar, mais necessário se torna avaliar.

Quanto mais ferramentas existem, mais importante é compreender qual delas faz sentido para determinado objetivo.

Por isso, o futuro do Web Design talvez seja menos sobre dominar uma ferramenta específica e mais sobre saber combinar tecnologia, inteligência artificial, design, conteúdo e estratégia para resolver problemas reais.

Criar um site está ficando mais fácil.

Criar o site certo continua sendo uma questão de decisão.

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Os Melhores Monitores para Designers

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Se você é designer e busca o monitor ideal para elevar seus projetos em 2026, chegou ao lugar certo. A tela é a sua principal ferramenta criativa, e escolher bem pode fazer toda a diferença na hora de captar cada detalhe e nuance de cor.

Neste guia reunimos os melhores monitores para designers, com tecnologia de ponta, resolução impecável e precisão cromática que impressiona. Seja você web designer, editor gráfico, fotógrafo ou ilustrador, aqui encontrará o parceiro perfeito para sua jornada criativa.

Como escolher o monitor ideal

  • Resolução avançada Para quem trabalha com edição de imagem, uma tela 4K ou superior garante nitidez e suavidade em cada pixel.

  • Precisão de cores Painéis IPS oferecem fidelidade cromática e consistência em qualquer ângulo de visão.

  • Conectividade Portas HDMI, DisplayPort e USB são essenciais para integrar seu fluxo criativo com outros dispositivos.

  • Ergonomia Ajustes de altura, inclinação e rotação garantem conforto visual e postura correta durante longas horas de trabalho.

Como escolher o monitor certo para o seu tipo de trabalho

(Puxe o conteúdo do artigo “Como Escolher um Monitor para Design Gráfico e Fotografia em 2023” — ele não é uma lista de produtos, então o conteúdo dele vira a base explicativa aqui, sem duplicar nenhuma lista.)

  • Resolução (Full HD, QHD, 4K) — quando cada uma faz diferença real
  • Precisão de cores (sRGB, Adobe RGB, Delta E) — o que esses números significam na prática
  • Tecnologia de painel (IPS vs. VA vs. TN)
  • Ergonomia (ajuste de altura, inclinação, rotação)
  • Conectividade (USB-C, Thunderbolt, DisplayPort)

Guia rápido por tipo de designer

Designers, sejam web, gráficos, fotógrafos ou ilustradores, cada um tem um conjunto único de necessidades quando se trata de monitores. A escolha do tamanho e da tecnologia do painel pode variar drasticamente dependendo de se você está criando visuais deslumbrantes para a web ou capturando cada nuance em uma fotografia.

• Para web designers, monitores com alta resolução e precisão de cores são vitais para garantir que os sites pareçam nítidos em todos os dispositivos. Uma boa escolha pode ser um com 99% sRGB.

• Editores gráficos precisam de uma gama de cores ampla e ajustes finos de brilho e contraste para que os detalhes saltem da tela. Um UltraSharp com 98% sRGB pode ser o companheiro ideal.

• Fotógrafos se beneficiam de monitores com excelente reprodução de cores e ajustabilidade de altura e rotação, facilitando a edição de fotos por horas a fio sem desconforto.

• Para ilustradores, a capacidade de recriar cores de forma fiel é fundamental. Monitores com uma ampla gama de cores e tecnologia de painel avançada, como os 100% sRGB, são ideais.

Os melhores monitores para designers em 2026

Modelo Resolução Cobertura de cores Conectividade Preço médio (Brasil) Indicação
Samsung ViewFinity S9 5K (5120 × 2880) 99% DCI-P3 Thunderbolt 4 (90W) R$ 8.999 Melhor para usuários Mac e máxima nitidez

Monitor BenQ PD2506Q QHD

2K DCI 1080p Painel IPS QHD com 100% sRGB, Rec. 709 e 95% P3 USB-C HDMI, DisplayPort, R$ 5.121 Excelente contraste e fluxo de trabalho

Monitor Dell UltraSharp 32

4K UHD 2160p 99% sRGB / 99% DCI-P3 DisplayPort, HDMI, Tipo C de USB, USB Tipo A R$ 7.219 Painel IPS Black com contraste profundo

ASUS Monitor profissional ProArt Display

4K UHD 1600p Ultra Wide 100% sRGB / Rec.709 UDisplayPort, HDMI, USB 3.2 Gen 2 R$ 7.681 Calibração de fábrica e certificação Pantone

Clique nas imagens abaixo e confira os detalhes de cada modelo na amazon:

Monitor Samsung ViewFinity S9

Monitor-Samsung

• Monitor BenQ PD2506Q QHD

• Monitor Dell UltraSharp 32

• Monitor ASUS Monitor profissional ProArt Display

Vale a pena comprar monitor recondicionado?

Uma alternativa econômica

Quem disse que você precisa gastar uma fortuna para obter uma tela que faça sua ilustração ganhar vida? Optar por monitores recondicionados pode ser uma jogada astuta, oferecendo o equilíbrio perfeito entre custo e benefício. Aqui estão algumas dicas espertas para você que busca uma opção mais em conta sem sacrificar a qualidade do projeto:

  • Verifique a Garantia: Procure vendedores que ofereçam garantia, isso mostra que eles têm confiança na qualidade dos monitores recondicionados.
  • Conexões e Portas: Certifique-se de que o monitor escolhido possui as conexões necessárias – HDMI, DisplayPort, USB – para garantir a compatibilidade com seus outros dispositivos, como notebooks para designers.
  • Condição do Monitor: Avalie o estado do monitor. Pequenos arranhões podem ser aceitáveis, mas problemas na tela ou nas cores são um grande não-não.
  • Desempenho: Leia artigos sobre monitores e análises para assegurar que o desempenho do modelo recondicionado atende às demandas da sua área de design.

Os monitores recondicionados podem não ser novos em folha, mas com um olhar atento aos detalhes, você pode encontrar uma pérola que elevará seu trabalho sem esvaziar seu bolso. Ergonomia e ajuste também são fundamentais – um bom negócio não vale uma dor nas costas, não é mesmo?

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Produção de Vídeos com Inteligência Artificial: Ferramentas Essenciais para 2025

A produção de vídeos com Inteligência Artificial em 2025

A produção de vídeos passou por uma verdadeira revolução nos últimos anos, impulsionada principalmente pelo avanço da inteligência artificial (IA). Em 2025, as ferramentas de IA não apenas complementam o trabalho humano, mas assumem um papel central em diversas etapas do processo criativo — da concepção de roteiros à edição final.

Empresas de todos os portes, profissionais de marketing, educadores e criadores de conteúdo encontram nessas tecnologias uma forma de produzir vídeos de maneira mais rápida, eficiente, acessível e personalizada. Com recursos como avatares digitais, narração automatizada, tradução simultânea e geração de vídeos a partir de texto, a IA democratizou a produção audiovisual e elevou o padrão de qualidade do conteúdo online. Neste artigo, destacamos as principais ferramentas de IA que estão transformando a maneira como vídeos são criados e consumidos em 2025.

Principais Ferramentas de IA para Vídeo em 2025

Ferramenta

Principais Recursos

Destaques de Uso

Synthesia

Geração de vídeos a partir de texto, avatares realistas, múltiplos idiomas, sincronização labial

Vídeos institucionais, treinamentos, e-learning, marketing

InVideo AI

Criação de vídeos automáticos a partir de texto, modelos prontos, edição simplificada

Vídeos promocionais, redes sociais, apresentações

DeepBrain AI

Avatares de IA, conversão de texto em fala, personalização, suporte multilíngue

Educação, treinamentos, vídeos explicativos

Vidnoz AI

Biblioteca com mais de 1200 avatares, dublagem, modelos prontos, edição fácil

Conteúdo para redes sociais, marketing, vídeos institucionais

Aivo AI

Transformação automática de textos e artigos em vídeos, geração de narração, personalização visual

Vídeos rápidos para blogs, mídias sociais, comunicação interna

Pictory

Criação e edição de vídeos de alta qualidade a partir de texto, recursos visuais automáticos

Conteúdo longo, resumos em vídeo, marketing digital

Colossyan

Avatares sintéticos, tradução automática, personalização de sotaque e aparência

Recursos humanos, vídeos globais, comunicação corporativa

Fliki

Conversão de texto em vídeo com narração realista, suporte a mais de 75 idiomas

Vídeos educacionais, explicativos, sociais

BasedLabs

Transformação de imagens em vídeos, faceswap, upscaling, edição criativa

Memes, vídeos virais, portfólios criativos

Pipio

Edição automatizada, geração de scripts, avatares e vozes de IA

Empresas, influenciadores, vídeos rápidos e personalizados

Opus Clip

Geração automática de vídeos curtos virais a partir de conteúdo longo

Shorts, Reels, Tiktok, cortes para redes sociais

Vidyo.ai

Edição automatizada, cortes inteligentes, adaptação de vídeos para diferentes plataformas

Otimização de vídeos para múltiplas redes

produção de videos

Recursos e Aplicações Mais Procurados

  • Geração de vídeo a partir de texto: Transformar roteiros, artigos ou resumos em vídeos completos com avatares, narração e trilha sonora.
  • Avatares realistas e personalizáveis: Criação de apresentadores digitais para vídeos institucionais, treinamentos e conteúdos globais.
  • Tradução e legendagem automática: Produção de vídeos multilíngues para públicos internacionais com tradução instantânea e legendas sincronizadas.
  • Edição automatizada: Cortes inteligentes, sugestões de transições, trilhas sonoras e efeitos visuais otimizados por IA.
  • Conversão de voz em texto e análise de conteúdo: Ferramentas como IBM Watson para transcrição, legendagem e análise de vídeo.
  • Melhoramento de áudio: Redução de ruído, nivelamento e aprimoramento automático do som com IA (ex: Aufônico).
  • Criação de vídeos curtos virais: Ferramentas como Opus Clip e Vidyo.ai para transformar vídeos longos em cortes otimizados para redes sociais.

Resumo das Tendências de Ferramentas de IA em Vídeo

  • Ferramentas como Synthesia, InVideo AI, DeepBrain AI, Vidnoz AI, Colossyan e Fliki estão entre as mais utilizadas para automação, personalização e escala na produção de vídeos em 2025.
  • O foco está na facilidade de uso, redução de custos, produção multilíngue e adaptação rápida para diferentes formatos e plataformas.
  • A IA tornou a produção de vídeo acessível, rápida e altamente customizável para criadores, empresas e agências de todos os portes.

Essas soluções representam o que há de mais avançado e utilizado por quem busca eficiência, inovação e impacto na produção de vídeos em 2025.

Em resumo, as ferramentas de inteligência artificial aplicadas à produção de vídeos em 2025 oferecem soluções práticas, inovadoras e adaptáveis às mais diversas necessidades do mercado. Elas não apenas aceleram os fluxos de trabalho, mas também ampliam o alcance e a criatividade de quem produz. Com opções que vão desde a criação automática de vídeos até a personalização de avatares e edição inteligente, a IA se consolida como uma aliada indispensável para quem deseja se destacar no cenário digital atual. Estar atualizado sobre essas ferramentas e saber como integrá-las estrategicamente é essencial para explorar todo o potencial da comunicação em vídeo na era da inteligência artificial.

Leia também: Os 5 melhores smartphones para gravar vídeos custo x  benefíco em 2025




Por que um Designer Gráfico Precisa Usar o Figma?

Você já se perguntou por que tantos designers gráficos estão migrando para o Figma? Essa ferramenta inovadora vem revolucionando a forma como criamos e colaboramos no design. Seja para desenvolver interfaces de usuário, criar protótipos ou trabalhar em projetos gráficos, o Figma oferece uma solução prática e eficiente.

O que é o Figma?

O Figma é uma plataforma de design baseada na nuvem que permite a criação colaborativa em tempo real. Diferente de muitas outras ferramentas, ele não depende de instalações complexas e funciona diretamente no navegador, com suporte para aplicativos desktop e móveis.

Fundamentos do Figma

Ferramenta Baseada em Nuvem

Por estar na nuvem, o Figma elimina a necessidade de salvar arquivos localmente. Isso significa que você pode acessar seus projetos de qualquer lugar, desde que tenha conexão com a internet.

Acessibilidade e Colaboração em Tempo Real

Imagine trabalhar em um projeto junto com outros designers, compartilhando ideias instantaneamente. O Figma permite isso, tornando o trabalho em equipe mais ágil e conectado.

Principais Benefícios do Figma

Interface Intuitiva

Mesmo para quem está começando, o Figma é fácil de usar. Sua interface limpa e bem organizada torna o aprendizado rápido.

Economia de Tempo no Fluxo de Trabalho

A integração de ferramentas como prototipagem e bibliotecas reduz a necessidade de alternar entre diferentes softwares, otimizando o tempo.

Compatibilidade com Diferentes Plataformas

Funciona no Windows, macOS, Linux e até no iOS e Android. Assim, você não precisa se preocupar com limitações do sistema operacional.

Recursos Exclusivos do Figma

Prototipagem Interativa

Crie protótipos clicáveis para apresentar aos clientes ou para testes de usabilidade, tudo sem sair do Figma.

Bibliotecas Compartilhadas

Armazene e compartilhe componentes e estilos que podem ser usados por toda a equipe.

Controle de Versões

Rastreie alterações feitas no projeto, podendo voltar a versões anteriores com facilidade.

Figma vs. Outras Ferramentas

Comparação com Adobe XD

Embora o Adobe XD seja poderoso, o Figma ganha na colaboração em tempo real e na acessibilidade.

Comparação com Sketch

O Sketch é popular, mas limita-se ao macOS, enquanto o Figma é multiplataforma e mais inclusivo.

Como o Figma Facilita a Colaboração

Feedback em Tempo Real

Com comentários diretamente nos projetos, as equipes podem resolver dúvidas instantaneamente.

Trabalho em Equipe Simplificado

Vários usuários podem editar simultaneamente, como se fosse um “Google Docs” do design.

Aplicações Práticas no Design Gráfico

Criação de Interfaces de Usuário

Perfeito para criar designs de aplicativos e websites.

Branding e Design de Materiais Gráficos

Desde logotipos até panfletos, o Figma é versátil o suficiente para atender diversas necessidades.

Wireframes e Fluxos de Usuários

Mapeie experiências completas com facilidade.

Dicas para Começar no Figma

  • Explore tutoriais no YouTube.
  • Participe de comunidades online para trocar dicas.
  • Experimente recriar designs famosos para praticar.

Erros Comuns e Como Evitá-los

Uso Indevido de Protótipos

Evite misturar elementos finais com testes iniciais para não confundir a equipe.

Desorganização de Arquivos

Mantenha nomes e pastas bem estruturados para facilitar o acesso.

A Importância do Figma no Mercado Atual

Dominar o Figma é quase essencial em um mercado competitivo, onde a colaboração e a rapidez são diferenciais.

Figma

Conclusão

O Figma não é apenas uma ferramenta, mas uma revolução no design gráfico. Sua acessibilidade, recursos exclusivos e capacidade de colaboração fazem dele uma escolha indispensável para designers que querem se destacar. Por que não dar uma chance ao Figma e ver como ele pode transformar sua forma de trabalhar?

FAQs Perguntas Frequentes

O Figma é gratuito?
Sim, há uma versão gratuita robusta que atende a maioria das necessidades.

Posso usar o Figma offline?
Embora dependa da nuvem, ele oferece um modo offline limitado em seu aplicativo desktop.

Quais sistemas operacionais suportam o Figma?
Windows, macOS, Linux, iOS e Android.

O Figma substitui o Photoshop?
Não completamente. O Photoshop ainda é ideal para edição de imagens avançada, enquanto o Figma é focado em design de interface e prototipagem.

Como aprender a usar o Figma rapidamente?
Aproveite cursos online, tutoriais e pratique recriando designs.

 

Leia também: Por que todos nós deveríamos estar investindo em Design

 




Qual é a diferença entre um website e uma landing page?

1 – Introdução

No mundo digital, entender as ferramentas corretas para se comunicar com seu público é essencial. Dois termos muito comuns no marketing digital são “website” e “landing page”. Mas qual é diferença entre um website e uma landing page? Como cada um pode beneficiar seu negócio? Neste artigo, vamos explorar a fundo as características de cada um e quando é mais adequado utilizá-los.

2 – O que é um Website?

2.1 Definição de Website

Um website é um conjunto de páginas da web interligadas que compartilham um domínio comum. Ele oferece várias informações, seja sobre uma empresa, serviços, produtos, blog, ou outros conteúdos relevantes.

2.2 Estrutura de um Website

Um website pode ter uma navegação complexa, com várias seções, como “Sobre Nós”, “Serviços”, “Blog”, “Contato” e muito mais. Ele serve como uma plataforma ampla para fornecer informações detalhadas.

2.3 Funcionalidades Comuns de um Website

  • Várias páginas de conteúdo
  • Blogs para atualização de notícias ou artigos
  • E-commerce, com produtos e carrinho de compras
  • Páginas de contato e informações detalhadas sobre a empresa

3 – O que é uma Landing Page?

3.1 Definição de Landing Page

Uma landing page, ou página de vendas, é uma página independente criada com o propósito específico de conversão. Seu principal objetivo é levar o visitante a realizar uma ação, como preencher um formulário, fazer um cadastro ou efetuar uma compra.

3.2 Estrutura de uma Landing Page

Diferente de um website, a landing page é focada em um único objetivo. Normalmente, ela não tem menus de navegação complexos ou múltiplos links. Tudo é voltado para uma única CTA (call to action).

3.3 Funcionalidades Comuns de uma Landing Page

  • Foco em uma única oferta ou ação
  • Formulários para capturar leads
  • Texto persuasivo e otimizado
  • Sem distrações, como menus ou links externos

4 – Diferença entre um website e uma landing page.

4.1 Objetivo

O website tem o objetivo de fornecer uma gama completa de informações sobre uma marca, produto ou serviço. A landing page, por outro lado, é projetada para conversão direta.

4.2 Estrutura

Enquanto um website pode ter múltiplas páginas e uma navegação mais ampla, a landing page é composta por uma única página focada em uma ação específica.

4.3 Conteúdo

Em um website, o conteúdo pode variar entre textos institucionais, blogs, produtos e muito mais. Já em uma landing page, o conteúdo é mais direto, com foco em convencer o usuário a realizar a ação desejada.

4.4 Call to Action

A landing page é altamente focada em uma CTA específica, como “Assine Agora” ou “Baixe o E-book”. No website, pode haver várias CTAs em diferentes páginas, como “Entre em Contato”, “Leia Mais”, entre outros.

diferença entre um website e uma landing page

5 – Quando Usar um Website?

5.1 Informações Gerais

Se o objetivo é oferecer ao seu público uma visão geral sobre sua empresa, produtos ou serviços, o website é a melhor escolha. Ele permite que o usuário explore diferentes áreas e entenda melhor o que sua marca oferece.

5.2 Branding

Um website é fundamental para construir uma presença online sólida e fortalecer o branding de sua empresa.

6 – Quando Usar uma Landing Page?

6.1 Campanhas de Marketing

A landing page é a escolha ideal para campanhas específicas, onde você deseja converter o maior número de visitantes em leads ou clientes.

6.2 Ofertas Limitadas

Se você está promovendo uma oferta de tempo limitado, um evento ou uma campanha sazonal, a landing page pode aumentar significativamente suas taxas de conversão.

7 – Benefícios de um Website

7.1 SEO

Um website bem estruturado pode ser otimizado para mecanismos de busca, atraindo mais tráfego orgânico.

7.2 Conteúdo Extenso

Com várias páginas, você pode oferecer conteúdo detalhado que ajuda a educar seu público e aumentar o tempo de permanência no site.

8 – Benefícios de uma Landing Page

8.1 Conversão Rápida

Por ser focada em um único objetivo, as landing pages tendem a converter mais rapidamente que um website tradicional.

8.2 Redução de Distrações

Ao eliminar menus e links, a landing page reduz as distrações e guia o visitante para uma ação específica.

9 – Exemplos de Uso de Websites e Landing Pages

9.1 Exemplo de Website

Uma loja online que possui diferentes categorias de produtos, um blog para dicas de moda e uma seção de contato.

9.2 Exemplo de Landing Page

Uma página dedicada a um webinar gratuito, com um formulário para inscrição e uma CTA direta para participar.

10 – Como Criar um Website Eficiente

10.1 Planejamento do Conteúdo

Identifique quais são as principais seções que seu público vai procurar. Crie uma hierarquia de páginas para facilitar a navegação.

10.2 Design Responsivo

Garanta que o website funcione bem em todos os dispositivos, especialmente em smartphones.

11 – Como Criar uma Landing Page de Sucesso

11.1 Foco na CTA

Certifique-se de que a chamada para ação esteja clara e visível logo de início.

11.2 Teste A/B

Realize testes para entender quais elementos da sua landing page estão funcionando melhor em termos de conversão.

Leia também: O que é um serviço hospedagem na web?

12 – Erros Comuns ao Criar Websites e Landing Pages

12.1 Navegação Confusa no Website

Evite menus complexos que podem confundir o usuário.

12.2 Falta de Clareza na CTA da Landing Page

Uma landing page sem uma CTA clara perde o seu propósito de conversão.

13 – Qual Escolher? Website ou Landing Page?

13.1 Depende do Objetivo

Se você precisa de um espaço para educar seu público e construir uma presença online, vá com um website. Se o objetivo é converter rapidamente, opte por uma landing page.

Conclusão

Tanto o website quanto a landing page têm seu lugar no marketing digital. Entender as diferenças e os contextos em que cada um é mais eficiente é essencial para o sucesso das suas estratégias online.

Perguntas frequentes sobre a diferença entre uma Landing page e um Site

Qual a principal diferença entre um website e uma landing page?
O website oferece várias páginas e informações, enquanto a landing page foca em uma ação específica para conversão.

É possível ter um website e uma landing page ao mesmo tempo?
Sim! Muitas empresas utilizam ambos para atender diferentes objetivos de marketing.

O que é uma CTA em uma landing page?
A CTA, ou call to action, é o botão ou link que convida o visitante a realizar uma ação, como preencher um formulário ou fazer uma compra.

Uma landing page pode ser usada para SEO?
Embora landing pages não sejam tão robustas em termos de SEO como websites, elas podem ser otimizadas para campanhas específicas.

Quanto custa criar uma landing page em comparação a um website?
Geralmente, uma landing page custa menos para ser desenvolvida do que um website, já que sua estrutura é mais simples e focada.




3 Regras de Web design que você deve realmente tentar evitar

Há uma tonelada de regras de web design que ficam presas em sua cabeça. Coisas que designers mais seniores sugeriram, elementos da teoria do design ou lições aprendidas em aulas ao longo do caminho. Mas talvez você deva realmente quebrar algumas dessas regras?

As tendências e conceitos de design mudam muito ao longo do tempo. Os avanços tecnológicos, em particular, mudaram algumas das regras. O design é um processo em evolução e o que funciona hoje, pode mudar amanhã. 

Aqui estão três regras de web design que você deve realmente tentar quebrar.

1 – Use fontes Sans Serif para Web Design

Regras de Web design

 

 

Regras de Web designTodo web designer costumava dizer que você precisava usar fontes sem serifa online. Simplesmente não é mais o caso. Quebre essa regra!

Uma boa mistura de tipos de letra legíveis é a nova norma. Isso inclui serifas, sans serifs e até mesmo novos estilos de roteiro. A chave para escolher a fonte correta (ou paleta de textos) é escolher entre estilos de letras que são fáceis de ler.

Houve pesquisas para respaldar essa ideia também. Jakob Nielsen, do Nielsen Norman Group, que se concentra na experiência do usuário, pesquisa e treinamento, disse que telas melhores estão mudando o cenário das diretrizes de tipografia para o design de sites. Eis a conclusão desse estudo:

A antiga diretriz de usabilidade para tipografia on-line era simples: fique com tipos de letra sem serifa. Como as telas do computador eram péssimas demais para renderizar serifas corretamente, tentar digitar serifas em tamanhos de corpo de texto resultava em formas de letra borradas.

Infelizmente, a nova diretriz não é tão clara quanto a antiga. A pesquisa de legibilidade é inconclusiva sobre se as fontes serifadas são realmente melhores do que as sem serifa.

A diferença na velocidade de leitura entre serif e sans serif é aparentemente muito pequena. Assim, não há uma diretriz de usabilidade forte a favor do uso de um ou outro, então você pode fazer a escolha com base em outras considerações — como a marca ou o humor comunicado por um estilo tipográfico específico.

Então vá em frente e quebre a velha regra sans serif. Aqui estão algumas coisas para procurar ao pensar sobre qual fonte escolher e se é altamente legível ou não.

  • Opte por larguras de curso uniformes em peso médio ou regular. Tipo superleve ou fino pode ser difícil de ler.
  • Mantenha uma altura x média. Deixar que seja super magro e alto pode vir com preocupações de legibilidade.
  • Procure um espaçamento entre letras consistente e adequado, sem uso excessivo de ligaduras ou floreios.
  • Use fontes ornamentadas para pequenos blocos de texto e apenas com intenção distinta.
  • Opte por tipos de letra serif ou sans serif para blocos maiores de cópia. Escolha letras com formas de letras distintas que sejam fáceis de ler rapidamente.

2 – Fique longe de fundos ousados

Regras de Web design em 2024

Regras de Web designPor um tempo, parecia que as únicas cores aceitáveis para um fundo de site eram brancas e neutros iluminados. De maneira nenhuma!

Cores de fundo brilhantes e ousadas podem fazer um ótimo elemento de fundo. A cor pode causar uma ótima primeira impressão nos usuários, definir o tom para o design e é uma maneira divertida e interessante de quebrar os mesmos padrões de design antigos.

Mais sites e grandes marcas estão usando cores para ajudar a criar uma experiência interessante e envolvente. E os usuários parecem gostar.

A segunda parte dessa regra quebrável, é limitar o número de cores na sua paleta de cores. Embora seja uma boa ideia ter uma paleta de marca distinta, você pode optar por um pouco mais de pizazz com projetos de design individuais.

As paletas de cores por trás do Material Design combinadas com o uso de opções de cores mais ousadas abriram o que é considerado elegante e brega. Mais cor é aceitável. Mais sites e grandes marcas estão usando cores para ajudar a criar uma experiência interessante e envolvente. E os usuários parecem gostar.

Embora você precise de uma paleta simples para obter consistência, adicione algumas cores extras (e mais brilhantes) para projetos específicos. Você não precisa redesenhar todos os materiais da sua marca para ter fundos roxos ou verdes brilhantes, mas pode incorporar cores mais modernas em projetos de várias maneiras.

  • Considere uma sobreposição de fotos coloridas.
  • Opte por uma cor de título brilhante.
  • Troque esse fundo neutro por algo mais memorável.
  • Use uma tonalidade mais brilhante para botões ou elementos de chamada para ação. (Nem todos precisam ser vermelhos ou azuis.)
  • Use estados de foco de bloqueio de cores para incentivar a interação.

3 – Crie um equilíbrio simétrico

Regras de Web design

 

 

 

Regras de Web designNo início da minha carreira de design, muitos designers veteranos empurraram o poder de designs perfeitamente simétricos para criar harmonia e equilíbrio. Olhando para trás, muitos desses conceitos eram apenas chatos e muito seguros.

A assimetria pode ajudá-lo a criar mais interesse visual e equilíbrio sem um design dividido no meio. Embora haja lugar para a simetria, criar equilíbrio com peso, espaço e elementos que se contrapõem pode ser muito mais interessante.

Para aproveitar ao máximo a assimetria em projetos de design, considere o seguinte para criar uma sensação de harmonia e fluxo visual:

  • Equilibre elementos e espaço uns contra os outros. Um elemento pesado pode parecer mais equilibrado quando emparelhado com espaço em branco.
  • Coloque ênfase no movimento para que os olhos se movam através do design como pretendido. Pense em como as pessoas leem e comece com elementos e textos mais pesados à esquerda que “se movem” para a direita.
  • Use cores para criar pontos focais.
  • Espalhe tudo em uma grade para criar uma sensação de organização e fluxo.
  • Preste atenção no peso. Projetos assimétricos não devem parecer “desequilibrados”. O usuário deve percorrer o conteúdo com facilidade. Use elementos estáticos, como navegação, para criar um contêiner para elementos assimétricos.

Leia também: 7 Tendência de Web design para 2024

Conclusão

Quebrar regras de design pode ser revigorante… ou desastroso. Faça a escolha certa sobre qual regra quebrar (e quando) pensando nos objetivos do seu projeto ou design. Como quebrar uma regra fará com que esse projeto funcione melhor? Ele melhora a usabilidade, a função ou a capacidade do usuário de entender a mensagem?

Se a resposta for sim, então seu projeto pode ser a tela perfeita para quebrar uma regra e tentar algo novo e diferente. Não quebre apenas uma regra de design porque você está entediado. (Isso realmente não é uma boa razão para fazer muita coisa.)

 

Fonte: Design Shack

 




Top 5 Ferramentas Online para Compressão de Imagens

A compressão de imagens desempenha um papel vital no desenvolvimento de websites, sendo uma etapa crucial para garantir uma experiência de usuário eficiente. Quando imagens não são otimizadas, elas podem ocupar uma quantidade significativa de espaço de armazenamento e aumentar o tempo de carregamento das páginas. Isso não apenas impacta negativamente a performance do site, mas também pode resultar em taxas de rejeição mais altas, afetando a retenção de visitantes.

Ao comprimir imagens, os desenvolvedores conseguem reduzir o tamanho dos arquivos sem comprometer drasticamente a qualidade visual. Essa redução de tamanho é alcançada através da eliminação de dados redundantes e não essenciais nas imagens. Como resultado, as páginas carregam mais rapidamente, proporcionando uma experiência de navegação mais fluida para os usuários.

As ferramentas de compressão de imagens desempenham um papel fundamental nesse processo.

Elas oferecem uma maneira conveniente e eficaz de reduzir o tamanho dos arquivos de imagem sem a necessidade de software complicado ou conhecimento técnico avançado. Essas ferramentas geralmente empregam algoritmos inteligentes que mantêm a qualidade visual das imagens enquanto reduzem seu tamanho.

Além de melhorar o tempo de carregamento e a performance geral do site, a compressão de imagens também pode beneficiar a otimização para mecanismos de busca (SEO). Motores de busca como o Google consideram a velocidade de carregamento das páginas como um fator de classificação, o que significa que sites mais rápidos têm maior probabilidade de aparecer em posições mais altas nos resultados de pesquisa.

Portanto, ao utilizar ferramentas de compressão de imagens, os desenvolvedores podem não apenas melhorar a experiência do usuário, mas também aumentar a visibilidade e a acessibilidade do site nos mecanismos de busca. Essas ferramentas são essenciais para qualquer projeto web que busque oferecer um desempenho excepcional e uma experiência de usuário satisfatória.

Nesta postagem, coletamos cinco ótimas ferramentas on-line de otimização de imagens que permitem compactar arquivos JPG, PNG e GIF diretamente do seu navegador.

Aqui estão algumas das melhores opções disponíveis:

1 – PicWish: Este serviço oferece compressão de imagens 100% gratuita. Ele suporta vários formatos, como JPG, JPEG, PNG, GIF, TIFF e outros. O algoritmo preciso do PicWish processa automaticamente os arquivos, mantendo alta qualidade nas imagens comprimidas. Você pode acessá-lo aqui.

compressão de imagens

2 – Image Compressor: Este editor de imagens permite a compressão gratuita de fotos, preservando a qualidade original. Além disso, ele permite o processamento em lote de até 20 imagens simultaneamente. Você pode experimentá-lo aqui.

3 – IMG2GO: Uma ferramenta online que permite reduzir o tamanho das imagens com a liberdade de escolher a qualidade desejada. Ela oferece opções específicas de otimização e formatos de saída. Acesse o IMG2GO aqui.

4 – Optimole: O Optimole é excelente para otimizar fotos. Ele gerencia e redimensiona o tamanho do arquivo de imagem, sendo ideal para quem busca uma solução completa de otimização. Você pode encontrar mais informações sobre o Optimole aqui .

5 – ImageRecycle: Essa opção também oferece compressão de imagens com foco na manutenção da qualidade. Ela suporta diversos formatos de arquivo. Saiba mais sobre o ImageRecycle aqui.

Além dessas, existem outras ferramentas como TinyPNG, JPEGmini e Kraken, que também são altamente recomendadas para a compactação de imagens para web. É importante notar que cada ferramenta tem suas próprias características e vantagens, então vale a pena experimentar algumas para determinar qual delas se adequa melhor às suas necessidades específicas.

Leia também: O que é o formato de aruivo WebP?

Ao escolher uma ferramenta de compressão de imagens, considere fatores como facilidade de uso, suporte a diferentes formatos de arquivo, qualidade da imagem após a compressão e a possibilidade de processamento em lote. A compressão eficaz de imagens não só melhora a velocidade de carregamento do site, mas também contribui para uma melhor experiência do usuário e pode até mesmo ajudar na otimização para motores de busca (SEO).

Para mais informações sobre como otimizar imagens para a web, incluindo softwares, sites e plugins, você pode consultar recursos adicionais que oferecem guias detalhados e dicas práticas.

Espero que essas ferramentas sejam úteis para suas necessidades de compressão de imagens! 📸




O que é o formato de arquivo WebP?

Desenvolvido pelo Google, o arquivo WebP é um formato de imagem moderno que permite uma compressão superior para imagens na web, permitindo que elas carreguem mais rápido sem comprometer a qualidade.

Ao contrário dos formatos tradicionais, como JPEG, PNG e GIF, o WebP suporta compressão sem perdas (qualidade perfeita) e com perdas (qualidade ligeiramente reduzida), juntamente com transparência e animação.

Essa versatilidade o torna uma opção atraente para uma ampla gama de conteúdo da web, desde ícones e gráficos simples até fotografias complexas e elementos animados.

Os prós do arquivo WebP

O fascínio do WebP reside em seus inúmeros benefícios. Principalmente, seus algoritmos de compactação eficientes podem reduzir significativamente o tamanho dos arquivos de imagem, levando a tempos de carregamento de página mais rápidos e melhor desempenho do site — um fator crítico na experiência do usuário e nas classificações de SEO.

Além disso, seu suporte para transparência e animação em um único formato agiliza o processo de web design, fornecendo uma solução completa para diversas necessidades visuais.

Os contras do arquivo WebP

No entanto, o caminho do WebP para a adoção generalizada é dificultado por vários obstáculos. O suporte ao navegador, embora aumente constantemente, ainda não é universal, deixando um segmento de usuários incapaz de visualizar imagens WebP sem mecanismos de fallback.

Além disso, a necessidade de ferramentas de conversão específicas e ajustes nos fluxos de trabalho existentes pode representar desafios para equipes e indivíduos acostumados aos formatos de imagem tradicionais.

Como converter imagens para WebP

Adotar o WebP envolve converter imagens existentes para esse formato, um processo facilitado por várias ferramentas e serviços. Aqui estão alguns métodos que você pode usar para integrar a conversão WebP em seu fluxo de trabalho, atendendo a diferentes preferências e requisitos.

Use um plugin WordPress

arquivo WebP

Se o seu site é construído com WordPress, a maneira mais fácil de converter as imagens do seu site é usar um plugin.

Há uma abundância de plugins gratuitos e premium disponíveis no WordPress que permitem converter imagens para WebP. Você pode usá-los para converter imagens existentes em seu site, bem como converter automaticamente novas imagens à medida que você as carrega.

Imagify (premium) e WebP Express (gratuito) são boas opções que valem a pena conferir.

Usando conversores on-line

Os conversores on-line oferecem uma maneira rápida e fácil de converter imagens para WebP. Sites como CloudConvert e Zamzar permitem que você carregue arquivos JPEG, PNG ou GIF e os converta para WebP com apenas alguns cliques. Simplesmente:

  1. Visite o conversor on-line de sua escolha.
  2. Carregue o(s) arquivo(s) de imagem que deseja converter.
  3. Selecione ‘WebP’ como o formato de destino.
  4. Clique em ‘Converter’ e baixe o arquivo convertido uma vez pronto.

Usar o Adobe Photoshop ou o Affinity Photo

As versões mais recentes do popular software de edição de fotos, incluindo Adobe Photoshop, Affinity Photo 2 e até mesmo MS Paint, agora suporta o formato WebP. Você pode usá-los para converter facilmente JPEG, PNG e outros formatos para o formato WebP.

Se você estiver usando uma versão mais antiga do Photoshop, a conversão de imagens para WebP é possível com a ajuda do plugin WebPShop.

Convertendo imagens WebP de volta para outros formatos

Às vezes, talvez seja necessário converter imagens WebP de volta para formatos padrão, como por motivos de compatibilidade. Isso pode ser alcançado por meio de ferramentas semelhantes.

A maneira mais fácil é usar uma ferramenta on-line como o CloudConvert para converter as imagens WebP para outros formatos. Além de usar Photoshop, Affinity Photo 2 e outros softwares.

Você também pode usar extensões de navegador, como Salvar imagem como tipo, para baixar imagens WebP em outros formatos.

Leia também: Como otimizar imagens para Web

Dicas para trabalhar com WebP

  1. Use as ferramentas certas para conversão

Selecione uma ferramenta de conversão que atenda às suas necessidades. Os conversores on-line são convenientes para uso ocasional, enquanto o software dedicado ou as ferramentas de linha de comando podem ser melhores para conversões em massa ou integração ao seu fluxo de trabalho.

  1. Verifique a compatibilidade do navegador

Antes de se comprometer totalmente com o WebP, certifique-se de que os navegadores do seu público-alvo suportem o formato. Use soluções de fallback como o elemento ” em HTML para fornecer formatos alternativos para navegadores sem suporte.

  1. Otimize para qualidade e tamanho

Ao converter imagens para WebP, experimente as configurações de compactação para encontrar o equilíbrio certo entre o tamanho do arquivo e a qualidade da imagem. Mesmo pequenos ajustes podem levar a economias significativas na largura de banda e nos tempos de carregamento.

  1. Aproveite o WebP para todos os tipos de imagem

Aproveite a versatilidade do WebP, usando-o para imagens fotográficas e gráficas. Seus algoritmos de compressão eficientes têm um bom desempenho em diversos tipos de conteúdo.

  1. Utilize o WebP para animações

Considere substituir GIFs por WebP para animações. As animações WebP podem ser significativamente menores do que GIFs, com melhor suporte para cores e transparência alfa.

Conclusão

O WebP representa um avanço significativo na otimização de imagens da Web, oferecendo uma combinação de eficiência e qualidade que pode melhorar muito o desempenho da Web. Embora não seja isento de desafios, as vantagens do WebP o tornam uma consideração que vale a pena para qualquer projeto web.

Entendendo os prós e contras e utilizando as práticas recomendadas para conversão, você pode efetivamente aproveitar o WebP para melhorar os tempos de carregamento, a estética e a experiência geral do usuário do seu site.

Fonte: Designshack




Como otimizar imagens para web

Conheça técnicas e ferramentas para otimizar imagens e melhorar a performance do seu website

Quando se trata de carregamento de website, cada segundo conta para capturar a atenção do seu público. Por isso, otimizar imagens para web se torna um trunfo para quem quer se posicionar nas primeiras posições do Google. Imagens com carregamento ágil podem ser a diferença entre uma campanha de publicidade ou na disputa com um website concorrente . Aqui vão algumas dicas práticas para você turbinar suas imagens:

  • Use ferramentas como Adobe Photoshop para ajustar a resolução sem perder a qualidade visual.
  • Experimente compressores online, como TinyPNG, para reduzir o tamanho do arquivo sem sacrificar a nitidez.
  • Considere plugins de otimização se estiver usando um CMS, como o Smush para WordPress.

Adotando essas técnicas, você não só irá melhorar a performance das suas campanhas de publicidade e o carregamento do seu site, mas também proporcionará uma experiência mais fluida e agradável para o usuário.

Entendendo a importância da otimização de imagens para web

Quando navegamos pela web, a velocidade é rainha e as imagens pesadas são como cavaleiros em armaduras de chumbo, desacelerando a corrida pelo ouro da experiência do usuário. Não é segredo que imagens otimizadas são cruciais para manter seu site ágil e atraente. Afinal, uma página que demora a carregar pode fazer com que o usuário desista antes mesmo de ver o conteúdo.

Além disso, imagens de alta qualidade são como ímãs visuais, atraindo os olhos dos usuários e mantendo-os engajados. Elas são a cereja do bolo de qualquer conteúdo, mas não se engane: um bolo pesado demais cai pelo próprio peso. Por isso, reduzir o tamanho do arquivo das imagens sem sacrificar sua qualidade é uma arte que vale a pena dominar.

Quando falamos de SEO, a otimização de imagens é uma peça-chave no quebra-cabeça do ranking. O Google, em sua sabedoria infinita, favorece sites que carregam rapidinho, dando-lhes um lugar de destaque no pódio das pesquisas. Ferramentas como TinyPNG e ImageOptim são os aliados perfeitos nessa missão, ajudando a comprimir os arquivos e a manter a qualidade, tudo isso diretamente no navegador e de graça!

Em resumo, otimizar suas imagens não é apenas sobre seduzir os algoritmos de busca; é sobre criar uma experiência rápida, fluida e visualmente deslumbrante para humanos e robôs igualmente.

O processo de otimização de imagens para web

Reduzir o tamanho das imagens sem sacrificar a qualidade é como fazer um bolo que é gostoso e ainda por cima light. Para alcançar essa façanha na web, siga este passo a passo:

  1. Escolha o formato de arquivo ideal: JPEG é um coringa, bom para fotos coloridas, enquanto PNG é perfeito para gráficos simples. Para escolher sabiamente, pense no uso que sua imagem terá.
  2. Comprima com sabedoria: Use ferramentas como o Adobe Photoshop para encontrar o equilíbrio perfeito entre qualidade e tamanho. Não esmague seus pixels até ficarem irreconhecíveis!
  3. Otimização com perdas vs. sem perdas: Com perdas reduz mais o tamanho, mas cuidado para não perder detalhes importantes. Sem perdas mantém a qualidade, mas com arquivos um pouquinho maiores.

As dicas práticas para acelerar o carregamento incluem usar uma CDN de imagem comoo serviço da Cloudflare, que é como ter um atalho expresso para suas imagens na web. Além disso, nomeie suas imagens de forma clara e direta, facilitando a vida dos motores de busca e dos usuários.

Escolher o formato de arquivo correto para a web não é só uma questão de estética, mas também de performance. JPEG, PNG e GIF são os queridinhos da internet, mas conheça bem cada um para fazer a escolha que melhor se encaixa nas suas necessidades. 

Leia també: Como aumentar imagens sem perder qualidade!

otimizar imagens

Otimização de imagens para web no WordPress

Se você tem um site no WordPress, sabe que a velocidade é essencial para manter seus visitantes felizes e melhorar seu ranking nos motores de busca. As imagens podem ser um dos maiores vilões no tempo de carregamento de uma página, mas, com algumas dicas práticas, você pode transformá-las em aliadas. O WordPress oferece algumas ferramentas para otimização, mas para um resultado ainda melhor, recorra a plugins específicos.

Felizmente, existem vários plugins disponíveis que podem ajudar a otimizar as imagens automaticamente. Aqui estão os cinco melhores plugins de otimização de imagens para WordPress em 2024:

1. reSmush.it: Este plugin é conhecido por sua eficiência em comprimir imagens sem comprometer a qualidade visual. Ele oferece uma interface simples e uma opção para otimizar imagens em massa, tornando-o uma escolha popular entre os usuários do WordPress.

2. EWWW Image Optimizer: Além de otimizar as imagens que você carrega, este plugin também otimiza as imagens já presentes no seu site. Ele suporta vários formatos de imagem e garante que a qualidade das imagens seja mantida após a compressão.

3. Compress JPEG & PNG Images: Criado pela equipe por trás do TinyPNG, este plugin foca na compressão de imagens JPEG e PNG. Ele é eficaz na redução do tamanho do arquivo, o que pode melhorar significativamente a velocidade do site.

4. ShortPixel Image Optimizer: ShortPixel é um plugin poderoso que oferece compressão de imagem avançada. Ele também suporta a conversão para o formato WebP, que é um formato de imagem moderno que oferece uma compressão superior com pouca perda de qualidade.

5. WP Smush: Este plugin é amplamente utilizado e oferece otimização de imagem em massa, compressão sem perda de qualidade e detecção de imagens incorretas que podem desacelerar seu site.

Esses plugins são ferramentas essenciais para manter seu site WordPress rápido e eficiente. Ao escolher o plugin certo para suas necessidades, você pode garantir que seu site carregue rapidamente, proporcionando uma melhor experiência ao usuário e potencialmente melhorando seu SEO. Experimente esses plugins e veja qual deles se adapta melhor ao seu fluxo de trabalho e às necessidades do seu site.

Lembre-se que otimizar imagens não é apenas sobre compressão, mas também sobre servir o conteúdo da maneira mais eficiente possível. Seguindo esses passos, seu site ficará mais leve, rápido e atraente para os motores de busca e para os usuários.

Melhorando constantemente a performance das imagens

A otimização de imagens não é uma tarefa única, mas sim um processo contínuo de ajustes e melhorias. Por isso, é vital monitorar e analisar os resultados da otimização para entender o impacto real no desempenho do seu site. Utilize ferramentas como o PageSpeed Insights do Google para obter insights detalhados sobre a velocidade de carregamento e identificar oportunidades de otimização.

Além disso, o uso de recursos como o Google Analytics pode ajudar a medir o engajamento do usuário e o tempo de carregamento das páginas. Com esses dados em mãos, é possível realizar melhorias contínuas na otimização das imagens. Isso não apenas melhora a experiência do usuário, mas também contribui para um melhor posicionamento nos motores de busca, já que velocidade é um fator de ranqueamento.

Portanto, não se acomode após a primeira rodada de otimização; faça da melhoria contínua um hábito para garantir que seu site esteja sempre voando leve e rápido na web.

Dicas extras para otimizar imagens para web

Quer turbinar suas imagens para a web? Então, confira essas dicas práticas: primeiramente, escolha formatos de arquivo adequados, como JPEG para fotos ou PNG para gráficos com transparência. Utilize ferramentas como TinyPNG ou JPEGmini para comprimir suas imagens sem perder qualidade. Ao nomear imagens, seja claro e descritivo, mas evite palavras-chave desnecessárias que podem mais atrapalhar do que ajudar no SEO.

Além disso, categorizar suas imagens e usá-las estrategicamente pode aumentar a relevância do seu conteúdo. Considere a dimensão das imagens e adapte-as para proporções amigáveis, como 16:9 ou 4:3, que são mais agradáveis aos olhos e favorecidas pelos algoritmos de busca.

Para recursos visuais prontos e sem custo, explore bancos de imagens gratuitos, como Unsplash e Pixabay. E quando precisar de um retoque rápido, ferramentas de edição como LoveIMG podem ser muito úteis. Com essas dicas, você está pronto para fazer suas imagens brilharem na web!

Conclusão

Após mergulharmos nesse universo de pixels e compressões, o que fica claro é que otimizar imagens para web é uma arte com impacto direto na velocidade de carregamento do seu site e na satisfação dos usuários. Ajustar o tamanho e formato das suas imagens, reduzir o peso dos arquivos e remover metadados desnecessários são passos cruciais para garantir que seu site não fique para trás na corrida digital.

Otimizar suas imagens não é apenas uma questão de estética, mas sim de performance. Sites ágeis têm mais chances de conquistar as primeiras posições no Google, e isso pode significar um aumento significativo no tráfego e engajamento. Lembre-se: imagens otimizadas melhoram a experiência do usuário e incentivam uma maior interação com o conteúdo do seu site.

Então, que tal colocar essas dicas em prática? Seja utilizando softwares como Photoshop, sites dedicados à otimização ou plugins como o EWWW IO, aprimorar as imagens do seu site é um passo essencial para melhorar seus resultados no Mailchimp e na web. Mãos à obra e boas otimizações!




10 Razões por que seu pequeno negócio precisa de um site

Se sua empresa chegou até aqui sem um site, você deve estar se perguntando: eu preciso de um site para o meu negócio? De que adianta se meu negócio já é bem-sucedido sem um?

A resposta curta é que nunca houve um momento melhor ou mais importante para investir em um site para o seu negócio. Um site oferece uma grande variedade de benefícios para pequenas empresas, e a maioria desses benefícios aumenta de valor exponencialmente ano após ano, assim como a própria Internet.

Não está convencido? Reunimos dez dos maiores benefícios que sua pequena empresa pode receber até mesmo de um site simples.

Dez razões pelas quais você precisa de um website para sua pequena empresa

1 – Um site faz você parecer profissional

84% dos consumidores de hoje acham que um site torna seu negócio mais confiável do que empresas que só têm perfis de mídia social. Seu site também é o lugar perfeito para mostrar quaisquer certificações ou prêmios profissionais que sua empresa tenha.

Além disso, ter seu próprio site permite que você crie um endereço de e-mail de marca (por exemplo, [email protected]) que adiciona um nível de profissionalismo a toda a sua correspondência, especialmente se você usou um endereço de e-mail pessoal para realizar negócios até agora. Além disso, algumas ferramentas de e-mail marketing não permitem mais que os usuários enviem e-mails de endereços pessoais. Isso significa que, se você quiser aproveitar o poder do marketing por e-mail, precisará de uma conta de e-mail comercial.

2 – Seu site pode atrair novos clientes através do Google

Você pode estar satisfeito com o tamanho atual do seu negócio, mas toda empresa experimenta a rotatividade de clientes. Para incentivar o sucesso contínuo, você precisa atrair novos clientes, e uma das melhores maneiras de fazer isso é se tornando mais visível no Google. As redes de mídia social são indexadas no Google, e as postagens de mídia social podem ser encontradas com o mecanismo de busca, mas um site dá acesso há muito mais ferramentas e estratégias para Search Engine Optimization (SEO). E o SEO é a chave para fazer o seu negócio aparecer na primeira página do Google.

A expressão “otimização para mecanismos de busca” pode ser intimidante, mas, na prática, é bastante simples. Você insere palavras e frases relacionadas ao seu negócio em uma ferramenta de pesquisa de palavras-chave, descobre quais estão recebendo mais tráfego no Google e, em seguida, cria seu conteúdo em torno dessas frases. Geralmente, cada conteúdo deve ser focado em uma palavra-chave diferente, para que, à medida que sua lista de conteúdo cresça, seu site seja capaz de classificar mais palavras-chave. Existem alguns excelentes plugins de SEO para WordPress que facilitam fazer isso, sem necessidade de treinamento prévio.

3 – Você pode mostrar claramente seus produtos e serviços

Você pode mostrar aos clientes em potencial o que eles obterão quando trabalharem com você, exibindo fotografias de alta qualidade em seu site. Dê uma olhada em como o restaurante britânico Blackhouse conseguiu isso em seu site:

Você também pode usar o design do seu site, juntamente com as imagens em destaque, para dar às pessoas uma noção de como é entrar em sua localização física. Isso funciona particularmente bem se sua marca estiver intimamente ligada à “sensação” de sua localização, como o restaurante canadense Stormcrow Manor.

site storm crow
Outra coisa que você pode fazer é publicar informações importantes sobre seus produtos e serviços em seu site para garantir que você está atraindo os clientes certos. Por exemplo, se você administra um restaurante, talvez queira marcar todos os itens do seu cardápio que são sem glúten para que as pessoas com celíacos ou outras condições que tornam o glúten perigoso saibam que podem comer em seu estabelecimento.

4 – Você pode exibir seus melhores comentários e depoimentos com destaque em seu site

Exibir seus melhores comentários e / ou depoimentos em destaque em seu site é uma ótima maneira de estabelecer a prova social. Isso pode vir na forma de depoimentos pessoais de clientes, como esta revisão no site da organização sem fins lucrativos STEAMLabs:

Se o seu negócio apareceu em artigos de jornais ou blogs locais populares, você também pode apresentá-los, como Stormcrow Manor fez abaixo:

Publicar suas melhores avaliações em seu site também serve ao propósito secundário de criar um arquivo permanente. Isso significa que, mesmo que sites de avaliação de terceiros fechem em algum momento no futuro, você ainda terá acesso às suas melhores avaliações.

5 – Um site pode incentivar os clientes a entrar em contato com você

Um site é um ótimo lugar para tornar suas informações de contato facilmente disponíveis para clientes em potencial. Você pode até mesmo publicar suas informações de contato em um cabeçalho ou rodapé para que elas apareçam em todas as páginas. A Snakes and Lattes, uma pequena rede de cafés de jogos de tabuleiro, colocou números de telefone para todos os seus quatro locais no rodapé do site:

Os construtores de sites modernos também facilitam a criação de um formulário de contato, que pode proteger seu e-mail comercial contra spam.

6 – Você pode integrar seu site com o Google Maps para que as pessoas possam encontrá-lo mais facilmente

Um site permite incorporar mapas diretamente em seu conteúdo. Algumas empresas, como a STEAMLabs, têm um mapa incorporado diretamente em sua página inicial:

Um mapa incorporado torna mais fácil para as pessoas que não passam muito tempo em sua área encontrar sua empresa. Isso é particularmente ótimo se você organizar eventos, pois eles podem atrair pessoas que, de outra forma, não passariam tempo no bairro em que sua empresa está.

7 – Seu site estabelece seu lugar em seu setor

Em 2021, 71% das pequenas empresas têm sites e 81% dos clientes pesquisam coisas online antes de comprá-los. Em outras palavras, se seus concorrentes estão online e você não, esses concorrentes obtêm as primeiras interações com os clientes.

Criar um site oferece um espaço para compartilhar o que é o seu negócio, estabelecer seu papel no setor e se conectar com os clientes que precisam de você.

8 – Um site não é mais intimidante para criar e gerenciar

Construtores de sites modernos como Squarespace e Wix tornam mais fácil para você construir um site atraente e amigável para dispositivos móveis sem qualquer conhecimento de código. Até mesmo o WordPress, a maneira mais popular de fazer um site, fez a transição para um editor de blocos:

Em outras palavras, nunca foi tão simples criar um site funcional e esteticamente agradável.

9 – Um site garante o seu sucesso a longo prazo

Em janeiro de 2021, quase 4,66 bilhões de pessoas (59,5% da população global) usavam a internet. Em muitos países, esse número é muito maior. Nos EUA, por exemplo, mais de 90% das pessoas estão online.

Sem um site, seu negócio fica invisível para essas pessoas. À medida que avançamos para a era digital, seu negócio se tornará invisível para todos, a menos que você invista em um site.

Portanto, para se manter competitivo nesse mundo cada vez mais digital, sua empresa precisa ficar online.

10 – Você pode obter todos esses benefícios sem gastar uma fortuna

Construir um site não é apenas mais fácil do que costumava ser; também é mais acessível. Se você estiver disposto a seguir uma abordagem DIY simples e não técnica, você pode criar um website por menos de R$ 1000 / ano.

WordPress, que novamente é a maneira mais popular de construir um website, é 100% gratuito para o software principal. Se você adicionar um tema WordPress gratuito como Neve ou Hestia e hospedagem de site barato, você pode estar pronto e funcionando a um custo muito baixo.

Leia também: O que é um serviço hospedagem na web?

Então, preciso de um site para o meu negócio? O veredito final.

Espero que agora você tenha percebido que a questão não é “eu preciso de um site para o meu negócio”, mas “posso me dar ao luxo de não ter um site na era digital”. E a resposta, se você quiser continuar prosperando no longo prazo, é não. Cada vez mais, até mesmo ficar à tona sem um site de negócios é impossível. Seus clientes estão on-line, seus concorrentes estão on-line e, se você não estiver lá para intervir, seus concorrentes e seus clientes se conectarão, deixando-o à deriva.

Novamente, o WordPress é a maneira mais popular de construir um website – ele alimenta mais de um terço de todos os sites na Internet. Também é acessível e acessível a usuários não técnicos, o que é uma grande parte do motivo pelo qual é tão popular.

Por fim, se você tem alguma dúvida sobre o lançamento de um site para o seu pequeno negócio, pergunte na seção de comentários abaixo, ou simplesmente entre em contato conosco por whatsapp ou email e teremos o maior prazer em lhe ajudar a construir sua presença online com um website.

 

Fonte: Themisle




12 fontes atemporais para postagens de mídia social

Lembra dos bons velhos tempos em que o Times New Roman era a sua fonte padrão para tudo? Tornou-se uma escolha de fonte popular, pois é fácil para os olhos e é muito versátil. Hoje, existem mais de 200.000 fontes disponíveis para escolher. Embora adoremos ter tantas opções, também pode ser muito confuso escolher. É semelhante a ir a uma loja de tintas e ter que escolher uma cor de tinta de um catálogo de 100 páginas. Avassalador é um eufemismo. Neste artigo, vamos nos aprofundar na importância das fontes no branding e explorar 12 fontes adequadas para melhorar suas postagens de mídia social.

O papel das fontes no branding

Antes de nos aprofundarmos nas fontes em si, é importante entender o papel fundamental que as fontes desempenham no branding. As fontes não são apenas elementos visuais; são poderosos comunicadores da personalidade de uma marca. A fonte certa pode transformar conteúdo mundano em algo cativante e memorável. Cada fonte tem sua própria identidade, tornando crucial selecionar uma fonte que se alinhe com a persona da sua marca.

Quais são os diferentes tipos de fontes?

Fontes

As fontes podem ser categorizadas em seis grupos principais:

  1. Serif: Essas fontes apresentam traços decorativos ou “serifas” nas extremidades dos caracteres, dando-lhes um visual mais tradicional e elegante. Exemplos incluem Times New Roman e Geórgia.
  2. Sans Serif: As fontes sem serifa não possuem os traços decorativos, dando-lhes uma aparência mais limpa e moderna. Helvetica e Arial são exemplos populares.
  3. Serifa de Laje: As fontes de serifa de laje são ousadas e volumosas, muitas vezes associadas a uma sensação de força e estabilidade. Um exemplo bem conhecido é Rockwell.
  4. Roteiro: As fontes de script imitam a caligrafia cursiva e evocam uma sensação de elegância e personalização. Exemplos incluem Brush Script e Lucida Calligraphy.
  5. Manuscrito: Uma fonte manuscrita, também conhecida como fonte escrita ou fonte cursiva, é um tipo de fonte que emula a aparência de escrita manuscrita ou cursiva.
  6. Decorativo: Essas fontes são altamente estilizadas e muitas vezes temáticas, tornando-as ideais para fins criativos específicos. Exemplos incluem Comic Sans e Chiller.

12 fontes para gráficos de mídia social

  1. Montserrat


Montserrat é uma tipografia sem serifa altamente versátil conhecida por seu design moderno e limpo. Projetado por Julieta Ulanovsky, oferece uma variedade de pesos, de fino a preto, e inclui itálico verdadeiro, tornando-o adaptável para vários contextos de design. Suas formas de letras geométricas e equilibradas, juntamente com sua simplicidade, garantem alta legibilidade, tornando-o uma escolha popular para web design, materiais de impressão, branding e design de interface do usuário (UI).

A natureza de código aberto de Montserrat contribuiu para seu uso generalizado e sua capacidade de transmitir uma sensação de modernidade, tornando-o um favorito entre os designers que buscam uma fonte que combine legibilidade e uma estética contemporânea.

Seja para criar conteúdo web elegante e legível, projetar materiais de impressão cativantes ou estabelecer uma identidade de marca moderna, as linhas limpas e pesos adaptáveis da Montserrat a tornam uma escolha confiável e atemporal no mundo da tipografia e do design.

  • Estilo: Montserrat é uma fonte moderna, sem serifa com um design limpo e simples.
  • Aplicações: É altamente versátil, adequado para conteúdo e cabeçalhos. Seu design limpo garante que o conteúdo seja facilmente digerível e é ideal para marcas que buscam uma imagem moderna e limpa.

Baixe aqui: https://www.dafontfree.io/montserrat-font-family/

  1. Didot


A fonte Didot é uma tipografia distinta e elegante conhecida por seu contraste dramático entre traços grossos e finos, linhas circulares e pequenas serifas. Nomeada em homenagem à família Didot, uma renomada família de impressoras e editoras francesas, esta fonte exala uma sensação de sofisticação e status. Caracteriza-se pelo seu alto contraste, que acrescenta um toque chique e elegante a qualquer design. As serifas são minimalistas e delicadas, dando à fonte uma aparência refinada e atemporal que muitas vezes é associada ao luxo e elegância.

A fonte Didot é amplamente utilizada por marcas de moda de alto padrão, como Zara e Giorgio Armani, em seus materiais de branding e publicidade para transmitir uma sensação de maturidade, classe e estilo.

Além de sua aplicação na moda, a fonte Didot pode ser vista em uma variedade de materiais impressos de alta qualidade, designs editoriais e marcas de luxo. Suas variações dramáticas entre traços grossos e finos contribuem para sua estética distinta, tornando-o uma excelente escolha para projetos que exigem um toque de sofisticação atemporal e ênfase no apelo visual.

  • Estilo: Didot é uma fonte serifa elegante e de alto contraste com variações dramáticas entre traços grossos e finos.
  • Aplicativos: Perfeito para marcas que buscam uma imagem sofisticada e luxuosa. Ele exala elegância e status, tornando-se uma excelente escolha para marcas de moda de alto padrão como Zara e Giorgio Armani.

Faça o download aqui: https://www.downloadfonts.io/didot-font-family-free/

  1. Futura

Futura é uma tipografia sans-serif amplamente reconhecida e influente conhecida por seu design moderno, claro e geométrico. Criado pelo designer de tipos alemão Paul Renner na década de 1920, o Futura se tornou uma fonte icônica e é considerado um clássico da tipografia do século 20. Suas formas de letras são caracterizadas por suas larguras de traçado uniformes, formas geométricas distintas e uma quase ausência de serifas, dando-lhe uma aparência limpa e minimalista.

Essas características fazem do Futura uma escolha ideal para transmitir uma sensação de modernidade e clareza em projetos de design, especialmente em áreas como publicidade e branding.

A versatilidade do Futura tornou-o um grampo em várias aplicações de design, de cartazes a logotipos corporativos. Marcas notáveis, incluindo Nike e Red Bull, usaram o Futura em seus materiais de marca, enfatizando sua estética limpa e contemporânea. Sua estética distinta, com longos ascendentes e capitéis romanos quase antigos, o diferencia de outras fontes geométricas sem serifa e contribui para sua popularidade duradoura na mídia impressa e digital.

  • Estilo: Futura é uma fonte geométrica sem serifa conhecida por sua elegância moderna e clara.
  • Aplicativos: É uma escolha popular para marcas que querem uma imagem contemporânea e elegante. Empresas notáveis como Nike e Red Bull o usam em suas marcas e mídias sociais, enfatizando seu apelo moderno.

Faça o download aqui: https://www.downloadfonts.io/futura-font-family-free/

  1. Helvetica

Helvetica é uma fonte icônica e amplamente usada sem serifa, conhecida por sua simplicidade atemporal e legibilidade excepcional. Projetada na década de 1950 pelo designer suíço Max Miedinger, a Helvetica é caracterizada por suas letras neutras, limpas e sem adornos. Apresenta um design equilibrado e versátil, com larguras de traçado uniformes e falta de elementos decorativos, tornando-o o epítome da clareza e neutralidade. Esses atributos renderam à Helvetica uma reputação como uma fonte clássica e altamente legível, ideal para um amplo espectro de aplicações de design.

A influência da Helvetica se estende por vários setores, tornando-a uma escolha favorita para sinalização, marca, materiais de impressão e design digital. Sua adaptabilidade, excelente legibilidade e compatibilidade com outras fontes contribuíram para seu status como uma das fontes mais usadas globalmente.

Muitas marcas notáveis, incluindo American Apparel e Toyota, empregaram Helvetica em seus logotipos e materiais de marca, destacando sua capacidade de transmitir uma sensação de profissionalismo, clareza e atemporalidade no design.

  • Estilo: Helvetica é uma fonte sem serifa atemporal e altamente legível.
  • Aplicativos: Ele lê bem em qualquer tamanho e complementa várias outras fontes tipográficas. Embora não seja normalmente usada em logotipos, é altamente versátil para branding visual.

Faça o download aqui: https://www.dafontfree.io/helvetica-font-free/

Leia também: Conscientização da marca x brand equity: entenda as diferenças

  1. Bebas Neue


Bebas Neue é uma fonte sem serifa versátil e atraente caracterizada por sua simplicidade, ousadia e apelo contemporâneo. Projetado por Ryoichi Tsunekawa, apresenta um design simples e acolhedor, tornando-o uma escolha ideal para uma ampla gama de projetos de design. Bebas Neue vem em vários pesos e estilos, proporcionando aos designers flexibilidade e liberdade criativa. Suas letras arrojadas e grossas e sua estrutura geométrica o destacam, e suas linhas limpas adicionam um toque de modernidade a qualquer design.

Essa fonte é adequada para projetos que exigem uma presença ousada e impactante, como manchetes, cartazes, banners e materiais de branding. Sua sensação calorosa e amigável o diferencia de outras fontes ousadas, tornando-o uma excelente escolha para designs que visam capturar a atenção e comunicar uma mensagem clara e envolvente. Seja em mídia digital ou impressa, Bebas Neue é uma opção confiável para designers que procuram fazer uma declaração ousada e elegante.

  • Estilo: Bebas Neue é uma fonte sans-serif quente e agradável.
  • Aplicativos: Disponível em vários estilos, é versátil e adequado para uma ampla gama de conteúdo de mídia social. Dá um toque de simpatia às marcas.

Faça o download aqui: https://www.dafont.com/bebas-neue.font

  1. Northwell

Northwell é uma fonte de escrita manuscrita charmosa e distinta projetada para uma aparência rústica e elegante. Criada pelo designer de tipos Sam Parrett, esta fonte é conhecida por suas pinceladas rápidas e secas e design exclusivo. Ele exala uma estética calorosa e convidativa, tornando-se uma escolha ideal para campanhas de branding, postagens em mídias sociais e sobreposições de texto em vários fundos.

O estilo manuscrito de Northwell adiciona um toque pessoal e um elemento lúdico aos projetos de design, tornando-o adequado para marcas que buscam uma imagem chique e divertida.

A adaptabilidade e a singularidade da Northwell tornaram-na uma escolha popular em uma variedade de contextos de design, desde embalagens de produtos até convites de casamento. Sua natureza manuscrita, ligeiramente imperfeita, adiciona caráter e senso de autenticidade aos designs, tornando-se uma ferramenta valiosa para designers que procuram transmitir uma mensagem amigável e personalizada. Seja usado em branding ou mídia social, Northwell tem a capacidade de infundir um toque de charme artesanal em conteúdo visual.

  • Estilo: Northwell é uma fonte manuscrita encantadora com uma aparência rústica e elegante.
  • Aplicativos: Ideal para campanhas de branding e postagens em mídias sociais, o estilo exclusivo e manuscrito de Northwell adiciona um elemento chique e lúdico ao conteúdo.

Faça o download aqui: https://www.allfreefonts.co/northwell-font/

  1. Lato


Lato é uma tipografia elegante e versátil sem serifa que oferece uma estética limpa com um toque de simpatia. Desenhada por Łukasz Dziedzic, esta família de fontes é caracterizada por suas formas de letras semi-arredondadas, que lhe conferem uma mistura sutil de seriedade e acessibilidade.

Lato está disponível em vários pesos, variando de fino a ultra-ousado, e vem em vários estilos, incluindo numerais de estilo antigo e de linha, ligaduras padrão e discricionárias, e um conjunto abrangente de diacríticos. Essas características tornam o Lato uma fonte altamente adaptável e adequada para vários cenários de design, especialmente em postagens de mídia social.

O design equilibrado e neutro da Lato a torna uma excelente escolha para branding corporativo, web design e projetos editoriais. Ele atinge um equilíbrio harmonioso entre legibilidade e estilo, tornando-o adequado para uma ampla gama de aplicações, desde texto de corpo em revistas até manchetes ousadas em materiais de marca. Sua versatilidade e legibilidade o tornaram uma fonte preferida entre os designers que procuram manter uma estética limpa e amigável em seu trabalho de design.

  • Estilo: Lato é uma fonte sem serifa elegante com uma estética limpa e um tom neutro.
  • Aplicativos: Ele está disponível em vários estilos, tornando-o adaptável a diferentes configurações e cenários, especialmente para postagens de mídia social.

Faça o download aqui: https://www.dafontfree.io/lato-font-family/

  1. Roboto

Roboto é uma tipografia sem serifa amplamente utilizada e versátil, conhecida por seu design moderno e mecânico com um toque de influência humanista. Projetado por Christian Robertson, combina formas geométricas com curvas amigáveis, oferecendo uma fonte equilibrada e legível que se destaca em aplicações digitais e impressas.

O Roboto é frequentemente empregado em conteúdo de mídia social, aplicativos móveis e interfaces de usuário (UI) devido à sua aparência limpa e discreta e excelente legibilidade. Ele é projetado com curvas largas e amigáveis, permitindo que as letras apareçam em sua largura natural, o que melhora o ritmo de leitura e o torna mais semelhante às fontes humanistas e serifas.

Sua versatilidade e ampla gama de pesos, estilos e conjuntos de personagens fazem do Roboto uma excelente escolha para designers de vários setores. De títulos a corpo de texto, essa fonte pode manter a legibilidade e o estilo em uma ampla gama de projetos de design. Sua estrutura mecânica, design amigável e adaptabilidade solidificaram seu lugar como uma escolha popular e confiável para transmitir informações com clareza e uma borda contemporânea.

  • Estilo: Roboto é uma fonte geométrica sem serifa amplamente utilizada com curvas amplas e amigáveis.
  • Aplicativos: Frequentemente usado em conteúdo de mídia social e aplicativos móveis, a estrutura mecânica e a legibilidade do Roboto o tornam uma escolha sólida para entusiastas de fontes humanistas e serifas.

Faça o download aqui: https://www.dafont.com/roboto.font

  1. Raleway


Raleway é uma tipografia elegante e contemporânea sem serifa desenhada por Matt McInerney. Destaca-se por sua versatilidade e legibilidade, tornando-se uma excelente escolha tanto para títulos em negrito quanto para cópia legível do corpo. Esta família de fontes oferece nove pesos diferentes, fornecendo uma ampla gama de possibilidades de design, e inclui numerais de estilo antigo e de linha, ligaduras padrão e discricionárias e um conjunto abrangente de diacríticos.

As letras semi-arredondadas de Raleway dão-lhe uma aparência limpa e peculiar, atingindo um equilíbrio entre seriedade e simpatia. Sua face de exibição é frequentemente usada para branding impactante e materiais de marketing, enquanto sua natureza legível o torna adequado para transmitir informações de maneira legível e pessoal.

A adaptabilidade de Raleway o tornou uma fonte popular para branding, publicidade e design editorial. Ele tem sido usado em uma variedade de contextos, desde cabeçalhos de sites e gráficos de mídia social até cartazes e materiais impressos. Seja para criar manchetes atraentes ou manter a legibilidade no corpo do texto, o charme de Raleway está em sua capacidade de encontrar um equilíbrio entre estilo e acessibilidade, tornando-o um recurso valioso para designers que procuram criar conteúdo moderno e visualmente envolvente.

  • Estilo: Raleway é uma família de fontes sem serifa elegante com diferentes pesos, adequada para títulos em negrito e cópia de corpo legível.
  • Aplicativos: Perfeito para marcas que procuram manter um equilíbrio entre estilo e legibilidade em seus gráficos de mídia social.

Faça o download aqui: https://www.dafontfree.io/raleway-font-family/

  1. ChunkFive


ChunkFive é uma fonte de serifa de laje ousada e marcante, conhecida por sua aparência super-ousada e semelhante a uma manchete de jornal. Desenhada por Meredith Mandel, esta fonte é caracterizada por formas de letras limpas e diretas que são fáceis de ler. Ele oferece um toque de estética retrô com seus traços arrojados e de alto contraste e serifas mínimas.

ChunkFive é particularmente versátil, permitindo muita flexibilidade na transmissão de mensagens, mantendo uma vibração clássica e fácil de ler manchetes de jornal.

Essa fonte é comumente usada quando os designers querem fazer uma declaração ousada, como criar títulos impactantes ou texto proeminente em materiais impressos e de marca. Sua simplicidade, ousadia e clareza o tornam adequado para transmitir mensagens importantes com um toque de nostalgia e uma sensação clássica e sem rodeios. Seja usado em mídia digital ou impressa, o ChunkFive se destaca e chama a atenção do público, tornando-se uma escolha valiosa para designers que desejam criar designs memoráveis e impactantes.

  • Estilo: ChunkFive é uma fonte de laje super ousada com aparência de manchete de jornal.
  • Aplicativos: Oferece flexibilidade e legibilidade na transmissão de mensagens, dando às postagens de mídia social uma vibração clássica e fácil de ler manchetes de jornal.

Faça o download aqui: https://www.dafontfree.io/chunkfive-font/

  1. Sabon

Sabon é uma tipografia clássica e elegante em serifa que exala beleza e legibilidade atemporais. Projetado pelo renomado tipógrafo Jan Tschichold na década de 1960, o Sabon é conhecido por suas formas de letras suaves e bem trabalhadas. Tem uma qualidade rica, quase caligráfica, que lhe dá um toque de sofisticação. Seu design enfatiza a legibilidade e um senso de refinamento, tornando-o uma escolha popular para corpo de texto e manchetes em uma variedade de aplicações de design.

A natureza suave e fluida do Sabon, com serifas suaves e proporções equilibradas, dá-lhe uma aparência elegante e versátil que é adequada para transmitir uma sensação de beleza clássica em projetos de design.

Essa fonte é frequentemente selecionada para contextos de design tradicionais e formais, como tipografia de livros, layouts editoriais e marcas onde uma aparência elegante e clássica é desejada. A versatilidade do Sabon é evidente em sua capacidade de transmitir uma sensação de atemporalidade, mantendo a legibilidade, seja ele usado para materiais impressos, conteúdo digital ou em outras aplicações de design. Seu design gracioso e bem trabalhado, juntamente com sua legibilidade, garante que continue sendo uma escolha popular para designers que desejam criar conteúdo visualmente agradável e refinado.

  • Estilo: Sabon é uma fonte clássica e elegante com um design incrivelmente suave.
  • Aplicativos: Conhecido por sua legibilidade, o Sabon é uma excelente opção para transmitir requinte e estilo em textos e manchetes nas redes sociais.

Faça o download aqui: https://www.downloadfonts.io/download/sabon-font/

  1. Gill Sans


Gill Sans é uma tipografia versátil e clássica conhecida por seu design humanista e tom tradicional. Criado pelo designer de tipos britânico Eric Gill na década de 1920, é caracterizado por suas formas de letras elegantes, mas diretas, e incorpora uma sensação de sofisticação atemporal. Gill Sans tem um estilo versátil que o torna adequado para uma ampla gama de aplicações de design, particularmente para manchetes e materiais de marca. Suas proporções equilibradas e influência humanista contribuem para seu apelo estético, oferecendo uma fonte ao mesmo tempo tradicional e moderna.

Esta tipografia é frequentemente escolhida para projetos profissionais de design gráfico, pois sua versatilidade permite que ela se encaixe bem em vários contextos de design. A Gill Sans é conhecida por transmitir um visual tradicional e atemporal e é uma excelente opção para marcas que buscam uma imagem moderna e clássica. Seja usado em materiais impressos, comunicações corporativas ou conteúdo digital, o Gill Sans tem a capacidade de transmitir um senso de profissionalismo, tornando-o uma escolha confiável para designers que procuram criar designs visualmente atraentes e sofisticados.

  • Estilo: Gill Sans é uma fonte humanista versátil com um tom e conceito tradicionais.
  • Aplicativos: Frequentemente usado para manchetes, Gill Sans é um must-have para marcas que buscam um visual moderno e clássico em seus gráficos de mídia social.

Baixe aqui: https://dafontfamily.com/gill-sans-font-free-download/

Conclusão

Em suma, as fontes são uma ferramenta eficaz para as marcas desenvolverem e manterem rapidamente sua identidade de marca. Em última análise, pode mudar um parágrafo longo e chato para um design de postagem que realmente atrai a atenção do público. É o que faz a marca se destacar das demais e como você pode realmente usar essas fontes para tornar o post nas redes sociais memorável para o público.

As fontes são uma parte fundamental do branding! Antes de escolher as fontes da sua marca, você precisará conhecer a personalidade e a identidade da sua marca. Sua identidade de marca deve ser comunicada através do alinhamento de todos os elementos da marca, incluindo a voz da marca, esquema de cores, design de logotipo e fontes. Seja criativo, mas tente permitir que todos os elementos funcionem esteticamente bem uns com os outros.

Fonte: Plexxie




Os 8 Melhores Monitores para Designers em 2024

Olá, designers de plantão! Se você está em busca do melhor monitor para levar seus projetos a um outro nível em 2024, chegou ao lugar certo. Sabemos que a tela é uma janela para a criatividade e escolher a certa pode ser decisivo na hora de captar cada detalhe e nuance de cor.

Por isso, preparamos uma seleção especial com os top 8 melhores monitores para designers que estão fazendo a cabeça dos profissionais.

De olho em tecnologia de ponta, resolução impecável e uma precisão das cores que parece saltar da tela, este guia é um verdadeiro mapa do tesouro para web designers, editores gráficos, fotógrafos e ilustradores.

Então, ajuste sua cadeira, prepare o café e venha conosco descobrir qual será o seu próximo companheiro de criação entre as estrelas da edição, cores vibrantes e conforto visual. Prepare-se para desbravar o universo dos monitores e fazer a escolha certeira para suas necessidades!

Como escolher o melhor monitor para designers

Designers são como chefs em suas cozinhas digitais, e o monitor é o ingrediente que pode fazer ou quebrar o prato final. Ao escolher um monitor, é essencial considerar as necessidades específicas de cada designer. Se você é um mago dos pixels, uma tela com alta resolução, como 4K ou superior, pode transformar a edição de imagem numa brisa suave.

A precisão de cores e a tecnologia do painel são o coração da questão. Um monitor com tecnologia IPS é como ter um amigo fiel que garante que o que você vê é o que você obtém, em cada ângulo. E não esqueça as conexões e portas – HDMI, DisplayPort ou USB são as pontes para conectar seu universo criativo a outros dispositivos.

A ergonomia é a cereja no topo do bolo. Ajustes de inclinação, altura e rotação podem parecer detalhes, mas são eles que vão salvar sua coluna depois de horas a fio na frente da tela. Então, antes de se decidir, certifique-se de que o monitor oferece a ajustabilidade necessária para um conforto visual prolongado, sem precisar apelar para a velha pilha de livros.

Guia de monitores para diferentes tipos de designers

Designers, sejam web, gráficos, fotógrafos ou ilustradores, cada um tem um conjunto único de necessidades quando se trata de monitores. A escolha do tamanho e da tecnologia do painel pode variar drasticamente dependendo de se você está criando visuais deslumbrantes para a web ou capturando cada nuance em uma fotografia.

• Para web designers, monitores com alta resolução e precisão de cores são vitais para garantir que os sites pareçam nítidos em todos os dispositivos. Uma boa escolha pode ser um com 99% sRGB.

• Editores gráficos precisam de uma gama de cores ampla e ajustes finos de brilho e contraste para que os detalhes saltem da tela. Um UltraSharp com 98% sRGB pode ser o companheiro ideal.

• Fotógrafos se beneficiam de monitores com excelente reprodução de cores e ajustabilidade de altura e rotação, facilitando a edição de fotos por horas a fio sem desconforto.

• Para ilustradores, a capacidade de recriar cores de forma fiel é fundamental. Monitores com uma ampla gama de cores e tecnologia de painel avançada, como os 100% sRGB, são ideais.

Explorar marcas como Apple e BenQ pode trazer surpresas agradáveis em termos de qualidade e custo-benefício. E para aqueles com orçamentos mais apertados, vale a pena considerar os monitores recondicionados que mantêm a alta qualidade sem esvaziar a carteira.

Uma alternativa econômica

Quem disse que você precisa gastar uma fortuna para obter uma tela que faça sua ilustração ganhar vida? Optar por monitores recondicionados pode ser uma jogada astuta, oferecendo o equilíbrio perfeito entre custo e benefício. Aqui estão algumas dicas espertas para você que busca uma opção mais em conta sem sacrificar a qualidade do projeto:

  • Verifique a Garantia: Procure vendedores que ofereçam garantia, isso mostra que eles têm confiança na qualidade dos monitores recondicionados.
  • Conexões e Portas: Certifique-se de que o monitor escolhido possui as conexões necessárias – HDMI, DisplayPort, USB – para garantir a compatibilidade com seus outros dispositivos, como notebooks para designers.
  • Condição do Monitor: Avalie o estado do monitor. Pequenos arranhões podem ser aceitáveis, mas problemas na tela ou nas cores são um grande não-não.
  • Desempenho: Leia artigos sobre monitores e análises para assegurar que o desempenho do modelo recondicionado atende às demandas da sua área de design.

Os monitores recondicionados podem não ser novos em folha, mas com um olhar atento aos detalhes, você pode encontrar uma pérola que elevará seu trabalho sem esvaziar seu bolso. Ergonomia e ajuste também são fundamentais – um bom negócio não vale uma dor nas costas, não é mesmo?

Conclusão

Após uma jornada repleta de detalhes técnicos e análises criteriosas, destacamos que a escolha do monitor ideal é um passo fundamental para qualquer designer que busca excelência e precisão em seus trabalhos.

A qualidade da imagem, a fidelidade das cores, a ergonomia e as tecnologias de conexão são apenas algumas das características vitais a serem consideradas. Lembre-se: um monitor não é apenas uma tela, mas uma janela para o mundo do design, onde cada pixel conta na criação de obras-primas digitais.

Encorajamos você, criativo do mundo digital, a fazer uma escolha informada, ponderando os prós e contras de cada modelo. Seja para edições gráficas ou para desenvolvimento de interfaces, o monitor certo pode ser o seu melhor colaborador. Não deixe de explorar outras opções disponíveis no mercado, sempre atualizando seu setup com o que há de mais inovador e eficiente.

Que a sua escolha seja o reflexo da sua criatividade e profissionalismo. Felicidades e sucesso em seus projetos!

Confira agora os 8 melhores monitores para Designers para comprar em 2024:

Apple Studio Display – Vidro padrão – Base com ajuste de inclinação ​​​​​​​

Melhores Monitores para Designers

Marca Apple
Cor Prateado
Total de portas HDMI 1
Peso do produto 12000 Gramas
Interface de hardware Thunderbolt, USB-C
Sobre este item
Tela Retina 5K de 27 polegadas envolvente com 600 nits de brilho, suporte para um bilhão de cores e ampla tonalidade de cores P3*
Câmera ultra-angular de 12 MP com Palco Central para chamadas de vídeo mais envolventes
Conjunto de três microfones com qualidade de estúdio para chamadas e gravações mais nítidas
Sistema de som com seis alto-falantes e Áudio Espacial para uma experiência sonora inacreditável
Uma porta Thunderbolt 3, três portas USB-C

 

 

SAMSUNG MONITOR GAMING QLED 49” COM TELA ULTRA-PLANA DE 32: 9, LC49HG90DMLXZD, QLED, 49”, Preto carvão (Hair-line), 49 POLEGADAS

Marca SAMSUNG
Tamanho da tela 49,8 Polegadas
Resolução máxima do visor 3840 x 1080 Pixels
Taxa de atualização 144 Hz
Tipo de visor LCD
Sobre este item
Eco Saving Plus, Eye Saver Mode, Flicker Free, Picture-By-Picture, Quantum Dot Color, USB Super Charging, Easy Setting Box, FreeSync 2, Game Color Mode, Screen Size Optimizer, Black Equalizer, Low Input Lag Mode, Refresh Rate Optimizor, Custom Key, Super Arena Gaming UX

Monitor Dell UltraSharp 27″ 4K Hub USB-C U2723QE

Marca Dell
Tamanho da tela 27 Polegadas
Peso do produto 13,8 Libras
Total de portas USB 8
Sobre este item
Tela: 27” Antirreflexo
Resolução: 3840 x 2160
Tecnologia do Painel: IPS Black

Monitor BenQ BL2420PT com 23.8′, 100% sRGB e Rec. 709, Tela Anti-Reflexo e Ajuste de Altura Para Designers, Grafite Fosco

Marca: BenQ
Tamanho da tela 23,8 Polegadas
Resolução máxima do visor 2560 x 1440 Pixels
Marca BenQ
Características especiais Filtro de luz azul, Ajuste de altura, Flicker-Free
Taxa de atualização 60 Hz

Sobre este item
O inovador sistema Eye-Care da BenQ oferece conforto visual, prevenção e alívio contra a fadiga ocular e reduz os danos da luz azul; bivolt
A tecnologia BenQ AQColor é legitimada pela certificação technicolor e calibrado de fábrica para obter a máxima precisão de cores
Tecnologias low blue light e flicker-free com configuração que protegem seus olhos da luz azul e cintilação da tela para maior conforto
Amplo ângulo de visão com a tecnologia IPS que garante até 178 graus esquerda/direita e acima/abaixo
Ótima precisão de cores com 8 bits de profundidade de cor, 100% sRGB e Rec. 709, produto bivolt

Monitor LG Ultrawide 32UL750-32″ LED Widescreen UHD 4K, HDR 600, HDMI, Display Port, USB-C, FreeSync, Som Integrado, Ajuste de Altura

Marca: LG
Tamanho da tela 31,5 Polegadas
Resolução máxima do visor 3840 x 2160
Marca LG
Taxa de atualização 60 Hz
Tipo de visor LED
Sobre este item
Incrível desempenho Ultra HD 4K, oferecendo mais de 1 bilhão de cores com detalhes precisos que permanecem consistentes em resolução quatro vezes maior que Full HD.
Imagem realista com a classificação VESA DisplayHDR 600. Com maior contraste e gama de cores, o Monitor LG UHD 4K te proporciona ainda mais qualidade de imagem em até 600 nits de brilho.
Conectividade total com a porta USB Type-C, que permite a exibição de vídeo em 4K, transferência de dados e carregamento, tudo ao mesmo tempo por um único cabo conectado ao notebook ou computador.

Mais de 1 bilhão de cores com o padrão DCI-P3, utilizado na indústria cinematográfica, com 95% de fidelidade.
Equipado com OnScreen Control que permite alterar as configurações do monitor, customizar a tela em até 14 modos, e com o Screen Split 2.0 para visualizar duas janelas ao mesmo tempo através do PIP.

Monitor, BenQ, PD3200Q QHD com 32′, Painel VA, 10 bits, 100% sRGB e Rec. 709, Modo DualView e CAD/ CAM, tela Anti-Reflexo, Ajuste de Altura e Flicker Free, Grafite Fosco

Marca: BenQ
Tamanho da tela 32 Polegadas
Resolução máxima do visor 2560 x 1440
Marca BenQ
Características especiais sem cintilação
Taxa de atualização 60
Sobre este item
– SISTEMA EYE-CARE: o inovador sistema eye-care da BenQ oferece conforto visual, prevenção e alívio contra a fadiga ocular e reduz os danos da luz azul; bivolt
– TECNOLOGIA BENQ ACCOLOR: calibrado de fábrica com gama de cores 100%sRGB e Rec 709 para obter a máxima precisão de cores
– FUNÇÃO DUALVIEW: trabalhe com dois modos, como sRGB e Darkroom em precisar de duas telas
– MODOS DARKROOM, CAD/CAM e ANIMAÇÃO: modos recolucionários para trazer os designs mais elaborados à tona
– KVM: mostre conteúdos de dois PCs diferentes usando apenas um conjunto de mouse e teclado

Samsung Monitor Uhd 28″ Flat

Tamanho: 28″
Cor: Black
Tamanho da tela 28 Polegadas
Resolução máxima do visor 3840 x 2160 Pixels
Marca SAMSUNG
Características especiais Filtro de luz azul
Taxa de atualização 60 Hz
Sobre este item
Samsung MagicBright, Samsung MagicUpscale, Eco Saving Plus, Eye Saver Mode, Flicker Free, Picnture-In-Picture, Picture-By-Picture, Game Mode, Image Size, Easy Setting Box, FreeSync, Off Timer Plus
Tela 28″
Monitor UHD
Tamanho da Tela 28″ Tipo de Painel IPS Curvatura da Tela Plana Brilho (Típico) 300 cd/m²
Tempo de resposta: 4(GTG) ms; Taxa de atualização: Máximo 60 Hz

Monitor Gamer LG Ultragear 27GL650F – 27” IPS Full HD, 144Hz, 1ms MBR, HDR10, HDMI/DisplayPort, Ajuste de Inclinação

Marca: LGTamanho da tela 27 Polegadas
Resolução máxima do visor 1920 x 1080 Pixels
Marca LG
Taxa de atualização 75
Tipo de visor LED
Sobre este item
A performance desejável com a taxa de frequência de 144Hz, que permite ter ações antes que seus rivais.
Com 1ms MBR, você poderá ver até os menores movimentos com clareza.
Tela IPS Full HD com HDR10 e sRGB 99%, para cores maís realistas e imagens fluídas enquanto joga.
Oficialmente compatível com G-SYNC, eliminando cortes e minimizando as repetições de imagem para uma experiência mais fluida nos seus jogos.
Com a tecnologia FreeSync, os jogadores podem experimentar movimentos perfeitos e fluidos durante os jogo de altas configurações visuais.

Leia também: O melhor monitor para Designers




Os 5 melhores Plugins de Notificação Push

O que são notificações push? 

Os plugins de notificação push são ferramentas que permitem enviar mensagens diretas para os usuários que visitam o seu site, mesmo quando eles não estão navegando nele. Essas mensagens podem ser usadas para divulgar novos conteúdos, promoções, ofertas, lembretes e muito mais.

E por que você precisa deles?

Os plugins de notificação push podem aumentar o engajamento, o tráfego e as conversões do seu site, além de fidelizar os seus visitantes. Mas como escolher o melhor plugin de notificação push para o seu site WordPress em 2023?

Neste artigo, vamos apresentar os 5 melhores plugins de notificação push para WordPress em 2023, destacando as suas principais características, vantagens e desvantagens. Confira!

5 dos Melhores Plugins de Notificação Push para WordPress

1. OneSignal

notificações push

OneSignal é um dos plugins de notificação push mais populares e completos do mercado, com mais de 1 milhão de instalações ativas. Ele permite enviar notificações push ilimitadas para os seus usuários, tanto no desktop quanto no mobile, de forma gratuita.

Com o OneSignal, você pode segmentar os seus usuários com base em vários critérios, como localização, idioma, dispositivo, comportamento, interesses e muito mais. Você também pode personalizar as suas mensagens com imagens, ícones, sons e botões de ação.

O OneSignal também oferece recursos avançados, como testes A/B, automação, análise de dados e integração com outras ferramentas, como Mailchimp, WordPress, Shopify e Zapier.

O OneSignal é fácil de instalar e configurar no seu site WordPress, e conta com um suporte técnico eficiente. A única desvantagem é que ele exibe um logotipo da marca nas suas notificações push, a menos que você pague por um plano premium.

2. PushEngage

notificação push

PushEngage é outro plugin de notificação push muito usado e bem avaliado pelos usuários, com mais de 10 mil instalações ativas. Ele permite enviar até 120 notificações push por mês para até 2.500 usuários, de forma gratuita.

Com o PushEngage, você pode segmentar os seus usuários com base em vários atributos, como país, cidade, navegador, plataforma e tags. Você também pode personalizar as suas mensagens com títulos, descrições, imagens e cores.

O PushEngage também oferece recursos avançados, como campanhas automatizadas, recuperação de carrinho abandonado, drip marketing, testes A/B e relatórios detalhados.

O PushEngage é fácil de instalar e configurar no seu site WordPress, e conta com um suporte técnico rápido e atencioso. A única desvantagem é que ele limita o número de notificações push que você pode enviar por mês no plano gratuito.

3. PushAlert

PushAlert é um plugin de notificação push moderno e intuitivo, com mais de 5 mil instalações ativas. Ele permite enviar notificações push ilimitadas para até 3 mil usuários, de forma gratuita.

Com o PushAlert, você pode segmentar os seus usuários com base em vários parâmetros, como geolocalização, assinatura, dispositivo e página visitada. Você também pode personalizar as suas mensagens com títulos dinâmicos,
imagens personalizadas e botões interativos.

O PushAlert também oferece recursos avançados, como campanhas recorrentes, remarketing inteligente,
notificações offline e análise de desempenho.

O PushAlert é fácil de instalar e configurar no seu site WordPress, e conta com um suporte técnico ágil e profissional.
A única desvantagem é que ele exige que você crie uma conta no site do serviço para usar o plugin.

4. PushAssist

PushAssist é um plugin de notificação push simples e eficaz, com mais de 4 mil instalações ativas.
Ele permite enviar até 3 mil notificações push por mês para até 2 mil usuários, de forma gratuita.

Com o PushAssist, você pode segmentar os seus usuários com base em vários fatores, como idioma, navegador, sistema operacional e frequência de visitas.
Você também pode personalizar as suas mensagens com títulos, descrições, ícones e URLs.

O PushAssist também oferece recursos avançados, como campanhas programadas, notificações em tempo real, rastreamento de cliques e conversões e integração com o Google Analytics.

O PushAssist é fácil de instalar e configurar no seu site WordPress, e conta com um suporte técnico disponível e cordial.
A única desvantagem é que ele não permite enviar notificações push para dispositivos iOS no plano gratuito.

5. Push Monkey

Push Monkey é um plugin de notificação push divertido e original, com mais de 3 mil instalações ativas.
Ele permite enviar notificações push ilimitadas para até 100 usuários, de forma gratuita.

Com o Push Monkey, você pode segmentar os seus usuários com base em vários aspectos, como categoria, tag, data e hora.
Você também pode personalizar as suas mensagens com títulos, descrições, imagens e emojis.

O Push Monkey também oferece recursos avançados, como notificações automáticas para novos posts, notificações personalizadas para posts antigos, notificações para carrinho abandonado e relatórios de estatísticas.

O Push Monkey é fácil de instalar e configurar no seu site WordPress, e conta com um suporte técnico simpático e prestativo. A única desvantagem é que ele limita o número de usuários que podem receber as suas notificações push no plano gratuito.

Conclusão:

Em suma, cada plugin de notificação push tem suas próprias vantagens e desvantagens. Alguns podem oferecer uma maior personalização e integração, enquanto outros podem se destacar em termos de facilidade de uso e suporte ao cliente. No entanto, apesar dessas diferenças, a importância de instalar um plugin de notificação push em seu blog é inegável.

Ele permite que você se conecte diretamente com seus leitores, enviando-lhes atualizações em tempo real. Isso não só aumenta o engajamento do usuário, mas também pode levar a um aumento na retenção de usuários e, finalmente, no crescimento do seu blog. Portanto, escolher o plugin de notificação push certo para o seu blog é uma decisão estratégica crucial que pode ter um impacto significativo no sucesso do seu blog a longo prazo.

Leia também: O que é um serviço hospedagem na web?




11 melhores fontes para web design

Essas 11 fontes para web design são apreciadas pelos designers porque equilibram impacto visual e versatilidade.

A escolha da fonte é um detalhe crucial que pode acrescentar ou quebrar seu projeto de web design.

De serifas tradicionais a scripts criativos, escolher ótimos pares de fontes é essencial para cada projeto. Mas com tantas opções disponíveis, quem pode dizer quais fontes são mais adequadas para dar um toque visual?

Para ajudar a determinar algumas das melhores fontes para web design, investigamos as opções de fontes dos usuários do Webflow nos últimos anos. Descobrimos 11 fontes diferentes que ocupavam o topo das paradas ano após ano. 

Conheça algumas das melhores fontes para web design 

Roboto (+ Condensado e Slab)

Roboto é uma escolha de fonte incrivelmente popular para web designers, então não é surpresa que o Roboto básico e sem serifa, bem como as variações Condensada e Slab, tenham sido pioneiros para usuários do Webflow nos últimos anos. 

A monografia combina o Roboto sans serif com uma fonte serifada personalizada.

A família de fontes Roboto oferece uma ampla variedade de pesos, larguras e estilos – tornando-a uma escolha versátil para design de sites. As versões condensadas proporcionam mais eficiência de espaço, enquanto as versões em placa oferecem uma opção serifada para combinar com o clássico Roboto.

Roboto tem excelente suporte de caracteres para muitos dos principais sistemas de escrita, incluindo latim estendido (para todos os idiomas europeus), cirílico (russo/búlgaro/ucraniano etc.), alfabetos grego e hebraico, entre outros, tornando-o perfeito para sites multilíngues. 

Libre Franklin

Libre Franklin é uma fonte web moderna e versátil que traz a estética clássica das fontes americanas para a internet. É uma escolha comum para sites multilíngues porque oferece suporte a idiomas latinos e não latinos, como grego, cirílico e árabe. 

Fonte

Esta fonte otimizada digitalmente foi construída com recursos OpenType como versaletes, ligaduras, formatadores de frações e outras alternativas estilísticas. Isso garante que a fonte permaneça nítida e clara, independentemente do tamanho da tela ou do aumento ou redução do zoom dos visualizadores. E com mais de 700 glifos e três pesos diferentes, o Libre Franklin oferece aos designers muitas opções de design tipográfico.

Raleway

Raleway é uma fonte san serif com letras abertas que facilitam a leitura nas telas. Graças aos vários pesos, larguras e alternativas estilísticas – incluindo traços, ligaduras, frações, numerais antigos, setas e letras circuladas – os designers têm muitas opções para trabalhar ao projetar com esta fonte clássica. 

Fonte

Os sistemas operacionais Windows e Mac suportam Raleway. Também está disponível no Google Fonts , o que a torna uma das melhores fontes para web design porque os designers podem acessá-la sem se preocupar com licenciamento ou download de arquivos. No Webflow, você pode adicionar Google Fonts diretamente ao seu projeto.

Inter

A Inter foi projetada especificamente para telas e interfaces de usuário. Por ser uma fonte variável , o Inter funciona especialmente bem em designs responsivos porque pode se adaptar facilmente a diferentes tamanhos e resoluções de tela — garantindo que seu conteúdo seja sempre fácil de ler em todos os dispositivos, incluindo telas pequenas.

O0 Design usa Inter para itens de menu e corpo de texto

Inter apresenta uma gama de alternativas estilísticas que permitem aos designers adicionar nuances sutis à sua tipografia. E como o Inter é um projeto de código aberto, os designers têm a opção de personalizá-lo para atender às suas necessidades específicas.

Source Sans Pro

Source Sans Pro é uma das melhores fontes para web design porque foi projetada especificamente para máxima legibilidade e legibilidade na web. Esta fonte sem serifa possui letras claras e concisas que a tornam passível de leitura. O espaçamento generoso também ajuda o Source Sans Pro a se destacar em fundos ou imagens movimentadas em páginas da web.

Fonte

O conjunto de caracteres do Source Sans Pro abrange mais de 200 idiomas e variações como cirílico, grego e vietnamita – tornando-o ideal para sites multilíngues e internacionais. Além disso, esta fonte foi projetada com tecnologia anti-aliasing – uma técnica usada para melhorar a aparência das fontes em displays digitais – o que a torna ótima mesmo em telas de baixa resolução.

Poppins

Poppins é uma fonte sem serifa que pode lidar com caracteres do alfabeto latino e do sistema Devanagari usado por idiomas como hindi ou sânscrito. Se você está procurando uma fonte versátil internacionalmente, Poppins é uma ótima escolha. 

O Sprkl Webflow & Figma Wireframe Kit usa Poppins para títulos e botões.

As formas geométricas de Poppins mantêm o tipo legível em tamanhos pequenos, enquanto suas curvas modernas, porém atemporais, ficam impressionantes quando ampliadas em telas grandes ou dispositivos móveis. É perfeito para designs de web e UI que exigem estilo, clareza e legibilidade. 

Além disso, os recursos OpenType do Poppins oferecem um grande potencial para personalizar texto. Por exemplo, ligaduras podem ser usadas para combinar dois ou mais caracteres em um formato de glifo – ajudando os designers a criar efeitos tipográficos mais interessantes sem comprometer a legibilidade ou a compatibilidade entre navegadores e dispositivos. 

DM Sans

DM Sans oferece uma aparência limpa e moderna que funciona bem em design minimalista. Esta fonte sem serifa apresenta uma forma geométrica com cantos arredondados que lhe conferem uma aparência amigável e profissional. Freqüentemente, você verá DM Sans usado como corpo de texto em sites porque foi projetado para tamanhos de texto pequenos.

Fonte

Graças ao conjunto de glifos Latin Extended, DM Sans funciona bem para inglês e idiomas da Europa Ocidental. Além dos cinco pesos, DM Sans inclui recursos OpenType como frações, ordinais, sobrescritos, subscritos, formas com distinção entre maiúsculas e minúsculas, figuras proporcionais e figuras tabulares.

Playfair Display

Playfair Display é uma fonte serifada com linhas fortes e em negrito e um toque moderno que funciona bem para manchetes e títulos. A fonte apresenta caracteres ligeiramente condensados, de formato aberto e terminais arredondados, por isso também funciona em tamanhos de texto pequenos.

Fonte

Graças ao conjunto de glifos Latin Extended, DM Sans funciona bem para inglês e idiomas da Europa Ocidental. Além dos cinco pesos, DM Sans inclui recursos OpenType como frações, ordinais, sobrescritos, subscritos, formas com distinção entre maiúsculas e minúsculas, figuras proporcionais e figuras tabulares.

FA (sólido 900, marcas 400, 400)

FA (Font Awesome) Solid 900, FA Brand 400 e FA 400 não são tecnicamente fontes, mas sim três versões da mesma poderosa biblioteca de fontes de ícones usada em web design. Font Awesome é uma coleção de ícones altamente personalizáveis ​​que podem ser adicionados a qualquer site. Vale a pena mencionar esses conjuntos de ícones porque são incrivelmente populares em UI e web design. 

Fonte

FA Solid 900 possui o maior contraste e ousadia disponível, tornando-o ideal para cabeçalhos. A marca FA 400, por outro lado, oferece um pouco menos de contraste, mas oferece vários recursos exclusivos, como cor, animação e outras opções de estilo que podem ser redimensionadas sob demanda. A versão FA 400 combina qualidade e complexidade adequadas para interfaces de usuário maiores ou ícones pequenos que exigem mais detalhes sem sacrificar a clareza.

Rubik

Rubik – nomeado em homenagem ao cubo de Rubik – é outra fonte geométrica sem serifa disponível no Google Fonts. 

Em sites, Rubik é ótimo para cabeçalhos e títulos, especialmente quando usado em combinação com uma fonte serifada mais tradicional para o corpo do texto. A família de fontes Rubik inclui nove pesos e também uma impressionante variedade de recursos OpenType, tornando-a ideal para designers que desejam uma fonte legível que ainda deixe espaço para alguma criatividade. 

fontes para web design

Joe Sovcik usa Rubik para cabeçalhos e itens de menu.

O Rubik não apenas funciona bem em alfabetos latinos, mas também oferece suporte a linguagens de escrita cirílica, como russo ou búlgaro.

Lora

Lora é uma fonte elegante e moderna que apresenta uma mistura única de letras com serifa antigas e elementos sem serifa modernos, criando uma bela estética para qualquer projeto de design. Com suas letras levemente condensadas, ajuda a chamar a atenção para títulos ou elementos visuais importantes na página, ao mesmo tempo que oferece excelente legibilidade. 

Fonte

Além de suas quatro larguras e nove pesos, Lora também inclui muitas ligaduras que permitem que suas letras sejam conectadas graciosamente sem comprometer a legibilidade em diferentes tamanhos ou quando usadas em diferentes contextos.

Quais fontes você usará em seu próximo projeto de web design?

Em última análise, escolher a fonte “certa” para o seu site se resume a encontrar um equilíbrio entre criatividade, legibilidade e acessibilidade. Ao selecionar fontes, considere não apenas o impacto visual, mas também se é uma fonte acessível e segura para a web .

Fonte: Webflow

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